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Curiosidades & História / Re: Curiosidades diversas que podem ser úteis
« Última mensagem por casconha em 17/04/2026, 18:53 »

Dicas de jardinagem


Para planejar a horta com inteligência, use os tempos como guia de sucessão:
enquanto o espinafre já está na mesa em 30 dias, o tomate ainda está no meio do ciclo.
Plante em camadas de tempo — cultivos rápidos entre os lentos — e o canteiro nunca fica ocioso



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Vicente Pereira bate recorde mundial dos 50 metros costas em natação adaptada


• Foto: FPN

Vicente Pereira, nadador português sub-21, bateu o recorde do Mundo dos 50 metros costas para nadadores com síndrome de Down, ao percorrer esta distância em 35,77 segundos.

O atleta do Sporting brilhou no IV Torneio de Natação Adaptada de Estarreja e adicionou mais um feito ao seu já rico currículo de recordes: já batera os recordes mundiais de 50 mariposa, 100 mariposa, 100 estilos e 100 livres.



Fonte: Record
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Síndrome de Rett: a vida das meninas que falam e sorriem com os olhos

24 Notícias
Miguel Morgado

17 Abril 2026 07:23


Síndrome de Rett: a vida das meninas que falam e sorriem com os olhos


Rita, Carla, Beatriz, Eunice e Maria João têm Síndrome de Rett. A doença, afeta, em larga maioria, o sexo feminino. É altamente incapacitante. Rouba-lhes movimentos, as mãos e corpo não obedecem ao cérebro e são dependentes todos os minutos do dia. O 24noticias falou com Sandra Madeira, da Associação Nacional de Pais e Amigos Rett (ANPAR) e visitou o Centro de Atendimento da ANPAR, na Amora onde encontrou as cinco meninas que falam e riem com os olhos.
Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt

Até perto dos dois anos, tudo é uma aparente normalidade na vida destas crianças. Gatinham, caminham, brincam e pronunciam as primeiras palavras. "Pai, mãe, dá..." Depois, quase num ápice, sem dia e hora marcada, nem anúncio pré-natal, tudo muda abruptamente: regridem e perdem faculdades.


A notícia crua, bruta, bate com estrondo à porta familiar. O chão desfaz-se por baixo dos pés dos pais. Um nó garroteia sonhos e afunda os planos que tinham para a vida dos seus filhos, porque a vida teimou em reservar-lhes outros. O diagnóstico chega envolto em algum desconhecimento. Síndrome de Rett, nome, até há poucos anos, desconhecido no léxico familiar e também no médico.

Síndrome de Rett é uma doença rara e incapacitante, uma alteração e distúrbio neurológico. Resulta em perda da locomoção, incapacidade do uso das mãos, da comunicação verbal e pode provocar convulsões. Na essência, atinge, esmagadoramente, o sexo feminino. Muito raramente, o sexo masculino.

“Em 1994, a minha filha nasceu com Síndrome de Rett”
Sandra Madeira, é Presidente da Assembleia Geral da Associação Nacional de Pais e Amigos Rett (ANPAR). Durante duas décadas foi presidente da associação criada em fevereiro de 2002 em conjunto com Ana Paula Deus, atual presidente, desde 2022.

Sandra e Ana Paula são mães de duas filhas com o Síndrome de Rett. Sandra Madeira perdeu a filha há nove anos (viveu até aos 22). Rita é filha de Ana Paula e é acompanhada no Centro de Atendimento da ANPAR, na Amora, no Seixal.

“Em 1994, a minha filha nasceu com Síndrome de Rett. Uma doença estranha, rara. Na altura, Portugal ainda não tinha grandes conhecimentos desta patologia”, recorda Sandra Madeira em conversa com o 24noticias.


O conhecimento era escasso, a informação muito reduzida e os diagnósticos quase sempre apontavam outro caminho: autismo. Sandra encontrou uma médica no Hospital da Estefânia que tinha participado “num estudo da doença”. Por intermédio da profissional de saúde conheceu uma família com uma filha jovem adulta. “A minha filha tinha dois anos e meio. Foi um choque ver o futuro a acontecer”.

Estabeleceu ligação com a Associação Internacional do Síndrome de Rett, seguiu-se a Europeia e, assim, começa a “ser a pessoa de referência em Portugal”. Juntou-se a outras mães, pais, filhos e médicos e nasce a ANPAR. A associação viria a colocar “a doença um bocadinho no mapa”, destacou Sandra Madeira.

“É uma doença muito incapacitante”, descreve. “As mãos” são o elemento mais afetado. “Estão num corpo que não responde à cabeça, querem mexer as mãos e o corpo, mas a informação não chega lá, é interrompida pelo caminho”.  Recua no discurso. “Não há exame pré-natal. É acertar na lotaria. É um choque de genes entre o pai e a mãe. Não é uma doença hereditária, é genética”, explica enquanto deambula entre o geral e a intimidade da experiência pessoal.

“Geralmente, a gravidez é normal. A minha filha teve um desenvolvimento normal até aos dois anos e meio. As primeiras palavras, comer sozinha e andar”, recorda. “Depois, o retrocesso, passámos a uma fase estacionária e ficou assim”, suspira.

A notícia do diagnóstico chegou “em 1996, em (Hospital) Santa Maria”, recua, a seco, sem se lembrar do dia. “Imaginamos a primeira filha, fazemos sonhos, montamos um castelo e vimos tudo ali à frente. E quando o médico disse para me preparar para o pior, para uma doença incapacitante, degenerativa, que iria deixar de viver a minha vida e viver em função da minha filha, foi como se tudo se desmoronasse”.


Desistir não foi opção. “Não sei onde fui buscar forças. Estava com a minha mãe e pensei no que poderia fazer para melhorar a condição de vida da minha filha. Agarrei na minha filha, na minha mãe, fomos para casa e fui para o trabalho”, recordou.

A partir desse instante, “arregacei as mangas” e deu-se início a uma “longa caminhada”. “Foi uma luta muito maior, um caminho muito mais escuro, muito duro. É uma vivência dura. Tive que abdicar de muita coisa”, admite.

O percurso não foi feito a solo. “Durante 22 anos, tive duas muletas muito fortes, a minha mãe, que deixou de trabalhar para me ajudar, e o meu pai”. “Foram o meu braço direito e esquerdo”, agradece, enquanto constata serem “complicados” os casos em que não há “qualquer apoio na retaguarda, nem famílias presentes”.

A ajuda permitiu-lhe continuar a trabalhar e “suportar a parte da dignidade, da terapêutica, comprar cadeiras de rodas, carros adaptados e dar à filha terapias da fala e ocupacional, hipoterapia, natação e tudo um par de botas”, enumerou.

Apesar de sinalizar o caminho como “complexo e duro”, apresenta um Lado B de “muita coisa boa, porque as nossas filhas dão-nos muito amor, fazem-nos sentir pessoas diferentes, com um grande coração”, descreve nesta viagem do foro íntimo.





Continue a lêr https://sapo.pt/artigo/sindrome-de-rett-a-vida-das-meninas-que-falam-e-sorriem-com-os-olhos-69e1d24f7bbda4cdb04cb36c#goog_rewarded
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Esterilização forçada sem crime em Portugal viola direitos humanos, alerta relatório

24 Notícias
16 Abril 2026 14:31



Esterilização forçada sem crime em Portugal viola direitos humanos, alerta relatório

Portugal continua sem criminalizar a esterilização forçada de pessoas com deficiência, uma situação que configura “uma violação grave, continuada e sistemática” dos direitos humanos, segundo o mais recente relatório do Mecanismo Nacional de Monitorização da Implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Me-CDPD).

O organismo alerta que esta prática afecta de forma desproporcionada mulheres e raparigas e manifesta preocupação com o facto de pessoas com deficiência continuarem a ser sujeitas, contra a sua vontade, a procedimentos como interrupção da gravidez, esterilização, investigação científica, terapia electroconvulsiva ou intervenções psicocirúrgicas. Defende, por isso, a criminalização absoluta destas práticas, bem como a criação de mecanismos de apoio à decisão, reparação para vítimas e fiscalização independente, avança o Público.

O relatório surge na véspera de uma audição parlamentar sobre projectos de lei do PS, PAN e Bloco de Esquerda que propõem a criminalização da esterilização forçada. Os diplomas encontram-se em fase de especialidade. O Me-CDPD defende uma alteração ao Código Penal que inclua penas para esta prática e elimine qualquer possibilidade de esterilização por decisão de terceiros ou via judicial.

A discussão não é nova. Em março de 2025, o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida posicionou-se contra uma criminalização total sem excepções, considerando tratar-se de uma abordagem “extremada”, embora tenha sublinhado que qualquer esterilização forçada sem justificação terapêutica constitui uma violação dos direitos humanos.

O relatório, que avalia a aplicação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência entre 2017 e 2026 e será enviado à ONU, conclui que persiste um desfasamento entre o reconhecimento formal dos direitos e a sua concretização no quotidiano. Apesar de alguns avanços, mantêm-se barreiras no acesso à educação, emprego, habitação, justiça, saúde e participação cívica.

Na área da acessibilidade, apenas 0,82% das 257 queixas por discriminação registadas em 2024 resultaram em decisões condenatórias. A maioria das queixas refere-se ao acesso a transportes públicos (32%), ao edificado (25%) e à recusa de bens e serviços (11%). O mecanismo aponta falhas na aplicação do regime sancionatório e sublinha que o número de queixas poderá estar subestimado, quer por cansaço dos cidadãos, quer por desconhecimento dos mecanismos disponíveis.

Também na educação persistem obstáculos, nomeadamente no acesso ao ensino superior e na formação de profissionais para a inclusão. O relatório assinala ainda riscos de pobreza e exclusão social entre crianças com deficiência e destaca que medidas de apoio fora do horário lectivo tiveram execução nula até ao final de 2024.

O Me-CDPD insiste na necessidade de garantir a aplicação efectiva dos direitos, sublinhando que a sua concretização deve traduzir-se em maior autonomia, participação e inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.






Fonte: sapo.pt                       Link: https://sapo.pt/artigo/esterilizacao-forcada-sem-crime-em-portugal-viola-direitos-humanos-alerta-relatorio-69e0e52fc2da480e3c3a080b
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Final feliz: corço resgatado com vida após ficar encurralado num canal na Ponte de Jugais

Beira Alta TV
15 Abril 2026 21:38



Final feliz: corso resgatado com vida após ficar encurralado num canal na Ponte de Jugais

Na tarde desta quarta-feira, 15 de abril, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Seia foi alertado para a presença de um pequeno corço no canal de adução da câmara de carga da central da Ponte de Jugais. Ao chegar ao local, a equipa confirmou a existência do animal e desencadeou de imediato os procedimentos [...]

Na tarde desta quarta-feira, 15 de abril, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Seia foi alertado para a presença de um pequeno corço no canal de adução da câmara de carga da central da Ponte de Jugais. Ao chegar ao local, a equipa confirmou a existência do animal e desencadeou de imediato os procedimentos necessários, articulando com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a EDP Produção — entidade responsável pela infraestrutura — e os Serviços Veterinários Municipais, através do Canil/Gatil de Seia.

A EDP Produção informou que não estava prevista a inundação do canal nas horas seguintes, garantindo assim condições de segurança para a operação, e mobilizou uma equipa para o local. Também os Bombeiros Voluntários de São Romão, que haviam sido alertados para a ocorrência, deslocaram meios para prestar apoio.

Em colaboração entre a Proteção Civil e os Bombeiros Voluntários de São Romão, foi possível proceder ao resgate do animal, um macho jovem, que se encontrava no interior do canal. Durante a operação, verificou-se que o ruminante apresentava ferimentos, com maior incidência numa das patas traseiras, resultantes dos esforços realizados na tentativa de sair do local onde se encontrava.

Após o resgate, o ICNF foi informado da situação e do encaminhamento do animal para o Canil/Gatil de Seia, onde foi observado pela veterinária municipal. Posteriormente, uma equipa de vigilantes da natureza do ICNF recolheu o ruminante, assegurando o seu transporte para o CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, onde receberá tratamento e acompanhamento com vista à sua recuperação.






Fonte: sapo.pt                         Link: https://sapo.pt/artigo/final-feliz-corso-resgatado-com-vida-apos-ficar-encurralado-num-canal-na-ponte-de-jugais-69dff758a2ec2452a7b0e2f9
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Miguel
como posso ter a certeza ate porque areas como coordenacao internacional e regulamentos europeus estao vazias ou bloqueadas ?
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em anexo a imagem ...isto esta a acontecer com todos os utilizadores ou é de facto o meu processo de coordenaçao internacional que ja esta ativo e em andamento ....ao pedir uma declaraçao da situaçao contributiva aparece-me a versao internacional assim como a normal para download ...parece me que o meu processo esta a andar nao acham ?

A presença da versão internacional da Declaração de Situação Contributiva (geralmente formulários E205, formulários da série E ou documentos compatíveis com o EESSI/RINA) na Segurança Social Direta é um forte indicador de que o seu processo de coordenação internacional de segurança social está ativo e em andamento
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Apresentações & Regras / Bem vindo Recursos
« Última mensagem por Neo em 15/04/2026, 18:53 »
Bem-Vindo Recursos ao Deficiente-Forum.  

Agradecemos a tua inscrição no nosso Fórum e esperamos poder ajuda-lo no que for preciso, também esperamos poder aprender muito com a sua sabedoria e disponibilidade para o que seja necessário.

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Obrigado
A Administração
20
por favor façam um teste e me digam
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