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Fátima: Peregrinação jubilar das pessoas com deficiência é um passo para «não excluir ninguém por ser diferente»


Agência Ecclesia 18 de Junho de 2017, às 00:57       
Diretora do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência alertou para o «medo» provocado por alguma limitação

Lisboa, 18 jun 2017 (Ecclesia) – A diretora do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência afirmou em entrevista à Agência ECCLESIA que a peregrinação jubilar que hoje termina em Fátima é uma ocasião de “procura de caminhos” para “não excluir ninguém por ser diferente”.

O Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência (SPPD), da Igreja Católica em Portugal, dinamizou desde a última sexta-feira a sua peregrinação ao Santuário de Fátima, com o tema ‘Caminhar Na Luz E Na Alegria – Ser Igreja Para Todos’, que hoje termina com a Eucaristia presidida por D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, às 15h00, na Basílica da Santíssima Trindade.

“É mesmo uma peregrinação! Pusemo-nos a caminho há dois anos para chegar a este número de participantes: 400”, disse Isabel Vale à Agência ECCLESIA.

A diretora do Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência recordou que foram constituídas comissões “ad hoc” para a peregrinação para, num segundo momento, “pensarem na criação das equipas” diocesanas do SPPD.

“Vai ser um marco para sensibilizar, envolver e procura de caminhos”, sublinhou Isabel Vale, acrescentando que “é necessário reconhecer as diferenças e, reconhecendo-as, não excluir ninguém por ser diferente”.

“Muitas vezes dizemos «isto é igual para todos!» Igual de oportunidades e de reconhecimento, mas as participações podem ser diferentes, a maneira de exprimir é diferente, assim como o diálogo e o que se pode esperar de cada um”, acrescentou.

Para Isabel Vale, as pessoas com deficiência querem ser "protagonistas do seu destino, da sua voz na Igreja” porque “têm dons” para dar e “têm capacidade de se exprimirem em formas diferentes”.

“Será que as pessoas com deficiência precisam do nosso olhar solidário dando-lhes coisas? Ou, pelo contrário, são cristãos batizados de pleno direito, que têm um papel ativo que nós temos de ouvir e acolher?”, questionou.

A diretora do SPPD disse que “17% da população portuguesa tem alguma deficiência”, como acontece no resto da Europa, uma realidade de “grande dimensão” que é “completamente esquecida na sociedade, nomeadamente na Igreja”.

Para Isabel Vale a indiferença e o “medo de olhar” provocam um afastamento em relação às pessoas com deficiência.

“Penso que é o medo de enfrentarmos a nossa finitude e a nossa limitação”, defendeu.

O Serviço Pastoral a Pessoas com Deficiência foi criado em 2010 pela Conferência Episcopal Portuguesa e tem equipas “formalizadas” nas dioceses do Algarve, Bragança-Miranda, Lisboa e Portalegre-Castelo Branco, referiu Isabel Vale, acrescentando que, nas várias dioceses, há projetos em curso para pessoas com deficiência, nomeadamente pela ação da Fraternidade Cristã de Doentes Crónicos e Deficientes Físicos e o Movimento Fé e Luz.

A Peregrinação Jubilar das Pessoas com Deficiência, Famílias e Instituições é o tema central da mais recente edição do semanário Ecclesia.

PR

 



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