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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo RicardoC
« Última mensagem por migel em 17/07/2024, 11:26 »
Bem vindo.
Participa e divulga. 

Obrigado
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Polícia de Segurança Pública revela que mais de 100 idosos despareceram sem deixar rasto

Nos últimos seis anos, 115 pessoas com mais de 65 anos desapareceram e nunca foram localizadas pelas autoridades, segundo dados revelados pela Polícia de Segurança Pública (PSP).

Por Forever Young 12:26, 16 Julho 2024



Entre 2018 e abril deste ano, desapareceram 1.446 pessoas com mais de 65 anos nas áreas de competência da PSP. Destas, 115 continuam por localizar, de acordo com o balanço da PSP, na cotagem adiantada ao Jornal de Notícias.

«O ano de 2019 registou o maior número de desaparecimentos, com 265 casos de idosos desaparecidos, dos quais dez permanecem sem solução. Estes números refletem a vulnerabilidade crescente desta faixa etária e a necessidade de medidas preventivas mais eficazes», é referido.


As autoridades indicam que, em alguns casos, o reaparecimento dos idosos não é comunicado, o que pode levar a um aumento no número de desaparecidos registados. Este fator sublinha a importância de uma comunicação eficaz entre as famílias e as forças de segurança para garantir uma contabilidade precisa e uma resposta adequada´», pode ainda ler-se.

De referir que a «Guarda Nacional Republicana (GNR) não forneceu dados sistematizados sobre os desaparecimentos de idosos, limitando a análise abrangente do problema a nível nacional», conclui.





Fonte: foreveryoung.sapo.pt                    Link: https://foreveryoung.sapo.pt/policia-de-seguranca-publica-revela-que-mais-de-100-idosos-despareceram-sem-deixar-rasto/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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SÍNDROMA DAS PERNAS INQUIETAS – UMA DOENÇA COMUM E INCAPACITANTE

A neurologista Rita Peralta explica a doença que traz grande desconforto ao final da tarde e noite e que afeta até 15% da população.



No final do dia, gostamos de repousar calmamente, deitados na cama ou sentados num sofá, num cinema ou num teatro, imóveis, recuperando do esforço realizado ao longo do dia. Para a maior parte das pessoas, este é um momento de prazer e bem-estar.

 Para algumas pessoas, no entanto, estes momentos de repouso trazem uma sensação de desconforto, que é muitas vezes difícil de descrever por palavras, que os impede de permanecer quietos por longos períodos de tempo.

 Este desconforto, que surge geralmente nas pernas, associa-se invariavelmente a uma irrequietude motora, ou seja, a uma necessidade irresistível de mover as pernas. Com o movimento, o desconforto alivia, apenas para voltar em igual intensidade durante um novo período de repouso. Este é o quadro clínico característico do Síndroma das Pernas Inquietas.

A síndroma das pernas inquietas é muito comum. Pode afetar até 15% da população. Na generalidade de pessoas afetadas, o sintoma é esporádico e pouco ou nada incapacitante. Em cerca de 1,5%-3% das pessoas com sintomas, no entanto, é incapacitante, surge frequentemente e perturba o sono ou as atividades de repouso e lazer.

 DESCONFORTO AO ANOITECER

Para estas pessoas, o final da tarde e da noite são momentos de grande angústia e desconforto. Por vezes, as pessoas passam grande parte da sua noite de pé, a deambular, para reduzir os sintomas nefastos que a imobilidade provoca.

Conseguem adormecer já de madrugada, perto da hora de acordar, quando os sintomas da doença tendem a amainar. Esta realidade é ainda mais dramática se pensarmos que a doença surge geralmente em adultos jovens, ativos profissionalmente.

Esta patologia é uma doença neurológica crónica, de etiologia desconhecida. Pessoas que sofram de anemia, carência de ferro, insuficiência renal ou algumas doenças neurológicas como a polineuropatia são também mais propensas a desenvolverem esta doença. Outro grupo de risco são as grávidas: 20% das mulheres podem apresentar queixas sugestivas de pernas inquietas, nesta fase da vida. Geralmente, não se encontra qualquer causa para a doença, sendo considerada idiopática. Nestes casos, é muito comum existir mais de um familiar direto afetado.



A síndroma das pernas inquietas é diagnosticada apenas pela descrição clínica que é realizada a um médico com experiência. Infelizmente, tem sintomas que podem assemelhar-se a outras patologias também comuns e é, por isso, frequentemente sub-diagnosticada. Muitos doentes com esta doença passam anos com diagnósticos de varizes ou outras doenças vasculares periféricas, patologia da coluna, fibromialgia.

 Por outro lado, com a divulgação progressiva desta entidade na classe médica, surgem também cada vez mais sobre-diagnósticos de pernas inquietas. Ou seja, doentes com queixas de dor atribuíveis a outras causas (desconforto posicional, neuropatias ou radiculopatias, insuficiência venosa, etc.) que são erradamente atribuídas a pernas inquietas, condicionando com isso tratamentos crónicos desnecessários e ineficazes.

 Os sintomas desta patologia respondem de forma muito marcada a diversos tratamentos. Por isso, um correto diagnóstico, realizado tão cedo quanto possível, é fundamental! A cura para a doença ainda não foi encontrada, mas é possível para os pacientes usufruírem de uma melhor qualidade de vida e de um sono mais descansado através dos tratamentos mais indicados existentes no mercado.

 

Por Rita Peralta

Neurologista




Fonte: mood.sapo.pt                    Link: https://mood.sapo.pt/sindroma-das-pernas-inquietas-uma-doenca-comum-e-incapacitante/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Reforma: há uma situação em que pode ser pedida mais cedo e sem sofrer cortes

Se tem 60 anos de idade e 40 anos de descontos pode pedir a reforma antecipada, mas só uma carreira muito longa impede penalizações.

Por Forever Young com DECO 16:26, 16 Julho 2024



Por regra, pode deixar a vida ativa e reformar-se aos 66 anos e 4 meses de idade (66 anos e 7 meses em 2025) desde que tenha, pelo menos, 15 anos de descontos para a segurança social. Mas, se a sua carreira contributiva for superior a 40 anos, pode ver reduzida a idade de acesso à pensão (reforma antecipada) sem sofrer penalização. Por cada ano de contribuições a mais (para lá dos 40), pode reduzir a idade da pensão em 4 meses, revela a DecoProteste

Assim, 41 anos permitem aceder à pensão sem penalizações aos 66 anos e 2 meses; 42 anos, aos 65 anos e 10 meses; 43 anos, com 65 anos e meio, e assim sucessivamente. A lei também permite a reforma antecipada noutras situações, mas isso implica uma redução no valor da pensão.

Quem contribuiu para diferentes regimes contributivos (regime geral de Segurança Social, função pública, estrangeiro, entre outros) poderá utilizar toda a carreira contributiva para completar o tempo de anos com contribuições e poder eventualmente aceder a um dos regimes que permitem a reforma antecipada.

Condições para aceder à reforma antecipada

-Ter 60 anos ou mais de idade e 40 anos ou mais de descontos;
-Ter 60 anos ou mais de idade, uma carreira de 46 anos ou mais de descontos (antecipação pelo regime das carreiras muito longas);
-Estar numa situação de desemprego involuntário de longa duração;
-Ter uma atividade profissional de natureza penosa

Tenho 60 anos ou mais de idade e 40 anos ou mais de descontos

Pelas regras do regime de flexibilização, se estiver nestas condições, sofrerá uma penalização de 0,5% por cada mês de antecipação face à idade de acesso à pensão, seja a idade legal (66 anos e 7 meses, em 2025), seja a idade pessoal de acesso à reforma, que será inferior se tiver mais de 40 anos de contribuições.

Imagine que decide reformar-se aos 63 anos e tem 43 anos de descontos. Com esta carreira contributiva, a idade da reforma seria 65 anos e 6 meses. Como pretende retirar-se da vida ativa aos 63 anos, terá uma penalização correspondente a 30 meses, que, na prática, corresponde a uma redução no valor da pensão de 15%.

Tenho 60 anos ou mais de idade e uma carreira de 46 anos ou mais de descontos

Para que a reforma antecipada não implique qualquer tipo de redução no montante da pensão, é necessário ter uma carreira muito longa. Para isso, é necessário ter, no mínimo, 60 anos de idade e, simultaneamente, apresentar, pelo menos, 48 anos de descontos, ou 46 anos e ter começado a carreira contributiva antes dos 17 anos. Só satisfazendo estas condições é que não se aplica a penalização.

Em resumo, quem sair do mercado de trabalho antes de completar 60 anos de idade e tiver menos anos de descontos dos mencionados acima, é penalizado duplamente pelo fator de redução (0,5% por cada mês de antecipação em relação à idade legal da reforma) e pelo fator de sustentabilidade, que subiu em 2024 para 15,8 por cento.

Estou numa situação de desemprego involuntário de longa duração

A redução do valor da pensão dependerá da data em que pediu o subsídio de desemprego, da sua idade e dos anos de descontos. Por exemplo, se, na data em que ficou desempregado, tinha 52 anos ou mais e, pelo menos 22 anos com registo de remunerações, depois de esgotar o período de concessão do subsídio de desemprego ou do subsídio social de desemprego, caso continue em situação de desemprego involuntário, pode reformar-se aos 57 anos. Contudo, sofre uma penalização 0,5% por cada mês de antecipação em relação aos 62 anos.

Há ainda uma redução adicional no caso de o desemprego ter surgido na sequência de um acordo (0,25% pelos meses de antecipação entre os 62 anos e a idade normal de acesso à pensão de velhice 66 anos e 4 meses, em 2023 e 2024). No entanto, esta penalização deixa de se aplicar no momento em que o reformado atingir a idade normal de reforma.

Se na data em que ficou desempregado já tinha 57 ou mais anos de idade, pelo menos 15 anos de descontos, e esgotou o subsídio de desemprego a que tinha direito ou permanece desempregado, pode reformar-se aos 62 anos, sem cortes no valor da pensão.

Tenho uma profissão desgastante

Certas profissões, por serem desgastantes, também permitem o acesso a reforma antecipada. É o caso dos mineiros, trabalhadores marítimos, profissionais de pesca, controladores de tráfego aéreo, bailarinos, trabalhadores portuários, bordadeiras da Madeira e trabalhadores da indústria das pedreiras. Contudo, carecem sempre de satisfazer o prazo de garantia, e cada uma destas atividades tem o seu regime próprio e condições diferentes para aceder à pensão de velhice.

Continuar a trabalhar com reforma antecipada

Se se tiver reformado como trabalhador por conta de outrem, não fica impedido de manter atividade profissional remunerada. No entanto, durante os primeiros três anos não pode exercer atividade, com ou sem remuneração, por conta de outrem ou como independente, para a mesma empresa ou grupo empresarial onde trabalhava antes de se reformar, sob pena de perder o direito à pensão durante o período em que esteja a trabalhar.

Além de perderem o direito à pensão durante o tempo em que estiverem a trabalhar, são obrigados a devolver os valores que lhe foram pagos pela Segurança Social e a pagar uma coima (multa).

Apenas quem se reformou como trabalhador independente pode continuar a exercer qualquer atividade, sem restrições.

Em caso de dúvidas sobre os seus direitos, contacte o nosso serviço de informação.





Fonte: foreveryoung.sapo.pt                      Link: https://foreveryoung.sapo.pt/reforma-ha-uma-situacao-em-que-pode-ser-pedida-mais-cedo-e-sem-sofrer-cortes/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Doenças Raras / Óbito: Morreu Bella Brave, tiktoker com doença rara
« Última mensagem por Nandito em 16/07/2024, 22:50 »
Óbito: Morreu Bella Brave, tiktoker com doença rara

Tinha 10 anos

Por Forever Young 17:25, 16 Julho 2024



Isabella Thomson, conhecida como Bella Brave, morreu aos 10 anos, no passado domingo. A tiktoker tinha uma doença rara e aparência do corpo de um bebe. Kyla Thomson, mãe da influenciadora, afirmou que a filha morreu “pacificamente nls nossos braços”, em comunicado publicado no Instagram.

“A nossa garota corajosa deixou seu legado na terra de dancinhas douradas no dia 14 de julho às 16h19. Bella se foi pacificamente nos nossos braços. Por favor, partilhem o nome dela, as memórias e sua coragem. Por favor, compartilhem também como ela os tocou em vida e os deu coragem”, disse Kyla.


Bella Brave ficou famosa por compartilhar sua rotina nas redes sociais. Não resistiu às complicações da Doença de Hirschsprung, uma enfermidade rara que acomete o intestino grosso (cólon), dificultando a passagem das fezes, somada a imunodeficiência grave e uma mutação genética que afeta o crescimento dos ossos.





Fonte: foreveryoung.sapo.pt                    Link: https://foreveryoung.sapo.pt/obito-morreu-bella-brave-tiktoker-com-doenca-rara/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Há quase um milhão de animais nas ruas em Portugal. Todos os anos são recolhidos pelas autoridades cerca de 40 mil

Por Revista de Imprensa 12:22, 16 Jul 2024



A falta de condições económicas e os despejos são apontados como os principais motivos para o abandono de animais em Portugal. Atualmente, estima-se que existam 931 mil animais nas ruas do país, sendo os gatos mais numerosos que os cães. Na Casa dos Animais de Lisboa, o centro de recolha oficial do município, já foram acolhidos 321 animais apenas este ano.

“Infelizmente, ainda se nota um grande número de abandonos”, lamenta Sofia Baptista, veterinária e chefe de divisão da Casa dos Animais de Lisboa, ao Diário de Notícias. “Muitos dos casos de tentativa de abandono, ou mesmo de abandono, ocorrem por dificuldades económicas. Acontece quando os tutores enfrentam situações de vulnerabilidade económica, despejos ou internamentos compulsivos”, explica a responsável.

A crise económica e a crise imobiliária têm contribuído significativamente para o aumento do abandono de animais nos últimos cinco anos. “Temos assistido a picos de abandono, resultantes da crise económica e da crise imobiliária. Tem sido brutal”, afirma Margarida Saldanha, responsável pelo abrigo da União Zoófila, em Lisboa.

Além das dificuldades económicas, Margarida Saldanha destaca questões de índole pessoal dos tutores como uma causa adicional para o abandono. “Há pessoas que têm uma crise de valores tremenda. Não têm qualquer afeto pelo ser vivo, adotam por motivos impulsivos e sem ponderação”, acrescenta.

No abrigo da União Zoófila, encontram-se cerca de 400 cães e 160 gatos. “No caso dos gatos, muitas pessoas abandonam-nos em colónias, mas isso equivale a condená-los à morte”, alerta Margarida Saldanha. “Um gato doméstico não está preparado para sobreviver nas ruas. Está sujeito a atropelamentos, ataques de outros animais e maldade humana”, explica.

O Censo Nacional de Animais Errantes 2023, elaborado pela Universidade de Aveiro e pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), indica que há mais de 930 mil animais errantes em Portugal. O Relatório Anual de Atividade dos Centros de Recolha Oficial 2022, também do ICNF, revela que foram recolhidos 41.994 animais em todo o país no último ano, uma ligeira redução face aos 43.603 de 2021. Contudo, desde 2018, o número de recolhas aumentou 17,52%.

Abandonar animais é um crime punível com pena de prisão até seis meses. Sofia Baptista sublinha que “há sempre soluções, só não há solução para a morte”. A veterinária apela à responsabilidade dos tutores, frisando que adotar um animal é um compromisso para a vida.

Para prevenir o abandono, existem programas de apoio. O protocolo com a Ordem dos Médicos Veterinários oferece o “cheque-veterinário” para tutores em dificuldades económicas. “Os tutores podem solicitar o cheque-veterinário por email à Casa dos Animais de Lisboa, apresentando comprovativo da sua situação económica”, explica Sofia Baptista. Este cheque permite acesso a tratamentos, vacinações, desparasitações, cirurgias e esterilizações sem custos.

Além disso, a Casa dos Animais de Lisboa colabora com a associação Animalife, que fornece alimentação, produtos de higiene e serviços de saúde animal a famílias carenciadas. “A esterilização é crucial para controlar a população animal e evitar abandonos”, enfatiza Sofia Baptista.

Enquanto alguns abandonam os seus animais, outros chegam a “humanizá-los demasiado”, observa Pedro Serra, proprietário da creche canina Tails by Petmais, em Lisboa. “Aqui, os cães convivem, brincam e são treinados diariamente”, explica. A creche recebe cães de todas as raças, com tarifas que podem chegar aos 320 euros mensais.

“Os tutores que utilizam este serviço são aqueles que amam verdadeiramente os seus animais e querem proporcionar-lhes uma vida ativa e socialmente enriquecedora”, diz Pedro Serra. As atividades incluem brincadeiras com garrafas recicladas e até festas de aniversário caninas.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                      Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/ha-quase-um-milhao-de-animais-nas-ruas-em-portugal-todos-os-anos-sao-recolhidos-pelas-autoridades-cerca-de-40-mil/
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P. Barca: Igreja de Nogueira vai ter mais acessos para pessoas de mobilidade reduzida

16 Julho, 2024 - 16:01



Empreitada conta com apoio de 50 mil euros por parte do Município.

A Igreja Paroquial de São Romão de Nogueira, em Ponte da Barca, vai ter mais acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida.

 Os trabalhos de requalificação do exterior do largo do templo já arrancaram.

 A empreitada conta com apoio de 50 mil euros por parte do Município.

 “Contempla a criação de acessos que até agora não existiam, facilitando a entrada na Igreja, assim como o acesso aos espaços públicos adjacentes, incluindo o cemitério e a casa mortuária”, adianta a autarquia.

 A obra, refere, era um anseio antigo da população daquela freguesia.

 “Este apoio à Fábrica da Igreja Paroquial de São Romão de Nogueira visa garantir que todos os cidadãos, independentemente da sua mobilidade, possam usufruir dos principais pontos de interesse de Nogueira”, acrescenta.

 
[Fotografia: Município P. Barca]





Fonte: radiovaledominho.com                     Link: https://www.radiovaledominho.com/p-barca-igreja-de-nogueira-vai-ter-mais-acessibilidades-para-pessoas-de-mobilidade-reduzida/
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Exposição com obras executadas por pessoas com deficiência promove integração social mais justa

Há 7 horas - Porto.



Veja a galeria de imagens, clicando no link oficial da noticia em baixo:

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) e a Fundação Manuel António da Mota, com o apoio do Município, inauguraram, nas instalações da fundação, uma exposição relativa ao 18.º Concurso Nacional de Obras de Expressão Plástica de Pessoas com Deficiência Intelectual (CRIDEM). Para o vereador da Coesão Social, Fernando Paulo, é necessário continuar a alavancar "uma política cada vez mais inclusiva".

No âmbito do CRIDEM decorreu ainda, na Fundação Manuel António da Mota, o seminário "A Arte de Incluir", no qual o vereador da Coesão Social participou.

Na sessão de abertura, o autarca apontou a importância de "consciencializar para a importância da igualdade de oportunidades, para o respeito da dignidade e direitos humanos, para a diversidade e valorização da inclusão em todos os contextos continua a ser uma prioridade nos dias de hoje", recordando que ainda há a "necessidade de uma integração social mais justa e igualitária", no que diz respeito às pessoas com deficiência intelectual.

Neste sentido, "o Município do Porto tem tido o cuidado de trabalhar, refletir e propor projetos que possam dar respostas diversificadas às diferentes necessidades identificadas destes e de outros grupos vulneráveis", referiu Fernando Paulo, que elencou alguns exemplos do que tem sido feito pela Câmara.

"Além de promover um conjunto de iniciativas para atender às necessidades das pessoas com deficiência, tem procurado atender às necessidades das instituições que trabalham com elas", sublinhou o vereador da Coesão Social.

O CRIDEM é um concurso nacional de obras de expressão plástica de pessoas com deficiência intelectual, de tema livre, aberto, exclusivamente, a pessoas que estejam a ser apoiadas por organizações com respostas na área da deficiência ou incapacidade intelectual.

Nesta edição participaram 111 organizações, tendo sido recebidas 250 obras.





Fonte: porto.pt                        Link: https://www.porto.pt/pt/noticia/exposicao-com-obras-executadas-por-pessoas-com-deficiencia-promove-integracao-mais-justa
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Petição contra calendário escolar diferenciado já tem assinaturas suficientes para ser discutida no Parlamento: "Há crianças que estão na escola o ano inteiro"


O Movimento de Professores em Monodocência (MPM) está contra a proposta do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) de calendário escolar para os próximos quatro anos letivos e lançou uma petição online "Contra a proposta de um calendário escolar diferenciado. A favor de um calendário que respeite TODOS!",   https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT121210     que, lançada a 16 de junho, conta já com mais de 7600 assinaturas, mais do que suficientes para ser discutida na Assembleia da República. Em causa, a diferenciação de datas para o final do ano letivo, que mantém as crianças do pré-escolar e do primeiro ciclo mais duas semanas na escola do que os alunos do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos e mais 21 dias do que os alunos do 9.º, 11.º e 12.º anos.

“Não há estudos, muito pelo contrário, que comprovem que quanto mais tempo de aulas houver, mais sucesso escolar haverá. As crianças cansam-se da rotina. Há relatos de colegas que dizem que as crianças, a determinada altura, já nem brincar querem, quanto mais estudar”, sublinha Paula Costa Gomes, educadora de infância e porta-voz do MPM.

O MECI colocou, a 6 de junho, em consulta pública uma proposta de calendário escolar para os anos letivos de 2024/2025, 2025/2026, 2026/2027 e 2027/2028. A título de exemplo, para o próximo ano letivo, o MECI propõe que as aulas comecem entre 12 e 16 de setembro, com o primeiro período a terminar a 17 de dezembro, o segundo período a começar a 6 de janeiro e a terminar a 4 de abril e o terceiro a iniciar a 22 de abril e a terminar a 6 de junho para os alunos do 9.º, 11.º e 12.º anos, a 13 de junho para os estudantes do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos e a 27 de junho para o pré-escolar e primeiro ciclo.

Os argumentos dos exames nacionais e da descoordenação do calendário escolar com os horários de trabalho dos pais com que muitos justificam esta diferenciação no calendário escolar não colhem junto dos autores da petição. “Compreendemos que determinados anos tenham de terminar mais cedo por causa dos exames, mas isso não justifica que as crianças do primeiro ciclo e do pré-escolar fiquem na escola mais três semanas. Quanto ao facto de muitos pais não terem onde deixar os filhos em tempo de férias escolares também não é argumento, porque é colocar mais peso na vertente assistencial da escola. É a resposta mais fácil e mais básica”, considera Paula Costa Gomes.

“O Governo tem é de insistir em políticas de apoio à família como existem noutros países, como alargamento das licenças de parentalidade ou apoios que permitam aos pais ficarem em casa mais tempo com os filhos. Eu deixo esta pergunta: os pais querem deixar os filhos horas sem fim na escola? Muitas crianças de três e quatro anos estão na escola desde as 08:00 às 19:00. Há crianças que estão na escola o ano inteiro, nem têm férias. Do ponto de vista do desenvolvimento infantil é o pior que pode existir. Pensemos do ponto de vista dos adultos: há algum adulto que se sinta bem no seu local de trabalho horas sem fim, sem férias?”, questiona.

Embora sublinhe que o que move o MPM nesta iniciativa é “o bem-estar e o desenvolvimento das crianças”, Paula Costa Gomes alerta ainda para a exigência “física e psicológica” que é o primeiro ciclo e o pré-escolar para os professores em monodocência, que estão “num cansaço extremo”. E acrescenta que o corpo docente destes níveis de ensino está muito envelhecido, com a previsão de reforma para muitos nos próximos anos. “Qualquer dia, mesmo que queiram dar uma resposta assistencial na escola, não vão conseguir, porque não há professores. É empurrar o problema com a barriga. Isto vai rebentar, mais cedo ou mais tarde. Se calhar, mais cedo do que mais tarde”, avisa.

Ainda não são conhecidos os resultados da consulta pública à proposta de calendário escolar do Governo para os próximos quatro anos letivos, mas desde o início que foi contestada pelos diversos atores da comunidade escolar.

Fonte: CNN Portugal por indicação de Livresco
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Divulgação dos resultados das candidaturas a acreditação de Centros de Recursos para a Inclusão

Em cumprimento do ponto 11, do Aviso n.º 6252/2024/2, publicado no Diário da República, 2.ª série, n. º 59, de 22 de março são divulgados os resultados finais das candidaturas a Centros de Recursos para a Inclusão (CRI).

A Direção-Geral da Educação procede à divulgação das listas finais, homologadas pela Presidente do Júri de Avaliação, por delegação, das instituições acreditadas, bem como das instituições excluídas a Centros de Recursos para a Inclusão (CRI), por deliberação do Júri de Avaliação, que decorreu na 2.ª reunião do júri, a qual teve lugar no dia 17 de junho de 2024, nos termos do citado Aviso.

Comunicado

Lista de instituições acreditadas a Centros de Recursos para a Inclusão  https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_documentos/listas_das_instituicoes_acreditadas_a_cri.pdf

Lista de instituições excluídas a acreditação a Centros de Recursos para a Inclusão 
https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Noticias_documentos/listas_das_instituicoes_acreditadas_a_cri.pdf



Fonte: DGE
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