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Trabalho não remunerado de prestação de cuidados não pode ser invisível

Especialistas da União Europeia consideraram hoje, num evento coorganizado por Portugal no âmbito das Nações Unidas, que a prestação de cuidados, ocupando a tempo inteiro milhões de mulheres, não pode continuar a ser invisível e não remunerado.


© iStock

Notícias ao Minuto
22:59 - 17/03/21 POR LUSA

ECONOMIA PRESIDÊNCIA DA UE

"Para ter uma recuperação económica justa, temos de tornar visível o trabalho não remunerado de prestação de cuidados. Não podemos continuar a depender do trabalho gratuito das mulheres para dar potência a esta parte invisível da economia", sublinhou hoje Carlien Scheele, diretora do Instituto Europeu para a Igualdade de Género (EIGE, na sigla em inglês).

A vice-presidente do Lobby Europeu de Mulheres (LEM), Ana Sofia Fernandes, defendeu um Acordo de Cuidados da Europa e o repensar do sistema económico com uma perspetiva feminista.

Num evento paralelo no âmbito da Comissão das Nações Unidas sobre o Estatuto da Mulher (CSW), coorganizado pela presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), Comissão Europeia e Lobby Europeu de Mulheres, Carlien Scheele começou por propor um exercício mental.

O exercício consistia em imaginar que "toda a populaçao da Dinamarca e da Letónia, juntas, cerca de 7,7 milhões de pessoas, trabalhavam a tempo inteiro para dar potência à economia nacional, mas sem serem pagas e sem serem incluídas nos balanços orçamentais do governo".

"Era a situação na União Europeia antes da pandemia de covid-19, com 7,7 milhões de mulheres sem poderem ter empregos pagos, porque cuidavam de crianças ou idosos a tempo inteiro", descreveu Carlie Scheele, acrescentando que o trabalho não remunerado de prestação de cuidados foi avaliado em cerca de nove biliões de euros por ano em todo o mundo.

A diretora do EIGE declarou que "a prestação de cuidados tem de deixar de ser um sacrifício profissional e financeiro para todos os que são cuidadores", incluindo para os homens, que durante a pandemia também tiveram mais carga de prestação de cuidados ou responsabilidades domésticas.

"Para assegurar que esta mudança positiva permanece, os países devem marcar uma saudável quantidade de licença de paternidade para todos os pais", disse a especialista, promover a acessibilidade e disponibilidade de cuidados profissionais e tornar mais seguro e elegível para a segurança social os trabalhos temporários e 'part-time' nesta atividade.

Ana Sofia Fernandes, representante do Lobby Europeu de Mulheres, a maior plataforma de associações de mulheres na Europa, com mais de duas mil organizações, disse que o continente precisa de um Acordo de Cuidados.

A perita em igualdade de género criticou os governos por não reconhecer a centralidade e importância do trabalho das mulheres na prestação de cuidados a crianças ou idosos, nos momentos de crise, em que "foi o trabalho não remunerado e remunerado das mulheres que manteve a sociedade a funcionar durante os confinamentos".

Também secretária-geral da Plataforma Portuguesa para o Direito das Mulheres, Ana Sofia Fernandes disse que durante a pandemia de covid-19 "organizações da sociedade civil continuaram a preencher as lacunas na prestação de serviços e no apoio às mulheres, muitas vezes sem recursos adequados".

"Vimos o impacto de uma década de medidas de austeridade nos serviços públicos, onde a maioria de trabalhadores são mulheres. Não podemos permitir que isso volte a acontecer", declarou a vice-presidente do LEM.

Ana Sofia Fernandes pediu estratégias de recuperação baseadas na igualdade de género, em especial aplicadas à governança económica, políticas e despesa pública e defendeu "repensar o sistema económico de uma perspetiva feminista crítica", já que o atual sistema económico "não está a funcionar" para as mulheres.

A perita pediu que as medidas e os novos investimentos assegurem a inclusão de mulheres e meninas migrantes não documentadas e das mulheres afetadas pela prostituição ou exploração sexual.

Fernandes revelou ainda que existem muitos países onde o Produto Interno Bruto, um medidor do desenvolvimento económico e da riqueza, contempla áreas como prostituição, ou para as organizações feministas, "exploração".

"Porque é que isso [prostituição] é considerado nas contas nacionais, num indicador chamado PIB, quando o trabalho não remunerado das mulheres não é considerado?" questionou a vice-presidente da LEM, antes de completar "É muito simples: porque é um modelo patriarcal".



Fonte: Noticias ao minuto
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Claro, ok ok. Pensei que íam começar a chamar as pessoas com deficiência. :cump:

Olá Paulo, agora até já não vou ser já, foi adiada uma semana por causa da polémica da astrazaneca  :(
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Perguntas por causa da vacina? Se sim, é porque trabalho numa escola e o pessoal docente e n docente entrou a 3 fase da vacinação, daí eu ir ser vacinado.  :good:

Claro, ok ok. Pensei que íam começar a chamar as pessoas com deficiência. :cump:
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Anedotas / O amor é lindo!!!!
« Última mensagem por casconha em 09/04/2021, 17:47 »


A mulher acompanha o marido ao consultório do médico, velho conhecido dele.
Terminados os exames, o doutor chama a esposa reservadamente e lhe dá o diagnóstico:
Seu marido está com um stress profundo. A situação é bem delicada,
e se a senhora não seguir todos os procedimentos que vou lhe recomendar, seu marido certamente morrerá.
E conclui, sussurando, para ele não ouvir:
São apenas 10 instruções muito simples, que salvarão a vida dele desde que seguidas à risca:


1) Todas as manhãs, prepare para ele um café bastante reforçado
2) Para o almoço, ofereça refeições nutritivas e variadas
3) No jantar, pratos especiais, de preferência comida japonesa, italiana e francesa
4) Mantenha em casa um bom estoque de cerveja gelada
5) Não o atrapalhe quando ele estiver vendo futebol
6) Pare imediatamente de assistir novelas e o BBB
7) Não o aborreça com problemas do universo feminino
8) Deixe-o chegar no horário que desejar
9) Nunca questione onde estava e muito menos com quem
10) E o mais importante: faça sexo com ele quando e do jeito que ele quiser.


No caminho de casa, como quem não quer nada, o marido pergunta:
O que foi que o médico disse?
E ela, rápida:


Que você vai morrer…
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Anedotas / Como se vingar de um invejoso
« Última mensagem por casconha em 09/04/2021, 17:39 »



O sujeito foi  cortar o cabelo no barbeiro que freqüentava há mais de vinte  anos e entabula conversa:
Rapaz, tô excitadão, vou pra Itália amanhã.
Itália? - questiona o barbeiro - Com tanto lugar bom pra ir, tu vai pra Itália?
É, eu vou pela Alitalia. 
- Que azar hem?!  A pior companhia de aviação do  mundo. Vai pra que cidade?
Roma.                                                                                                                   
Que merda!  Cidadezinha feia! Vai se hospedar aonde?
No  Hilton.
O quê ?! Aquilo é o maior pardieiro! Só falta você me dizer que, também, vai ver o  papa?
Claro! Se estou em Roma, tenho que ir ver o Papa.                                                                                                                   
Programinha de indio, hein! Milhões de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.                                                                                                               
O sujeito saiu do barbeiro injuriado.
No dia seguinte viajou, curtiu a  viagem, que foi ótima.
Logo que voltou fez questão de voltar  à barbearia.
- E aí como foi a viagem? - perguntou o  barbeiro.                                           
Rapaz, você não sabe o que me aconteceu.
Eu estava lá no Vaticano tentando ver o papa.
Logo que o papa chegou na sacada ele olhou pra multidão, desceu.
Saiu de lá e começou a andar na minha direção.
Foi se aproximando de mim cada vez mais.
Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou um troço no  meu ouvido. Só pra mim!   
E o que o papa falou pra você?
Cabelinho mal cortado, hein, rapaz?
Onde é que você cortou esse cabelo, hem meu filho?!

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Anedotas / A Gravidez da Empregada
« Última mensagem por casconha em 09/04/2021, 17:31 »


Um casal há tempos estava em busca de uma boa empregada,               
mas era muito difícil conseguir encontrar uma boa profissional.
Uma delas faltava muito,
a outra cozinhava mal e a última passava o dia fofocando no celular e deixava tudo uma bagunça.
Até que um dia encontraram a Marlene, uma ótima profissional,
que fazia tudo direitinho: comida boa, roupa passada, tudo limpinho.
Até que um dia eles chegam em casa e encontram a Marlene de malas prontas.
Vou-me embora, disse ela. — Mas por quê?, pergunta a patroa. — Estou grávida!
Calma, Marlene. Vamos pensar em uma solução, diz o patrão.
Depois de conversarem, eles tomam uma decisão.
Marlene, você pode ficar, pois nós decidimos adotar a criança. Ela ficou.
Passou bom tempo e ela continuou muito eficiente no trabalho.
Até que um dia encontram a Marlene na porta, de malas prontas.
Agora sim vou embora, engravidei de novo!
Tudo bem, Marlene. Você fica, a gente adota esse também.
O tempo passa e a situação se repete. Veio a terceira criança, a quarta, a quinta criança!
E o casal benevolente adotou todas!
Até que um dia, no meio daquela criançada toda no meio da casa,
eis que surge a Marlene de malas prontas.
 Vou-me embora! A patroa fica furiosa e diz:
Ah, não! Desta vez chega! Seis crianças já é demais!
Não, patroa, eu não estou grávida não!
Então porque está querendo ir embora desta vez??
Eu gostava muito de trabalhar para a senhora, sabe!
Mas agora esse emprego está cada vez pior...
eu detesto trabalhar em casa com crianças!


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