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Natação / Re: JOÃO VAZ NO CAMPEONATO DA EUROPA DE NATAÇÃO DSISO 2021
« Última mensagem por pantanal em 20/10/2021, 12:51 »
Filipe Santos




O nadador do Lagoa Académico Clube, Filipe Santos, terminou a sua participação no Campeonato da Europa DSISO (Down Syndrome International Swimming Organisation), em Ferrara, Itália, que decorreu entre 6 e 10 de outubro de 2021.

 
O Município de Lagoa felicitou o atleta pelas quatro medalhas de ouro em provas de estafeta (4 x 50m Estilos, 4 x 50m livres, 4 x 100m Estilos e 4 x 100m livres), pela medalha de prata nos 50m livres e medalhas de bronze nos 200m Mariposa e 4 x 200m livres.
 
O autarquia felicita, igualmente, o treinador Paulo Sousa, que acompanhou o atleta, e fez parte da equipa técnica da seleção portuguesa, bem como toda a comitiva nacional «pelos extraordinários resultados alcançados».
 
Em comunicado, a Câmara de Lagoa refere que a modalidade de natação, tem vindo a crescer no concelho nos últimos anos, «com um maior número de atletas praticantes, melhores resultados e uma aposta na natação adaptada».


Fonte: https://www.algarveprimeiro.com/d/filipe-santos-do-o2-portimao-bate-recorde-do-mundo-de-natacao-adaptada-2019/25321-33
 
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo Ecologyk
« Última mensagem por Pantufas em 20/10/2021, 12:46 »
Seja muito feliz na nossa casinha ,... sempre a disposição  :brinde:
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo EDUARDO LEMOS
« Última mensagem por Pantufas em 20/10/2021, 12:46 »
Seja muito feliz na nossa casinha ,... sempre a disposição  :brinde:
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Apresentações & Regras / Re: Bem vindo mmsilva88
« Última mensagem por Pantufas em 20/10/2021, 12:45 »
Seja muito feliz na nossa casinha ,... sempre a disposição  :brinde:
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Vela / CNP NO TOP20 DO CAMPEONATO DO MUNDO VELA ADAPTADA
« Última mensagem por Pantufas em 20/10/2021, 12:41 »
CNP NO TOP20 DO CAMPEONATO DO MUNDO VELA ADAPTADA


CNP no TOP20 do Campeonato do Mundo Vela Adaptada
DESPORTO | 19 Outubro 2021

Terminou o HANSA WORLD CHAMPIONSHIP 2021 em Palermo que colocou o Naval no topo da vela adaptada mundial em representação da Seleção Nacional, com destaque para o velejador Guilherme Ribeiro e Fernando Pinto.

Num Campeonato do Mundo marcado por um vento inconstante, muita chuva, e várias tempestades súbitas, com dias de vento quase nulo e dias com rajadas a rondar os 35/38 nós, provocando a quebra de vários mastros, velas rasgadas e até a perda do leme em uma embarcação o velejador Fernando Pinto, atleta do Naval conseguiu com um extraordinário 19º lugar Classe Hansa 303 singulares.

Em 5 dias de competição apenas foram realizadas 5 regatas na Classe singulares e 4 regatas na Classe duplos.

A participação da Seleção Nacional de Vela Adaptada no Campeonato do Mundo da Classe Hansa, fica também marcada pela conquista do 10° lugar na geral, pelo velejador Guilherme Ribeiro.
A vela Adaptada no Povoense dá assim um passo gigante na modalidade, reflexo de um extraordinário trabalho da secção de vela e da direção do clube “promovendo a prática da vela a pessoas com limitações físicas, criando condições materiais e humanas à acessibilidade e integração social e desportiva dos seus praticantes”.


Fonte: https://www.vozdapovoa.com/noticias/desporto/cnp-no-top20-do-campeonato-do-mundo-vela-adaptada

 
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Covid-19: Instituições para deficientes pedem alívio de restrições em vigor desde Maio de 2020


“Quando o país inteiro caminha para uma quase total normalidade, nós estamos ainda com um guião de Maio de 2020, o que é completamente inaceitável”, aposta a presidente da Humanitas - Federação Portuguesa para a Deficiência Mental.

Lusa
19 de Outubro de 2021, 11:34

Muitos jovens com deficiência continuam “fechados nos centros ocupacionais”, por causa da pandemia SERGIO AZENHA
A presidente da Humanitas - Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, Helena Albuquerque, lamenta que, apesar da actual situação da pandemia de covid-19 em Portugal, as instituições mantenham as mesmas restrições de Maio de 2020.


“Quando o país inteiro caminha para uma quase total normalidade, nós estamos ainda com um guião de Maio de 2020, o que é completamente inaceitável, porque as restrições eram bem duras nessa altura”, disse Helena Albuquerque à agência Lusa, esta terça-feira.

A responsável aponta dois exemplos: “a obrigatoriedade de distanciamento social entre utentes de metro e meio a dois metros” e o facto de os jovens que desempenhavam Actividades Socialmente Úteis (por exemplo em hospitais, autarquias, escolas ou empresas, através de um protocolo que prevê uma compensação monetária) estarem “fechados nos centros ocupacionais”.


“Neste momento, não se compreende esta situação”, considerou Helena Albuquerque, lembrando que já em Julho, quando todos os utentes estavam vacinados, tinha lançado o repto à tutela para “libertar um bocadinho essas restrições”.

No entanto, até hoje, estas instituições não receberam indicações, apesar de Helena Albuquerque saber que a Secretaria de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência já elaborou um novo guião.



“Sei que esse guião estava a ser finalizado há cerca de quatro semanas e que estavam em conversações com a Direcção-Geral da Saúde (DGS) para que fosse publicado. Mas, de facto, ainda não foi e começa a ser insustentável manter esta situação”, afirmou.

No seu entender, desde o início da pandemia que a DGS tem “relevado algum desconhecimento” relativamente ao sector da deficiência.

“Nos primeiros comunicados que a DGS emitiu para estruturas residenciais referia-se exclusivamente à população idosa e não fazia sequer referência à população institucionalizada com deficiência. Há realmente um certo desconhecimento da DGS relativamente a este sector que não podemos aceitar”, frisou.


Helena Albuquerque contou que “há instituições que já começaram a acabar com as restrições”, mesmo sem terem recebido indicações oficiais para o fazer, mas estão a ter problemas com a Segurança Social, que as subsidia e fiscaliza.

“Algumas instituições estão a ter problemas com alguns centros distritais da Segurança Social porque nós temos oficialmente que obedecer ao guião que foi publicado em Maio de 2020, que está completamente desactualizado e é um disparate”, sublinhou.


Fonte: https://www.publico.pt/2021/10/19/sociedade/noticia/covid19-instituicoes-deficientes-pedem-alivio-restricoes-vigor-desde-maio-2020-1981620
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Osteoporose é tão mortal como o cancro da mama. Doença afeta mais de 800 mil portugueses
Nuno de Noronha
20 out 2021 08:00


A alimentação rica em cálcio e vitamina D, juntamente com a prática regular de exercício físico que permita aumentar a resistência óssea, são fatores decisivos na prevenção da osteoporose, doença que afeta mais de 30% das mulheres. Hoje é o Dia Mundial da Osteoporose.
Osteoporose é tão mortal como o cancro da mama. Doença afeta mais de 800 mil portugueses


"O risco de osteoporose depende, em parte, de fatores genéticos, e é mais comum entre as mulheres, após os 50 anos e em pessoas de pequena estatura, muito magras ou com familiares que sofreram fraturas ósseas. A par destes fatores não modificáveis, a osteoporose está diretamente relacionada com a perda progressiva de massa óssea, que ocorre em todas as pessoas a partir dos 35 anos", explica António Vilar, médico reumatologista no Hospital Lusíadas Lisboa.


"Para prevenir esta doença a pessoa deve incluir na sua alimentação alimentos ricos em cálcio como leite, iogurte e queijo; espinafres, sardinhas enlatadas, frutos secos, tofu e sementes de sésamo. ​Mesmo que ingira níveis adequados de cálcio, este não será absorvido pelo intestino nem aproveitado pelos ossos, deverá incluir na alimentação alimentos como salmão, atum, cavala, sardinha, carapau ou gema de ovo", refere o médico.

"As doenças da tiroide, a artrite reumatoide e o uso prolongado de corticoides aumentam o risco de osteoporose. Hábitos tabágicos e consumo de álcool em excesso devem também ser abandonados. As pessoas devem aconselhar-se com o seu médico sobre a possibilidade de tomar suplementos de cálcio e vitamina D ou medicamentos para a prevenção da osteoporose", revela.

Um doença silenciosa
​​​​​​​​A osteoporose afeta a densidade e qualidade dos ossos e é considerada uma doença silenciosa. Esta doença é responsável por 40 mil fraturas ósseas por ano em Portugal, sendo as mais comuns da anca, da coluna e do punho. Em todo o mundo, revela a Fundação Internacional da Osteoporose, as mulheres são as mais afetadas: uma em cada três (30%), face a um quinto dos homens com mais de 50 anos, sofre uma fratura.


Durante a menopausa, há uma perda acelerada da massa óssea na mulher, sobretudo nos primeiros anos, o que requer algum tipo de tratamento logo numa fase inicial, alerta a Sociedade Portuguesa de Reumatologia. Caso contrário, a descalcificação dos ossos poderá levar irremediavelmente a uma situação de osteopenia ou mesmo de osteoporose.

As fraturas do fémur têm uma mortalidade de quase 25 por cento no primeiro ano, pelo que o risco de uma mulher morrer de fratura da anca é igual ao de morrer de cancro da mama. Havendo formas de tratamento e medidas que podem facilitar a vida de quem é afetado, a prevenção é a opção que melhor garante qualidade de vida e se​ aplica a todas as pessoas, desde a infância.

Estima-se que a cada três segundos ocorra uma fratura osteoporótica em algum lugar do planeta.

A prevenção com a ajuda do sol
O tratamento da osteoporose realiza-se com medicamentos anti-osteoporóticos e só assim é possível reduzir o número de doentes e o número de fraturas. A vitamina D e o sol são um complemento ao tratamento anti-osteoporótico.

Em Portugal, estima-se que haja 10 mil fraturas da anca todos os anos, sendo a lesão mais incapacitante provocada por esta doença, e que representa mais de 100 milhões de euros gastos anualmente.

A vitamina D proveniente do Sol é sintetizada na pele sob a exposição da luz ultravioleta B, mas a capacidade de sintetizar esta vitamina subcutaneamente diminui com a idade.


Fonte: Sapo
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Noticias / Re: REFORMA ANTECIPADA PARA OS TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIA
« Última mensagem por Nandito em 20/10/2021, 09:04 »
Pessoas portadoras de deficiência querem revisão da Pensão Social de Inclusão e reforma aos 55 anos - DM


Nuno Cerqueira
19 Outubro 2021



Vídeo: Nuno Cerqueira

Estiveram reunidos em Braga.

A Confederação Nacional das Organizações das Pessoas com Deficiência (CNOPD) quer ver discutida as reforma aos 55 anos de idade e a revisão da Pensão Social de Inclusão (PSI).

Em declarações ontem a este jornal, Jorge Reis, presidente da CNOPD, referiu durante encontro em Braga, na Universidade do Minho, que vai existir um debate na Assembleia da República onde se vai discutir a questão de reforma antecipada.

«Para se perspetiva a questão da decisão. A nossa proposta é que seja aos 55 anos, 20 anos de descontos e 15 para pessoas com incapacidade acima dos 60% atestado pelo multiusos», destacou Jorge Reis.

O presidente da CNOPD quer ainda uma revisão da PSI.

«Queremos uma aproximação aos salários médios. O valor está muito abaixo e tem que ser revisto. Só é renumerado em 12 meses e queremos que passe para 14. Queremos que haja uma limitação alargada para com aqueles que acumulam o trabalho e que recebem a PSI, para que haja uma proximação aos salários médios reais», afirmou Jorge Reis.

A CNOPD considerou ainda que há um inclusão plena por fazer.

«Há avanço nos direitos das pessoas, mas há questões em aberto no que respeita à inclusão plena ao nível da educação, emprego, acessibilidades todas, aplicação das leis que existem para a área da deficiência e saúde. Por exemplo, nós verificamos que nesta pandemia as pessoas com deficiência foram muito afetadas», destacou Jorge Reis.


Fonte imagem: diariodominho.sapo.pt


Fonte: diariodominho.sapo.pt           Link: https://diariodominho.sapo.pt/2021/10/19/deficientes-querem-revisao-da-pensao-social-de-inclusao-e-reforma-aos-55-anos/
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Noticias / Re: REFORMA ANTECIPADA PARA OS TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIA
« Última mensagem por Nandito em 19/10/2021, 23:19 »
19-10-2021 | Audição - Regime de Reforma antecipada para pessoas com deficiência | Ana Sofia Antunes


Fonte video: partidosocialista youtube.com

19-10-2021| Audição - Regime de Reforma antecipada para pessoas com deficiência | Francisco Oliveira


Fonte video: partidosocialista youtube.com

Carla Madureira na Audição sobre o Regime de Reforma antecipada para pessoas com deficiência


Fonte video: PSDTV youtube.com

19-10-2021 | Regime de Reforma antecipada para pessoas com deficiência | Ana Sofia Antunes 2ª


Fonte video: partidosocialista youtube.com
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Noticias / Re: REFORMA ANTECIPADA PARA OS TRABALHADORES COM DEFICIÊNCIA
« Última mensagem por Nandito em 19/10/2021, 21:58 »
Reforma antecipada para pessoas com deficiência "não é protetora nem dignificadora"

JN/Agências
Hoje às 15:26



Ana Sofia Antunes, secretária de Estado da Inclusão
Foto: Carolina Branco/Global Imagens


A secretária de Estado da Inclusão defendeu esta terça-feira que um modelo de reforma antecipada para pessoas com deficiência, que permita um acesso generalizado, "não é protetor nem dignificador" destas pessoas.

"Um regime que se preocupa com a redução do número de anos para aceder à reforma sem se focar no número de anos de descontos não é um regime protetor. Um regime que não atende a situações concretas como forma de proteger bem um conjunto de pessoas em situação delicada é um regime que querendo dar tudo a todos não dará nada a ninguém", frisou.

Ana Sofia Antunes falava hoje no Parlamento durante uma audição pública sobre o estudo do Regime de Reforma Antecipada para Pessoas com Deficiência, na qual apresentou um relatório que resulta de um compromisso do Orçamento do Estado para 2020.

O documento foi entregue na Assembleia da República em setembro de forma a dar um enquadramento dos impactos orçamentais, níveis de proteção social em termos de valores de pensão e universo potencial de abrangidos para acederem a este regime especial.

Segundo o estudo, a antecipação da idade da reforma para pessoas com deficiência poderá abranger, numa fase inicial, cerca de 6700 pessoas, com um valor médio de pensão de 680 euros.

Contudo, para a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, este é um modelo que "sob uma capa de ser aparentemente benéfico, porque permite um acesso generalizado a uma reforma antecipada a todas as pessoas que aos 55 anos tenham 20 anos de descontos, 15 dos quais com deficiência e com grau de incapacidade igual ou superior a 60 por cento, atribui uma proteção individual muito baixa".

"Um acesso aberto com proteção baixa caso a caso resulta em impactos muito significativos ao nível da consolidação dos saldos da Segurança Social, sendo que este impacto a partir do momento em que não é protetor nem dignificador não nos afigura de vantajoso", disse.

Ana Sofia Antunes explicou que apesar da média das pensões e situar nos 687 euros, a verdade é que a maioria teria valores muito abaixo desse montante: 56% das pessoas teriam pensões abaixo do limiar da pobreza.

Ao admitir uma reforma aos 20 anos de carreira contributiva, adiantou, possibilita-se que muitas pessoas receberiam 40 a 46% do valor que podiam auferir se estivessem a trabalhar, com a agravante de que ao acederem à reforma antecipada estariam impedidas de voltar ao mercado de trabalho.

"Os anos de descontos é que permitem dignidade quando as pessoas procuram reformar-se com antecipação", frisou adiantando que é necessário identificar uma justiça basilar no acesso à reforma antecipada tendo em atenção as condições específicas de acesso que devem ser conjugadas com as condições gerais, idade de aceso, anos de descontos e grau de incapacidade.

A secretária de Estado adiantou que, embora entenda que a reforma antecipada possa ser justa quando pensada nos moldes adequados, "não deixa de ser uma mensagem errada" num momento em que o Governo pretende apostar na inclusão e na contratação de mais pessoas com deficiência.

Para este estudo foi feito um levantamento de fontes de informação sobre a quantificação da população com deficiência em Portugal, salientando o Governo a elevada incerteza quanto à quantificação das pessoas com deficiência com atividade laboral e o respetivo percurso contributivo o que considera "acarretar um considerável risco de subestimação de beneficiárias/os e de despesa no estudo do regime em apreço".

Segundo o estudo, o impacto orçamental associado a esta proposta ronda, num ano de maturidade, os 147 milhões de euros anuais.



Fonte: jn.pt           Link: https://www.jn.pt/nacional/reforma-antecipada-para-pessoas-com-deficiencia-nao-e-protetora-nem-dignificadora-14235191.html
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