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Autor Tópico: 3.619 alunos com necessidades especiais na Região  (Lida 29 vezes)

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3.619 alunos com necessidades especiais na Região

Região tem equipas de várias áreas criadas para acompanhar estes alunos
ANDREIA DIAS FERRO / MADEIRA / 07 NOV 2017 / 02:00 H.
 3.619 alunos com necessidades especiais na Região



Existe um ligeiro aumento no número de alunos com necessidades especiais, por comparação com o ano transacto.

O número representa um ligeiro aumento comparativamente com o ano passado, em que estavam inscritos 3.604 alunos. A Região conta, neste ano lectivo, com 3.619 alunos com necessidades educativas especiais, entre os quais 163 adultos e jovens com idade igual ou superior a 16 anos. Na Região, cada vez mais se pensa que apenas faz sentido o apoio a estes alunos de forma integrada e de trabalho em equipa, com profissionais de várias áreas a trabalharem em conjunto.

Tal como refere a secretaria da Educação, existem dois tipos de factores que podem levar à necessidade desse apoio. No campo dos factores intrínsecos encontram-se problemáticas relacionadas com o atraso global do desenvolvimento, perturbação da relação e comunicação, cegueira e baixa visão, surdez, défice de atenção, multideficiência, entre outros aspectos semelhantes. Por outro lado, existem factores extrínsecos que se prendem com barreiras que travam a aprendizagem e que urgem colmatar.

“São alunos que exigem uma diferenciação pedagógica, para que os conteúdos académicos sejam apresentados de modo a que eles se possam apropriar deles”. A visão é de Maria José Camacho, professora na Universidade da Madeira. Docente da disciplina de ‘Necessidades Educativas Especiais’ defende que se deve “olhar para um currículo que está previsto ser desenvolvido com os alunos de determinado nível e olhar para a criança que nós temos e ver como é que ela se apropria deste currículo”. Só com esta avaliação se pode traçar o melhor plano para ajudar estes alunos.

No entanto, este empenho não pode partir apenas do docente da classe. Este deve ser encarado como um trabalho de equipa. “Não quer dizer que todos os elementos de uma equipa tenham que intervir, mas esta equipa pode estar na retaguarda como tutorias, como aconselhamento ou mesmo com intervenção directa na classe do ensino regular onde estas crianças se situam”, explica.

Na Região exercem funções no âmbito das necessidades educativas especiais 345 docentes de quadro e contratados, distribuídos por todos os estabelecimentos de ensino públicos e privados. A verdade é que estes professores necessitam de formação específica por forma a fazerem face aos desafios destas turmas. “Se falamos de deixar um professor sozinho, com 20 meninos e os das necessidades educativas especiais com um currículo e um programa a cumprir, podemos votá-lo a uma solidão tal que se converta em antagonismo, ou então em resistência para a inclusão dos meninos que têm necessidades educativas especiais”, assume Maria José Camacho, frisando a necessidade desse plano multidisciplinar.

Região como exemplo

Aliás, em relação a isso somos pioneiros. Tal como explica a docente, “a Região tem docentes especializados, tem equipas – contrariamente ao que existe a nível nacional. Temos na secretaria da Educação, fruto da visão prospectiva e pró-activa do professor Eleutério de Aguiar, que integrou um quadro de Educação Especial, para além de docentes especializados, temos terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, técnicos superiores de Ciências da Educação, técnicos superiores de Psicomotricidade”. “Estes técnicos, na Região, estão na secretaria da Educação e estão nas escolas e são uma potencialidade que na dimensão nacional não existe”, considera.

Apesar de assumir que podem existir nichos de menor intervenção, afirma que a Região tem tentado fazer um trabalho exemplar, sendo que as condições base estão lançadas.

Questionada sobre a forma como pode ajudar a integrar estes alunos, a secretaria regional da Educação assume que desde a infância leva a cabo acções de intervenção precoce, “acompanhando progressivamente os alunos no seu percurso escolar”.

“Para efectivar a sua missão além de analisar as necessidades de recursos humanos (docentes especializados, professores e interpretes de língua gestual, técnicos superiores e de diagnóstico e terapêutica) dos Centros de Recursos Educativos Especializados que prestam apoio especializado aos estabelecimentos de educação e ensino dos diferentes concelhos da Região, faculta orientações pedagógicas e técnicas e acompanha a actividade desenvolvida pelos diferentes estabelecimentos de educação e ensino da rede pública e privada”, acrescenta a SRE.

Maria José Camacho considera que “temos rácios de professores especializados por número de alunos com necessidades educativas especiais que são bastante favoráveis”. A visão que apresenta, tendo em conta o que pode constatar através da sua ligação com as escolas, vaia ao encontro da secretaria da Educação, que considera que “com excepção de algumas situações pontuais que se prendem com atestados médicos”, “os docentes especializados são suficientes para fazer face às necessidades identificadas”.

Fonte: http://www.dnoticias.pt/impressa/hemeroteca/diario-de-noticias/3-619-alunos-com-necessidades-especiais-na-regiao-YI2309199

 



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