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Autor Tópico: Esclerose múltipla pode ser detetada cinco anos antes de se desenvolver  (Lida 39 vezes)

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Esclerose múltipla pode ser detetada cinco anos antes de se desenvolver

4 Dez 2017 14:00 // Nuno de Noronha // Notícias

Um estudo publicado na revista médica "Lancet Neurology" revela que os pacientes com esclerose múltipla podem apresentar sinais da doença cinco anos antes da patologia ser diagnosticável, o que pode dar origem a novas formas de tratamento.



O estudo conduzido por Helen Tremlett do Centro de Saúde do Cérebro Djavad Mowafaghian, no Canadá, teve por base a análise de processos clínicos de pacientes com esclerose múltipla e poderá ajudar médicos a fazerem o rastreio da doença de forma precoce, aumentando a qualidade de vida dos doentes.

Para o estudo, Helen Tremlett e equipa analisaram processos clínicos, durante um período de 20 anos, de 14.000 pacientes com esclerose múltipla. A informação recolhida foi comparada com a de pessoas que não tinham a doença.

A equipa identificou sintomas precursores de várias patologias e revelou que existe uma fase em que os pacientes começam a demonstrar sintomas da esclerose múltipla antes desta ser identificada do ponto de vista clínico.

Durante esta fase, os pacientes tendem a ir mais ao médico, a serem hospitalizados e a receberem mais prescrições de determinados fármacos do que a população em geral.

"Provar que as pessoas com esclerose múltipla tinham alterado já o seu comportamento nos cinco anos antes mesmo do primeiro reconhecimento clínico da doença é muito importante porque significa que temos que olhar para além daqueles cinco anos para perceber como é causada", comentou a investigadora numa nota daquele centro de investigação médica.


Fonte: Sapo

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Esclerose Múltipla: “A maior lição que retiro disto é que temos de viver cada dia como se fosse o último”

31 Mai 2017 14:56 // SAPO Lifestyle // Notícias

 
Hoje assinala-se o ‘Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla’, uma data que tem como objetivo alertar e sensibilizar a população para esta doença degenerativa mais comum entre as mulheres na faixa etária dos 20-40 anos. Aos 23 anos, Andreia Pereira passou a fazer parte das estatísticas ao ser-lhe diagnosticado o tipo mais comum da doença: o surto-remissão. Este é o seu testemunho.



Chamo-me Andreia, tenho 24 anos e tenho Esclerose Múltipla. Sou formada em Criminologia e, neste momento, estou a estagiar na Câmara Municipal de Chaves, no distrito de Vila Real.

Os primeiros sintomas da doença manifestaram-se em fevereiro do ano passado, altura em que tive uma nevrite ótica retrobulbar, ou seja, uma inflamação do nervo ótico. De um momento para o outro comecei a ficar com a visão nublada e com uma dor no olho direito, algo que se manteve durante uma semana. Após efetuar diversos exames a nível oftalmológico no Hospital de Chaves, onde se concluiu que não conseguia distinguir cores fortes através do olho direito, fui reencaminhada, de urgência, para o Hospital de Vila Real onde fui medicada com corticoterapia.


Sapo

 



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