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Aniversários / Aniversário Florida Macedo 11.12.2017
« Última mensagem por RoterTeufel em Hoje às 18:08 »
Hoje dia 11.12.2017 vamos dar os parabéns a nossa amiga Florida Macedo.
Parabéns, felicidades amiga. :palmas2: :palmas2: :palmas2: :brinde: :brinde:
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Comunicados da Administração / Re: Boas Festas 2017
« Última mensagem por RoterTeufel em Hoje às 18:05 »
 :decoarvore: :lista: :sinos: :song: :feliznatal: :funnypai: :bonecochapeu: :painatal3: :santasong: :rena: :chamine: tre_no

Boas festas a todos
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Noticias / Marcelo assinala Direitos Humanos com exemplo da Bela Vista
« Última mensagem por 100nick em Hoje às 17:03 »
Marcelo assinala Direitos Humanos com exemplo da Bela Vista

Presidente diz que bairro de Setúbal trabalha todos os dias pelo princípio da Igualdade
 Francisco Alves Rito
FRANCISCO ALVES RITO 10 de Dezembro de 2017, 21:20 Partilhar notícia


O Presidente da República conviveu com os moradores do reabilitado Bairro da Boa Vista LUSA/ANTÓNIO PEDRO SANTOS

O Presidente da República visitou neste domingo a Bela Vista, um dos bairros mais problemáticos de Setúbal, para assinalar os 69 anos da aprovação da Declaração Universal dos Direitos do Homem.


“Um dos princípios fundamentais é a máxima igualdade possível entre as pessoas e isso faz-se todos os dias em bairros como este” disse Marcelo Rebelo de Sousa, depois de conhecer o espaço público melhorado pelo trabalho conjunto entre os moradores e as autarquias locais com apoio de várias empresas.

O bairro, que “parecia estar a morrer, como disse uma das moradoras, renasceu”, destacou o Presidente que prometeu “apoiar todas as iniciativas que partam das pessoas com este objectivo de criar melhores condições de vida e de igualdade”.

Apesar da noite fria e chuvosa, Marcelo foi recebido em euforia por dezenas de pessoas, num entusiasmo que, segundo os autarcas presentes, vai dar força ao programa que, ao longo de cinco anos, tem vindo a mudar a face do bairro. “A visita do Presidente é o reconhecimento deste trabalho conjunto que está a mudar a realidade” disse a presidente da Câmara de Setúbal, Dores Meira.

O presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião acrescentou que o gesto do Presidente “é simbólico, mas pode intensificar o esforço dos moradores e dar visibilidade ao resultado”.

Depois de visitar os equipamentos construídos recentemente, Marcelo Rebelo de Sousa entrou numa das habitações, adaptada para melhor mobilidade de um morador que usa cadeira-de-rodas, e terminou a noite num jantar com os moradores na escola da Bela Vista, em que comeu cachupa feita pelos habitantes.


Fonte: PUblico
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Off Topic's / Skype
« Última mensagem por bms1987 em Hoje às 15:38 »
Boas Tardes Malta,

Como referi no "Messenger" do Blog, achei boa ideia, quem tiver claro, deixar aqui neste tópico os seus usuários do Skype, Facebook, etc, para que possamos fazer um grupo tanto no Skype como no Facebook, coisa simples.

Se quiserem deixem neste topico que eu vou adicionando e crio assim o grupo em ambos os lados.

No Skype basta deixarem o mail, no facebook o link do vosso perfil acho que é suficiente. Quem não tiver ou pede ajuda ou tenta fazer um usuário.

Á medida que vão colocando e eu vendo respectivamente vou adicionando portanto convém posteriormente me aceitarem.  :music:
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Castelo Branco: Investigadora albicastrense apresenta projeto inovador de investigação inclusiva na Holanda

Diario Digital Castelo Branco | 2017-12-11 09:19:00
 Castelo Branco: Investigadora albicastrense apresenta projeto inovador de investigação inclusiva na Holanda
A psicóloga Raquel Alveirinho Correia, da APPACDM de Castelo Branco, apresentou o projeto de investigação inclusiva, que irá realizar-se com utentes desta instituição, na 3rd International Disabilities Studies Conference – The art of belonging, que decorreu em Amesterdão, organizado pela VU University Medical Center Amsterdam.

Este projeto de investigação inclusiva contará com a participação de pessoas com deficiência intelectual como investigadores no desenvolvimento de uma investigação científica. Inicialmente será implementado um programa onde se pretende que os participantes adquiram as ferramentas necessárias sobre o processo e métodos de investigação.

É de sublinhar que, apesar de alguns projetos deste tipo terem sido já implementados noutros países, em Portugal é inovador. As sessões decorrerão semanalmente na Escola Superior de Educação de Castelo Branco, no âmbito da parceria existente entre as duas instituições. 

O referido projeto surge na sequência de outra investigação que incluiu pessoas com deficiência intelectual que demonstraram grande motivação e entusiasmo pela sua participação no estudo e manifestaram interesse em participar noutras investigações.

 
Fonte: https://diariodigitalcastelobranco.pt/detalhe.php?id=44694


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Raríssimas. Secretário de Estado da Saúde diz que “nunca colaborou em decisões de financiamento”
10/12/2017, 15:172.029

O secretário de Estado da Saúde diz que nunca participou em "decisões de financiamento" da Raríssimas. Ministério da Segurança Social vai "avaliar a situação e agir em conformidade".

Tiago Petinga/LUSA
Autores

O Secretário de Estado da Saúde disse, este domingo, que enquanto consultor na Raríssimas “nunca participou em decisões de financiamento”. Numa reação por escrito ao Observador, Manuel Delgado demarcou-se das denúncias sobre a gestão dos dinheiros feita pela presidente Paula Brito Costa e afirmou que enquanto consultor da Raríssimas participou na preparação técnica da abertura da Casa dos Marcos, instalação da Raríssimas na Moita, colaborou “na área de organização e serviços de saúde”.

Manuel Delgado afirma que foi consultor da Raríssimas entre abril de 2013 e dezembro de 2014, altura em que ainda não era secretário de Estado da Saúde. No mesmo comunicado, diz ainda que desde que assumiu funções no Governo de António Costa apenas fez “uma visita oficial à Casa dos Marcos”. “Fui convidado e não tenho tido qualquer tipo de intervenção nas relações entre a referida associação e o Estado”, garante. A colaboração com a associação começou em 2010, quando integrou o Conselho Consultivo.

“Fui, entretanto, convidado a participar em algumas reuniões de interesse estratégico na Sede da Raríssimas, no âmbito desse Conselho. Mais tarde, em 2013, e na fase final da construção da Casa dos Marcos, na Moita, a Senhora Presidente da Raríssimas, Dra. Paula Brito e Costa, solicitou a minha colaboração técnica na área de organização e serviços de saúde, para ajudar a preparar a abertura desse equipamento. Essa colaboração passou a ser objeto de remuneração, atendendo à complexidade do projeto e às componentes técnicas à qual se pretendia dar um caracter eminentemente profissional”, esclarece Manuel Delgado.

    Fui, portanto, entre abril de 2013 e dezembro de 2014, consultor remunerado da Raríssimas, através de um contrato de trabalho que com certeza estará disponível nessa Associação e cuja menção está feita no Registo de Interesses por mim entregue na Assembleia da República no cumprimento do disposto no Art.º 26 da lei n.º 7/93, de 1 de março e Art.º 7.º-A da Lei n.º 64/93, de 26 de agosto, introduzidos pela Lei n.º 24/95, de 18 de agosto.”

Na reportagem que denuncia a gestão danosa da Raríssimas, é referido que a associação chegou a contratar, em 2013, o atual secretário de Estado da Saúde como consultor, com um salário mensal no valor de 3 mil euros. “Na altura em que foi feita a contratação achei que era muito dinheiro. Falava-se inclusivamente no senhor Manuel Delgado vir a ganhar 12 mil euros por mês. Ganhava muito para as possibilidades que a Raríssimas tinha”, disse o ex-tesoureiro Jorge Nunes na reportagem. A TVI revela ainda que, perante a falta de pagamento, o secretário de Estado foi informado de que a associação estava à espera do dinheiro do Fundo de Socorro Social para que pudesse saldar a dívida que Manuel Delgado reclamava.


Observador
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Educação Especial e Inclusiva / Necessidades Especiais
« Última mensagem por 100nick em Hoje às 15:02 »
Necessidades Especiais
Voz às Escolas


autor
João Andrade
contactar35
O Decreto-Lei que3/2008, de 7 de janeiro, refere, e bem, que todos os alunos têm necessidades educativas que devem ser trabalhadas no quadro da gestão da diversidade. Refere que a escola inclusiva pressupõe individualização e personalização de estratégias educativas, promovendo competências universais que permitam a autonomia e o acesso à condução plena da cidadania por parte de todos. Incluindo os casos em que as necessidades se revestem de contornos muito específicos.

O Decreto referido define, até à data, “os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos sectores público, particular e cooperativo,” bem como define, ainda, as condições de “adequação do processo educativo às necessidades educativas especiais dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e da participação (…) decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social.”

Referimos até à data, porque esteve em discussão, até recentemente, uma nova peça legislativa sobre a matéria, elaborada a partir do trabalho de um grupo, criado, para o efeito, pelo Despacho n.º 7617/2016, de 8 de junho. O contexto de contenção económica em que o País tem estado mergulhado, leva-nos a recear que muitas das medidas e operacionalizações nele previstas, derivem, não do melhor e superior interesse das crianças, mas, primariamente, de uma estratégia de contenção de custos.

Não é bom augúrio para a versão final da nova pela legislativa, a recente Portaria nº 272-A/2017, de 13 de setembro, que altera as fórmulas de cálculo do rácio de Assistentes Operacionais nas Escolas, e que indica incorporar, ao contrário da prévia sobre a matéria, a realidade dos alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE).

Sucede que, após um preâmbulo animador, o articulado claramente desilude na matéria. Sumariamente, para os alunos com Necessidades Educativas Especiais, o que no mesmo se preconiza é o seguinte: 1) é reduzida à letra de lei o que já era uma prática de longa data dos diversos governos - atribuição casuística, por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da educação, de um funcionário extra, somente na educação pré-escolar, a crianças cujo perfil de funcionalidade apresente acentuadas limitações no domínio cognitivo, associadas a limitações acentuadas no domínio motor, sensorial ou comportamental, e que necessitem de cuidados de saúde específicos ou de suporte adicional para participação nos contextos sociais e de aprendizagem; 2) a atribuição de dois funcionários para cada unidade de apoio especializado ou estruturado (mais um por cada sala extra); 3) a medida mais generalista, mas menos satisfatória, a contabilização, para efeitos de apuramento do número total de alunos, por estabelecimento de ensino, de cada aluno da educação especial, como aluno e meio.

A última medida é, na maioria dos casos, de impacto negligenciável: nas escolas E,B, 2/3 e Secundárias, pelo número habitual dos seus alunos, é atribuído um funcionário extra a cada 120 ou 150 alunos. Seriam neces

 sários muitos alunos com perfil de NEE para gerar um único funcionário extra que seja. Também no primeiro ciclo, embora o rácio seja menor, o número de alunos NEE também o é: logo raramente tal medida é impactante. A única medida que entendemos com realmente significativa e impactante é a 1), a atribuição de um funcionário, no pré-escolar, por cada criança com acentuadas limitações no domínio cognitivo, motor, sensorial ou comportamental. Mas até esta medida cria um contexto extremamente frustrante, particularmente para os pais das crianças: no pré-escolar é concedido um apoio, imprescindível, que permite que o filho se mantenha na zona de conforto, perto da família e amigos, e inserido com as restantes crianças do seu meio. Mas, a partir daí, mal transitem para o 1.º ciclo, embora as necessidades obviamente se mantenham (ou até agravem), essa resposta, de apoio individualizado, desaparece de todo. A criança, até aí tão necessitada, reduz a expressão da sua necessidade a “aluno e meio”.

Então qual a resposta - implícita - do normativo? A inserção em unidades de apoio especializado ou estruturado. Sucede que estas unidades, que agregam diversas crianças de patologias específicas semelhantes, funcionam, normalmente, somente em uma a duas escolas por concelho. Assim sendo, uma criança de cinco a seis anos, ainda não consciente da sua patologia, para continuar a estudar, vai ter que deixar o meio próximo, bem como as demais crianças, para se inserir numa escola alheia, distante, e já não num contexto regular de sala de aula normal. Criar a expetativa de apoio e inserção próxima às famílias no pré-escolar e logo depois, no acesso ao 1.º ano do 1.º ciclo, retirá-la, parece-nos algo extremamente frustrante e doloroso. O dia a dia de sentir a dor e incompreensão de pais e famílias afetados assim o nos permite dizer.

Embora seja compreensível que a partir do segundo ciclo, onde todas as crianças tenham de obrigatoriamente mudar de escola, as Unidades sejam uma resposta aceitável, para otimização de recursos, entendemos que o 1.º Ciclo deveria, claramente, usufruir dos mesmos recursos que o pré-escolar.
Entendemos que tal é, social e afetivamente, devido às famílias. A inserção de uma criança numa unidade especializada deve ser um processo gradual e realizado com as famílias, como a previsto na Declaração de Salamanca da Unesco, devendo-se encorajar e facilitar a participação dos pais de crianças com deficiência no planeamento e na tomada de decisões. Não nos parece que um ainda recente pai ou mãe de uma criança do pré-escolar, ainda a assimilar toda a problemática - muitas vezes ainda não clara - de um filho com necessidades especiais, esteja em condições de tal participação.

O debate sobre as Necessidades Educativas Especiais dos cidadãos, mas também sobre as Necessidades de Saúde Especiais, que se prolongam muito para além da escolaridade obrigatória (o que fazer com um adulto jovem com patologia extremamente limitante? Que respostas sociais temos, para ele e para as suas famílias?) é algo que urge responsavelmente fazer, se queremos ser, deveras, uma sociedade moderna e de valores.
A todos um Bom Natal, particularmente aos pais e famílias destas crianças, que cumprem, muitas vezes sós e incompreendidos, uma tarefa que é de todos.


Correio do Minho
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Noticias / Re: GUIA PRÁTICO PRESTAÇÃO SOCIAL PAR A A INCLUSÃO
« Última mensagem por migel em Hoje às 11:19 »
Bom dia

Eu telefonei para a segurança social e a menina (muito simpática por sinal) também achou estanho eu ainda não ter recebido nada, disse para eu expor a minha situação por email CDSSLisboa@seg-social.pt aos serviços da seg. social.
Ao qual fiz e aguardo resposta :(
Disse-me também que a partir de janeiro tinham indicações, que tudo iria estar normalizado.

Ficas-te sem saber se o teu requerimento entrou ou não.
Esperemos então por janeiro, o que interessa é que venha algum  ;)
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Outras Modalidades / Re: Halterofilismo
« Última mensagem por migel em Hoje às 10:50 »
Malta alguem sabe de algum clube ou instituição que tenha este tipo de modalidade e que participe em torneios?

Vê aqui contactos  »  http://www.fpdd.org/pt/localizacao-e-contactos
30
Outras Modalidades / Re: Halterofilismo
« Última mensagem por migel em Hoje às 10:48 »
Malta alguem sabe de algum clube ou instituição que tenha este tipo de modalidade e que participe em torneios?


Olá .. talvez indo por aqui: http://www.fpdd.org/
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