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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por Nandito em 06/12/2022, 10:09 »
China deixa cair testes Covid obrigatórios em supermercados e escritórios

Mariana Espírito Santo
9:44



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

A China está a avançar com um relaxamento gradual das restrições da Covid-19 após protestos em várias cidades. Testes deixam de ser obrigatórios para parques e aeroportos.

Depois de assistir a raros protestos contra as apertadas medidas de restrição da pandemia, a China continua a dar passos no alívio de algumas restrições. Na mais recente flexibilização de medidas, deixaram de ser obrigatórios testes negativos para entrar em parques, supermercados, escritórios e aeroportos.

Apesar de já não ser necessário teste para entrar no aeroporto, não há indicação de mudanças nas regras que exigem que os passageiros apresentem testes negativos antes do embarque.

Este alívio de medidas é mais uma etapa de flexibilização em todo o país, sendo que poderão surgir novas medidas a nível nacional já esta quarta-feira, segundo indicam fontes à agência de notícias Reuters.

A onda de relaxamento de restrições surge após uma série de protestos no mês passado, que marcou a maior demonstração de descontentamento público na China continental desde que o presidente Xi Jinping assumiu o poder em 2012.







Fonte: eco.sapo.pt                             Link: https://eco.sapo.pt/2022/12/06/china-deixa-cair-testes-covid-obrigatorios-em-supermercados-e-escritorios/
52
Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 06/12/2022, 10:02 »
Rússia. Um preço que não assusta nem afasta a invasão

6 de dezembro 2022 às 08:31


Dreamstime
 
Opositores do Kremlin anunciaram o limite do preço do barris de petróleo russos, mas Moscovo desconsidera esta decisão.

Entrou ontem em vigor o embargo das exportações de petróleo russo por via marítima da União Europeia e, ao mesmo tempo, foi fixado um limite de preço máximo do barril por parte dos países que fazem parte do G7 e a Austrália. Segundo o Kremlin, estas medidas irão desestabilizar os mercados globais de energia, mas não afetarão a capacidade de Moscovo de continuar a invasão militar na Ucrânia.

Este plano, acordado pelos membros das nações G7, irá limitar o preço máximo do barril em 60 dólares (cerca de 56,75€) e tem como objetivo reduzir os lucros da Rússia relacionados com a indústria de combustíveis fósseis, limitando assim o seu financiamento militar, e irá afetar 90% das importações europeias de petróleo russo, o que equivale a cerca de 100 mil toneladas (730 milhões de barris) por ano.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, revelou que a Rússia está a preparar-se para responder aos países que participarão nestas decisões. “A Rússia e a sua economia têm a capacidade necessária para responder às necessidades e requisitos da operação militar especial”, respondeu quando questionado se este novo preço do barril de petróleo afetaria a campanha militar da Rússia na Ucrânia.

Peskov argumentou que este limite do preço vai “desestabilizar completamente” os mercados globais de energia e disse aos europeus para se prepararem para preços mais altos.

O petróleo Brent de referência global subiu 1,7%, para 87,01 dólares (cerca de 91€) o barril, na segunda-feira, após a decisão da União Europeia de adotar o limite de preço do petróleo russo.

No entanto, ressalva a BBC, este valor “ainda está bem abaixo dos máximos observados após a Rússia invadir a Ucrânia”. “Os preços mais altos do petróleo tendem a aumentar os preços da gasolina e o custo de vida”, observa o meio de comunicação britânico, oferecendo como exemplo o caso do Reino Unido, onde o custo de vida “está a subir ao ritmo mais elevado dos últimos 41 anos”.

“A Rússia tem deixado muito claro que não venderá [petróleo] bruto a ninguém que assine o limite de preço”, disse Jorge Leon, vice-presidente sénior da consultora de energia norueguesa Rystad Energy, no programa Today da BBC. “Provavelmente, o que vai acontecer é que iremos assistir a algumas interrupções nos próximos meses e, provavelmente, os preços do petróleo começarão a subir novamente nas próximas semanas”.

 

Explosões na Rússia e na Ucrânia

Foram reportadas, esta segunda-feira, “explosões misteriosas” em duas bases aéreas russas longe das linhas de frente, o que está a levantar a possibilidade de Kiev ter encontrado uma maneira de atingir os bombardeiros russos de longo alcance que estão a ser usados em ataques contra a infraestrutura da Ucrânia.

Segundo meios de comunicação russos, uma das explosões terá acontecido na base aérea Engels-2, na região russa de Saratov, que abriga bombardeiros Tu-95, e a segunda ocorreu na base aérea militar perto da cidade de Ryazan.

Nestes ataques terão morrido três pessoas e cinco ficaram feridas. A causa das duas explosões não foi confirmada.

Entretanto, no mesmo dia, foi também revelado que mísseis russos atingiram edifícios na região de Zaporizhzhia, destruindo várias casas e matando pelo menos duas pessoas, disse uma alta autoridade ucraniana.

O governador da região de Kiev alertou os moradores para permanecerem em abrigos e uma empresa fornecedora de energia avisou que a energia foi cortada após os últimos ataques com mísseis.







Fonte: sol.sapo.pt                            Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787155/r-ssia-um-preco-que-nao-assusta-nem-afasta-a-invasao
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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 06/12/2022, 09:58 »
Ucrânia: COI vai manter as sanções à Rússia por causa da guerra

Sportinforma / Lusa
5 dez 2022 20:12



Rússia bombardeia cidades ucranianas

Conflito entre Ucrânia e Rússia dura desde o dia 24 de fevereiro.

O Comité Olímpico Internacional (COI) considera que as sanções impostas aos desportistas russos, devido à invasão da Ucrânia por parte da Rússia em fevereiro, devem ser mantidas, afirmou hoje Mark Adams, porta-voz da instituição.

"A nossa posição não mudou desde fevereiro. O presidente [Thomas Bach] já deixou claro que este não é o momento de levantar as sanções", assinalou o responsável no final de uma reunião do COI em Lausana, na Suíça.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: desporto.sapo.pt                               Link: https://desporto.sapo.pt/jogos-olimpicos/artigos/ucrania-coi-vai-manter-as-sancoes-a-russia-por-causa-da-guerra
54
Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 06/12/2022, 09:54 »
Ucrânia: Operadora de eletricidade anuncia cortes de emergência em todo o país

MadreMedia / Lusa
5 dez 2022 19:42



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A operadora de eletricidade ucraniana Ukrenergo avisou hoje que vai ser preciso realizar cortes de energia de emergência em toda a Ucrânia, devido aos mais recentes ataques russos.

“Devido às consequências dos bombardeamentos (…), para manter o equilíbrio entre a produção e o consumo de eletricidade, será instaurado um sistema de cortes de emergência em todas as regiões da Ucrânia. A eletricidade será fornecida prioritariamente às infraestruturas essenciais”, informou a Ukrenergo na rede social Telegram.

As sirenes de alerta de bombardeamentos voltaram a soar em várias partes da Ucrânia, esta manhã, depois de mísseis russos terem caído no sul do país, embora Zelensky assegure que a maioria deles foi destruída pelas defesas antiaéreas.

“A situação é difícil, mas está sob controlo”, acrescentou a Ukrenergo, quando as forças de Kiev anunciaram que destruíram mais de 60 dos cerca de 70 mísseis lançados pelos russos.

No entanto, “algumas centrais não poderão operar em plena capacidade durante algum tempo. As geadas que se intensificarão nas próximas 24 horas levarão a um défice de energia no sistema”, explicou a empresa.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-operadora-de-eletricidade-anuncia-cortes-de-emergencia-em-todo-o-pais
55
Comunicados da Administração / Re: Boas Festas 2022 para todos
« Última mensagem por Nandito em 05/12/2022, 21:39 »
Agradeço e Retribuo  :good:  :funnypai:
56
Bom, o artigo 55° refere isto:

 
Citar
a) «Pessoa com deficiência motora», toda aquela que, por motivo de alterações na estrutura e funções do corpo, congénitas ou adquiridas, tenha uma limitação funcional de carácter permanente, de grau igual ou superior a 60%, e apresente elevada dificuldade na locomoção na via pública sem auxílio de outrem ou recurso a meios de compensação, designadamente próteses, ortóteses, cadeiras de rodas e muletas, no caso de deficiência motora ao nível dos membros inferiores, ou elevada dificuldade no acesso ou na utilização dos transportes públicos colectivos convencionais, no caso de deficiência motora ao nível dos membros superiores;

A minha deficiência é motora, permanente e uso com frequência a canadiana, embora admita que não sempre, tenho alturas em que preciso mais, outras menos.
Vamos ver se será suficiente, no meu atestado antigo, para compra de carro, constava "marcha apoiada"

Depois de me informar melhor, dizem-me que não perco nada em tentar, tirando o custo de fazer um novo relatório médico, pois tanto os atestados como o relatório que tenho, tem mais de 20 anos.

Já pude foi constatar que o tempo de espera para a junta médica nova, é de 2 anos, mesmo tendo eu um atestado multiusos vitalício.
57
Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 05/12/2022, 19:42 »
Enquanto a Rússia lançava ataque massivo à Ucrânia, Putin visitava a ponte da Crimeia

MadreMedia
5 dez 2022 14:26



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Rússia lançou esta segunda-feira mais de 100 mísseis contra várias cidades da Ucrânia, de acordo com relatos das autoridades locais.

Este ataque aconteceu precisamente no momento em que Vladimir Putin, presidente da Rússia, visitava a ponte da Crimeia, que ficou danificada após um atentado.

Um vídeo do líder russo a conduzir um carro, de marca Mercedes, foi colocado nas redes sociais, onde se observa Putin a passar na ponte que tinha sido danificada em outubro, ao lado do vice-primeiro ministro Marat Khusnullin.

Esta será a primeira viagem de Vladimir Putin a território ucraniano desde a invasão russa, em fevereiro deste ano.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Veja o vídeo clicando no link oficial da noticia em baixo:
O líder do Kremlin também contactou com trabalhadores e abordou as reparações da ponte de Kerch com um membro do Governo responsável pelo projeto.

Nos bombardeamentos desta segunda-feira, pelo menos duas pessoas morreram, em Zaporijía, após alguns mísseis terem caído junto a áreas residenciais, apesar de alguns terem sido destruídos pelas defesas antiaéreas, revelaram as autoridades locais.

Mais uma vez os ataques visaram essencialmente as infraestruturas energéticas do país, em cidades como Zaporijía, Odessa, Cherkasi, Kharkiv, Dnipropetrovsk e Poltava.

O governador da região de Zaporijia, Oleksandre Staroukh, informou que pelo menos "duas pessoas morreram e duas ficaram feridas" depois de os mísseis terem atingido casas de habitação na vila de Novossofivka.

Vários prédios foram destruídos, de acordo com fontes militares da região de Zaporijia, e um porta-voz do gabinete da autarquia já tinha relatado anteriormente sucessivas explosões nos arredores da cidade.

Em Kiev, os alertas antiaéreos foram ativados hoje de manhã e as autoridades locais pediram à população para procurar abrigos.

O chefe da administração militar regional, Oleksi Kuleba, também pediu para que não sejam divulgadas informações sobre a situação na capital ucraniana nas redes sociais, aconselhando a que sejam seguidas escrupulosamente as indicações das fontes oficiais.

O porta-voz do Comando da Força Aérea ucraniana, Yuri Ignat, disse temer novas vagas de ataques da Rússia contra infraestruturas críticas, como as que têm ocorrido desde meados de outubro.

Ignat referiu o lançamento de vários mísseis terrestres a partir do sul da Rússia, bem como a partir de navios nos mares Cáspio e Negro.

Também o vice-chefe do gabinete da presidência ucraniana, Kyrylo Tymoshenko, escreveu na sua conta da rede social Telegram que "o inimigo está a atacar novamente o território", reportando alertas de ataques aéreos em várias partes do país.

(notícia atualizada às 15h15)

*com Lusa






Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/enquanto-a-russia-lancava-ataque-massivo-a-ucrania-putin-visitou-ponte-na-crimeia
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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 05/12/2022, 19:38 »
Moldova sofre ‘apagão’ após ataques russos na Ucrânia

Por MultiNews Com Lusa em 16:13, 5 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A empresa nacional de energia da Moldova, Moldelectrica, indicou hoje que o sistema elétrico do país está a sofrer perturbações após uma nova vaga de ataques de mísseis russos contra a vizinha Ucrânia.

“A Moldelectrica relata interrupções no sistema elétrico. Existe a possibilidade de desconexões”, disse a empresa na sua página oficial no Facebook.

Registaram-se hoje explosões em várias regiões ucranianas, incluindo Odessa, Zaporijia, Vinnytsia, Cherkassi e Kiev, após o que Ukrenergo, a operadora do sistema de transmissão de eletricidade da Ucrânia, disse que o país está a sofrer o oitavo ataque maciço russo às suas infraestruturas energéticas.

A operadora explicou que o bombardeamento levou a cortes de emergência no sistema elétrico do país.

A 23 de novembro, a Moldova sofreu ‘apagões’ em grande escala, inclusive na capital Chisinau, na sequência de ataques russos ao sistema energético ucraniano, ao qual está ligada.

O país já havia registado perturbações no fornecimento elétrico a 15 de novembro, quando a Rússia levou a cabo o maior ataque à rede ucraniana desde o início da ofensiva, em fevereiro.

Também hoje, perto da cidade moldava de Briceni, perto da fronteira com a Ucrânia, foi descoberto um míssil não detonado, relatou o Ministério da Administração Interna da Moldova.

O projétil foi descoberto por uma patrulha da polícia de fronteira, que, devido aos bombardeamentos russos hoje, intensificou seu nível de alerta.

De acordo com os planos de ação do Ministério da Administração Interna (MAI) de Chisinau, a Polícia de Fronteira intensificou as patrulhas e elevou o nível de alerta na área de Briceni e Ocniţa, no norte da Moldova.

A área onde o míssil foi descoberto foi isolada pela polícia e patrulhas de fronteira e os serviços especializados do Ministério do Interior, Bombteh e IGSU, irão inspecionar o local.

Vários moradores do distrito de Briceni também confirmaram à agência Stiri.md que ouviram duas explosões.

A 31 de outubro, os restos de um míssil, que tinha como alvo a barragem de Novodnestrovsk, na Ucrânia, e que foi abatido pelo sistema de defesa aérea do país vizinho, caiu perto da cidade fronteiriça de Naslavcea, na Moldova. Nenhuma vítima foi registada, mas as janelas e telhados de várias casas foram danificados.

No início de 10 de Outubro, três mísseis russos sobrevoaram o território moldavo durante um ataque à vizinha Ucrânia.

“Uma nova onda de ataques com mísseis está a ocorrer na Ucrânia, o que também tem consequências diretas para o nosso país”, reagiu a primeira-ministra da Moldova, Natalia Gravilita.

“Tanto eu quanto os meus colegas estamos a fazer todos os esforços para manter a situação sob controlo e não permitir riscos para a população”, observou Natalia Gavrilița.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.655 civis mortos e 10.368 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/ucrania/moldova-sofre-apagao-apos-ataques-russos-na-ucrania/
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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 05/12/2022, 19:36 »
Zelensky garante que maioria dos mísseis russos foi derrubada

MadreMedia / Lusa
5 dez 2022 16:51



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A defesa antiaérea ucraniana "derrubou a maioria dos mísseis" disparados hoje pela Rússia, assegurou o Presidente Volodymyr Zelensky, enquanto o seu homólogo russo, Vladimir Putin, era informado sobre incidentes em duas bases aéreas.

As sirenes de alerta de bombardeamentos voltaram a soar em várias partes da Ucrânia, esta manhã, depois de vários mísseis russos terem caído no sul do país, embora Zelensky assegure que a maioria deles foi destruída pelas defesas antiaéreas.

“A defesa aérea derrubou a maioria dos mísseis. Os engenheiros de energia já começaram a restaurar a energia. O nosso pessoal nunca desiste”, disse Zelensky na rede social Instagram, referindo-se à resistência ucraniana perante uma nova onda de bombardeamentos russos.

Entretanto, o Presidente russo, Vladimir Putin, foi informado de incidentes em duas bases aéreas nas regiões de Saratov e Ryazan, no centro do país, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

“O Presidente recebe regularmente informações, vindas dos serviços competentes, sobre tudo o que está a acontecer”, disse Dmitry Peskov.

De acordo com vários meios de comunicação russos, duas bases aéreas, incluindo uma destinada à aviação estratégica usada para realizar ataques contra a Ucrânia, foram abaladas por explosões.

Os ‘media’ russos acusam a Ucrânia de estar por detrás das explosões, embora ambos as bases estejam localizadas a centenas de quilómetros da fronteira ucraniana.

Kiev não reivindicou a responsabilidade por nenhuma das explosões e as autoridades russas estão a investigar as explosões ocorridas nos aeródromos militares.

“Três pessoas morreram, outras cinco ficaram feridas, duas das quais em estado grave”, disse, em declarações à agência oficial russa TASS, fonte do aeródromo situado na região de Ryazan, a cerca de 200 quilómetros de Moscovo.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,7 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-garante-que-maioria-dos-misseis-russos-foi-derrubada
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Noticias / Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Última mensagem por Nandito em 05/12/2022, 19:34 »
Duas bases aéreas atacadas por ‘drones’ ucranianos, confirma Rússia

Por MultiNews Com Lusa em 18:03, 5 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que duas bases aéreas situadas no centro do país foram hoje atacadas por ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) ucranianos, fazendo três mortos.

Num comunicado, o ministério russo indicou que hoje de manhã, “o regime de Kiev (…) tentou efetuar ataques com ‘drones’ de fabrico soviético à base aérea de Diaguilevo, na região de Riazan, e à de Enguels, na região de Saratov”.

Três militares russos “foram mortalmente feridos” nesses ataques, refere ainda a nota de imprensa, citada pela agência de notícias francesa AFP.

Segundo a agência norte-americana Associated Press (AP), a Rússia afirmou ter intercetado os ‘drones’ ucranianos que atacaram as duas bases aéreas russas, mas que, ainda assim, os danos causaram a morte de três militares.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 285.º dia, 6.702 civis mortos e 10.479 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/duas-bases-aereas-atacadas-por-drones-ucranianos-confirma-russia/
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