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MAI antecipa a consulta de recenseamento para cidadãos invisuais
O Ministério da Administração Interna (MAI) antecipou em dois dias a alteração dos procedimentos de segurança que impediam os cidadãos invisuais de consultar eletronicamente o local de voto, mas diz que a data inicialmente prevista era conhecida pela ACAPO.


© Reuters


21:27 - 13/09/21 POR LUSA

A ACAPO -- Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal apresentou queixa junto da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna por "discriminação" no acesso "em condições de igualdade" ao portal do Recenseamento Eleitoral na internet, adiantou a associação em comunicado, no domingo.

"Porque a discriminação das pessoas com deficiência é uma violação dos seus mais elementares direitos humanos em condições de igualdade, a ACAPO apresentou hoje, formalmente, queixa por discriminação em razão da deficiência contra o órgão que nos impede de aceder, em condições de igualdade, ao sítio 'web' [da internet] do Recenseamento Eleitoral", informou a associação, numa nota de imprensa assinada pelo seu presidente, Rodrigo Santos.

Em causa estava a impossibilidade de consultar o local de voto nas próximas eleições autárquicas, a 26 de setembro, disponível para os cidadãos sem deficiência.

Em resposta enviada hoje à agência Lusa, a secretaria-geral do MAI (SGMAI) adiantou ter retirado do seu portal o código de segurança que impedia essa consulta por parte dos cidadãos invisuais, antecipando em dois dias o "compromisso que tinha sido transmitido à ACAPO nas reuniões do grupo de trabalho Eleições Acessíveis, sob a égide do Instituto Nacional para a Reabilitação".

"A disponibilização do site www.recenseamento.mai.gov.pt, sem a componente de segurança que exigia a inserção de um código de verificação humana, estava planeada para data posterior à inalterabilidade dos cadernos eleitores (11 de setembro), à subsequente produção dos cadernos eleitorais e à ativação da tabela contendo a informação simplificada sobre o eleitor e respetivo local de voto", explica-se numa nota enviada à Lusa pelo gabinete do MAI.

A acessibilidade para os cidadãos com deficiência estava prevista para dia 15 de setembro e até à data das eleições e ainda não acontece em simultâneo com a acessibilidade para os restantes cidadãos porque "ainda não foi possível" implementar uma "solução de segurança no acesso aos sítios e Portais Eleitorais e do Recenseamento".

A dificuldade, acrescenta o MAI, prende-se com a garantia de "máxima proteção" aos portais "respeitando todos os requisitos de privacidade exigidos no Regulamento Geral de Proteção de Dados".

O serviço em causa é o que permite saber o local de recenseamento e o local de voto através da consulta no portal do Recenseamento ou através do envio de um SMS.

O problema levantado pela ACAPO prende-se com o facto de o portal eletrónico do recenseamento eleitoral, quando um eleitor pretende saber onde deve votar, exigir que este introduza, além dos seus dados de identificação, um código de verificação humana, que apenas está contido numa imagem e, portanto, não pode ser lido pelos leitores de ecrã utilizados pelas pessoas com deficiência visual.



Fonte: Notícias ao Minuto
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Investimento em saúde por oposição à doença: benefícios da integração dos optometristas no Serviço Nacional de Saúde

Raúl de Sousa

Especialista

14 set 2021 14:35
Atualidade
Visão Opinião Associação de Profissionais Licenciados em Optometria Optometria Optometrista

Projeto da oftalmologia do CHULN considerado melhor experiência em saúde na era COVID
Oftalmologistas alertam que cancelamento dos tratamentos pode levar à cegueira

Os optometristas são especialistas dos cuidados primários para a saúde da visão com formação universitária extensa e profunda para a prescrição da compensação de erros refrativos e síndromes de visão binocular
Investimento em saúde por oposição à doença: benefícios da integração dos optometristas no Serviço Nacional de Saúde



Unsplash

A deficiência visual e a cegueira são as maiores causas de incapacidade em Portugal. Facto para o qual contribui a inexistência de cuidados primários para a saúde da visão no Serviço Nacional de Saúde (SNS), as enormes listas de espera para consulta hospitalar da especialidade de oftalmologia no SNS, uma força de trabalho mal planeada com exclusão dos optometristas, práticas ultrapassadas e uma total ausência de estratégia, planeamento ou concertação.

Não basta tratar a doença, é necessário oferecer bem-estar e qualidade de vida pelo maior número de anos possível. Pelo que é necessário transmutar a abordagem de listas de espera do SNS para prevenção, deteção e tratamento atempado, na comunidade e de proximidade, sempre que possível.

A solução, reconhecidamente experimentada à escala mundial, é a integração dos optometristas no SNS. Ensaiada por vários anos em Portugal no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, resultou na eliminação das listas de espera para consulta e cirurgia da especialidade de Oftalmologia[1], sem custos adicionais para o orçamento de estado, SNS ou utentes.

Os optometristas são especialistas dos cuidados primários para a saúde da visão com formação universitária extensa e profunda para a prescrição da compensação de erros refrativos e síndromes de visão binocular. Condições que representam mais de 85% da referenciação da medicina geral e familiar, pelo que é evidente o benefício de ter estas condições tratadas e geridas ao nível dos cuidados de saúde primários. Não só se presta cuidados na comunidade e de proximidade reduzindo o tempo, distância e custos de acesso, como se reserva os cuidados hospitalares e os recursos humanos especializados para as condições que realmente necessitam dos mesmos. É um princípio simples com vantagens evidentes: assegurar que os utentes acedem no local e momento certo a quem está mais bem preparado para ajudar. Que o digam os milhares de adultos e crianças com cataratas, glaucoma, retinopatia diabética ou ambliopia, que sofrem de deficiência visual e cegueira evitável, aguardando na mesma lista de espera onde 85% apenas pretende uma prescrição para óculos. Os utentes da ADSE e seguradoras beneficiam desta abordagem há décadas, pelo que é legítimo que os utentes do SNS se questionem porque lhes é negado acesso à mesma solução e cuidados.


Não é de desvalorizar o efeito colateral de aproveitar os recursos humanos e financeiros investidos na formação de optometristas e da investigação assinalável realizada pelas universidades portuguesas.


Mais de 80% da deficiência visual e cegueira é facilmente evitável, o investimento realizado nestes cuidados retorna em produtividade dez vezes o valor investido, segundo o Governo português no discurso de aprovação na Assembleia-Geral da Organização Mundial de Saúde e da Organização das Nações Unidas. À decisão, sucede a ação.



Fonte; Sapo
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Cancro da próstata: uma doença sem sintomas que mata 2.000 portugueses por ano

Nuno de Noronha
15 set 2021 08:00

homens Cancro Cancro da Próstata saúde masculina Movember

Saúde e Medicina
Pode estar na sua boca, é das doenças mais antigas do mundo e não tem cura
Cancro da próstata: A partir de que idade é que me devo preocupar?

Em Portugal, o cancro da próstata atinge anualmente mais de 6.000 portugueses, sendo que cerca de 2.000 acabam por morrer vítimas da doença. Hoje é o Dia Europeu das Doenças da Próstata.


Cancro da próstata: uma doença sem sintomas que mata 2.000 portugueses por ano
"O cancro da próstata é a segunda causa de morte por cancro no homem, atrás do cancro do pulmão, e é o cancro mais frequente nos homens acima dos 50 anos. A vigilância médica periódica é essencial para despistar o cancro da próstata, uma vez que este não apresenta sintomas numa fase inicial", alerta Rui Borges, médico urologista do Hospital Lusíadas Porto.

Apesar das causas exatas do cancro da próstata não serem ainda totalmente conhecidas, a ciência indica que o fator da hereditariedade, assim como idade e a descendência africana têm um grande peso na incidência da doença.

"A vigilância médica periódica é essencial para despistar o cancro da próstata, sendo que esta doença pode começar por volta dos 45 anos nos doentes sem fatores de risco. A vigilância deve ser antecipada para os 40 anos de idade nos doentes de risco e consiste no exame do toque retal e no doseamento do PSA (o antigénio específico da próstata) no sangue", esclarece o urologista.

O tratamento
Em relação ao tratamento, o médico explica que "embora existam diferentes opções terapêuticas, a prostatectomia radical é o tratamento mais eficaz para o cancro da próstata localizado".

"Com o desenvolvimento tecnológico, esta cirurgia que era habitualmente efetuada por via aberta, pode atualmente ser executada por via laparoscópica e, mais recentemente, por via robótica, podendo diminuir assim as consequências associadas, nomeadamente a incontinência urinária e a disfunção eréctil", indica.

"Sabe-se também que apesar de ser a segunda causa de morte por cancro no homem, quando o cancro da próstata é detetado precocemente a possibilidade de cura ronda os 85%", conclui.



Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/cancro-da-prostata-uma-doenca-sem-sintomas-que-mata-2-000-portugueses-por-ano

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Folheto Informativo do Balcão da Inclusão - Povoa de Varzim



Fonte imagem: seg-social.pt

O Balcão da Inclusão tem como missão a informação e mediação especializada e acessível às pessoas com deficiência e/ou
incapacidade, suas famílias, organizações e outros que directa ou indirectamente intervêm na área deficiência.
Leia mais informações no folheto...

Faça download do folheto disponível em baixo

Fonte: cm-pvarzim.pt        Link: https://www.cm-pvarzim.pt/content/uploads/2020/12/folheto_balcao-inclusao-251120-print.pdf
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ACAPO queixa-se de discriminação no acesso ao recenseamento eleitoral

O site do recenseamento eleitoral exige um código que aparece numa imagem, impedindo o acesso aos leitores de ecrã usados por pessoas com deficiência visual. Nove meses depois da queixa, continua na mesma.
13 de Setembro, 2021 - 14:01h


Site do recenseamento eleitoral exige um código que é inacessível aos leitores de ecrã.

A ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal apresentou uma queixa por discriminação no acesso ao portal do Recenseamento Eleitoral(link is external) na internet, onde os cidadãos podem requerer o voto antecipado e saber qual a sua mesa de voto nas eleições autárquicas de 26 de setembro.

O problema não é novo e a ACAPO diz tê-lo denunciado há nove meses, sem que entretanto tenha sido resolvido. No site em questão, é pedido ao utilizador um código de verificação para provar que não é um “robô”. Esse código aparece no ecrã em formato de imagem, o que o torna ilegível para os leitores de ecrã utilizados pelas pessoas com deficiência visual. Sem esse código, é impossível transmitir os dados pessoais e obter a informação requerida.

“Esta inacessibilidade faz com que as pessoas com deficiência visual não possam saber, através dos mesmos meios que qualquer outra pessoa sem deficiência, onde se dirigir para votar”, denuncia a ACAPO num comunicado citado pela agência Lusa.


O problema também se pôs antes das eleições presidenciais e a ACAPO diz ter um “compromisso escrito, assumido pelo dirigente responsável daquele organismo de que, após as eleições presidenciais, que se realizaram em janeiro, a referida barreira iria ser ultrapassada”. Mas “ao contrário do prometido, nem a barreira foi ultrapassada, nem a ACAPO foi uma única vez consultada sobre as melhores soluções ou técnicas para a sua ultrapassagem”, acusa a associação, lembrando que o país ratificou a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência Visual, que inclui a garantia de que todo o processo eleitoral será plenamente acessível a todas as pessoas.

Fonte do Ministério afirmou à Lusa que o problema será resolvido “alguns dias antes das eleições”, sem no entanto especificar uma data. E acrescenta que as pessoas com deficiência visual também podem saber onde vão votar através da modalidade da mensagem SMS.

As razões de queixa da ACAPO não se resumem ao recenseamento. A associação lamenta também que as pessoas com deficiência visual “também não poderão votar nestas eleições de forma autónoma e independente porque o Estado português não legislou a tempo de introduzir nem a matriz de voto em Braille nas eleições autárquicas nem qualquer outro sistema de votação inclusivo e acessível a todos, independentemente da sua deficiência”.




Fonte: Esquerda Net
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Fonte de imagem: saudebemestar.pt


Folhetos para doentes

Estes folhetos foram gentilmente cedidos por vários Diretores de Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, a quem agradecemos desde já o excelente trabalho e a partilha.
Fonte da informação disponível: Sociedade Portuguesa de Medicina Física e Reabilitação

 
   AVC

Descarregar: MFR-CHULC-AVC-lado-direito-afectado.pdf http://www.spmfr.org/download/3586/

Descarregar: MFR-CHULC-AVC-lado-esquerdo-afectado.pdf http://www.spmfr.org/download/3588/

 

  AMPUTAÇÃO

* AMPUTAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR

Descarregar: Amputados-Folheto.pdf http://www.spmfr.org/download/3757/

* AMPUTAÇÃO TRANSFERMORAL

Descarregar: MFR-CHULC-ligadura-para-amputacao-transfemural.pdf http://www.spmfr.org/download/3571/

Descarregar: MFR-CHULC-Posicionamento-Amputação-transfemural.pdf http://www.spmfr.org/download/3573/

* AMPUTAÇÃO TRANSTIBIAL

Descarregar: MFR-CHULC-Posicionamento-Amputação-Transtibial.pdf http://www.spmfr.org/download/3577/

Descarregar: MFR-CHULC-ligadura-para-amputacao-transtibial.pdf http://www.spmfr.org/download/3575/

* CUIDADOS COM O COTO PÓS AMPUTAÇÃO

Descarregar: CUIDADOS_COUTO.pdf http://www.spmfr.org/download/3561/

Descarregar: MFR-CHULC-cuidados-com-coto.pdf http://www.spmfr.org/download/3563/

* HIGIENE DA PRÓTESE

Descarregar:  MFR-CHULC-Higiene-da-Prótese.pdf http://www.spmfr.org/download/3567/

Descarregar:  MFR-CHULC-manual-utilizador-de-prótese.pdf http://www.spmfr.org/download/3569/
 

    DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR

Descarregar: MFR-CHULC-Disfunções-Temporomandibulares.pdf http://www.spmfr.org/download/3623/
 

    ESCLEROSE MÚLTIPLA

Descarregar: Panfleto-Exercício-na-Eclerose-Múltipla-para-pacientes-em-CR.pdf http://www.spmfr.org/download/3632/

Descarregar: Panfleto-Exercíco-na-Esclerose-Múltipla.pdf http://www.spmfr.org/download/3634/

Descarregar: Panfleto-Treino-de-Equilibrio-na-Esclerose-Múltipla.pdf http://www.spmfr.org/download/3636/

Descarregar: Panfleto-EM-respiratório-completo http://www.spmfr.org/download/3701/
 

    EXAMES

Descarregar: Folheto-Ecografia-Musculo-Esqueletica.pdf http://www.spmfr.org/download/3704/

 

    MEMBRO INFERIOR

Descarregar: MFR-CHULC-Pé-diabético.pdf http://www.spmfr.org/download/3614/
Descarregar: MFR-CHULC-Fortalecimento-e-mobilização-dos-membros-inferiores.pdf http://www.spmfr.org/download/3616/
Descarregar: SINDROME_PIRIFORME.pdf http://www.spmfr.org/download/3618/
Descarregar: Folheto-Reabilitacao-Apos-Artroplastia-Total-do-Joelho.pdf http://www.spmfr.org/download/3659/

Descarregar: Fasceite-Plantar-Folheto.pdf http://www.spmfr.org/download/3765/

 

    MEMBRO SUPERIOR

Descarregar: MAO_REUMATOIDE.pdf http://www.spmfr.org/download/3626/
Descarregar: Capsulite-adesiva-Folheto.pdf http://www.spmfr.org/download/3759/

Descarregar: Conflito-subacromial-Folheto.pdf http://www.spmfr.org/download/3761/
Descarregar: Epicondilite-lateral-Folheto.pdf http://www.spmfr.org/download/3763/
 

    PÓS-OPERATÓRIO CIRURGIA DA MAMA

Descarregar: MFR-CHULC-Cirurgia-da-mama-pós-op.pdf http://www.spmfr.org/download/3629/

    PRODUTOS DE APOIO

Descarregar:  MFR-CHULC-Produtos-de-apoio-para-o-banho-e-duche.pdf http://www.spmfr.org/download/3603/
Descarregar:  MFR-CHULC-Produtos-de-apoio-para-o-vestir-e-despir.pdf http://www.spmfr.org/download/3605/
 

    PRÓTESES

* PRÓTESE DA ANCA

Descarregar:  MFR-CHULC-Prótese-total-da-anca.pdf http://www.spmfr.org/download/3581/
* PRÓTESE DO JOELHO

Descarregar: MFR-CHULC-Prótese-total-do-joelho.pdf http://www.spmfr.org/download/3583/

 

    QUEDAS

Descarregar: MFR-CHULC-Se-cair-o-que-fazer.pdf http://www.spmfr.org/download/3591/
Descarregar: MFR-CHULC-Alterações-do-equilíbrio.pdf http://www.spmfr.org/download/3596/
Descarregar: MFR-CHULC-Prevenção-de-quedas.pdf http://www.spmfr.org/download/3593/
 

    RÁQUIS

Descarregar:  Hérnia-Discal-Lombar.pdf http://www.spmfr.org/download/3710/
Descarregar:  Folheto_Costas.pdf http://www.spmfr.org/download/3746/

 

    TERAPIAS

Descarregar: Folheto-Infiltracao.pdf http://www.spmfr.org/download/3661/
Descarregar: Folheto-Mesoterapia.pdf http://www.spmfr.org/download/3663/
Descarregar: Folheto-Viscossuplementacao-Articular.pdf http://www.spmfr.org/download/3667/
Descarregar: Folheto-Viscossuplementacao-Tendinosa-e-Ligamentar.pdf http://www.spmfr.org/download/3669/
Descarregar: Folheto-Hidrodistensao.pdf http://www.spmfr.org/download/3672/
Descarregar: Folheto-Bloqueio-de-Nervo-Periferico.pdf http://www.spmfr.org/download/3674/
Descarregar: Folheto-Bloqueio-de-Nervo-Periferico.pdf http://www.spmfr.org/download/3674/
Descarregar: TERAPIA_ONDAS_CHOQUE.pdf http://www.spmfr.org/download/3707/


Fonte: spmfr.org            Link: http://www.spmfr.org/biblioteca/folhetos-para-doentes/
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Pedro Nascimento Cabral destaca instituições que promovem integração de pessoas com deficiência
14 de Setembro de 2021



O candidato do PSD/Açores a presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, destacou o trabalho das instituições do concelho que promovem a integração de pessoas com deficiência, considerando que possuem um “papel determinante”.

“Estas instituições têm um papel determinante e insubstituível no apoio à integração das pessoas com deficiência no concelho de Ponta Delgada. É nosso compromisso assegurar que o Município irá continuar a ter uma relação de cooperação e proximidade com estas instituições que tanto fazem”, afirmou Pedro Nascimento Cabral.

O candidato social-democrata falava após uma reunião com a direção da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores (APACDAA), que teve como objetivo “auscultar os principais desafios que esta instituição tem vindo a responder ao longo dos seus 45 anos de existência”.

Pedro Nascimento Cabral realçou a “importância da existência de uma resposta social” às pessoas com deficiência mental ou em situação de exclusão social, assim como o “papel que estas instituições desempenham para que os seus utentes possam atingir a sua plenitude como seres humanos, valorizando a sua individualidade e consolidando a sua participação efetiva na sociedade”.

Neste sentido, um dos principais propósitos da APACDAA prende-se com a integração de crianças e jovens com deficiência como elementos ativos na sociedade, tendo em conta as suas diferenças.

No encontro entre o candidato do PSD/Açores a presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e a direção da APACDAA foi abordada a necessidade de desenvolvimento de uma formação de cariz socioprofissional, de forma que se cumpra a finalidade de aceitação social dos cidadãos portadores de deficiência.

Para Pedro Nascimento Cabral, “é determinante a intervenção social destas instituições, na medida em que se constituem como uma resposta fulcral para as pessoas com deficiência mental moderada, grave e profunda”.


Fonte: psdacores.pt          Link: https://psdacores.pt/2021/09/pedro-nascimento-cabral-destaca-instituicoes-que-promovem-integracao-de-pessoas-com-deficiencia/
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“Twittar” começou no século XIV e a “burocracia” em 1818.
Confuso? Aqui explicamos-lhe a origem de algumas palavras.



Burocracia? Fotografia? Visualizar? Ou "twitter", que é como quem diz "gorjear"? Estas palavras tornaram-se comuns, mas têm uma história e um inventor.

Isidoro de Sevilha é considerado o “último acadêmico do mundo antigo”. Nascido no século VI em Cartagena, Espanha, este etimologista da Idade Média escreveu que “sabendo-se a origem de uma palavra tudo se pode compreender mais claramente”. O problema é que, muitas vezes, a história da origem se perde ao longo dos tempos — e esquecem-se os inventores. O americano Kelly Grovier, poeta, historiador e crítico de arte, recuperou num artigo publicado na BBC alguns “esquecidos”.

Foi no decurso do século XIV, por exemplo, que Geoffrey Chaucer traduziu “A Consolação da Filosofia”, do filósofo Boethius. E surgiria na tradução a palavra “twitter” (ou “twiterith”, como foi grafado naquele século por Chaucer), que significava “gorjear”, um canto melodioso e rápido atribuído aos pássaros. Geoffrey Chaucer, poeta medieval, terá inventado mais de duas mil palavras.

Outra palavra que é utilizada (nem sempre pelo melhor motivo) amiúde no presente é “burocracia”. Foi inventada em 1818 por um fisiocrata e economista francês: Vincent de Gournay. Gournay uniu a palavra francesa “bureau” (“mesa”, em português) com o sufixo grego “cracia”, que significa “o poder de”. Não deixa contudo de ser curioso que, tendo Vincent de Gournay inventado a palavra que descreve as regras administrativas (e entediantes) que nos são impostas, tenha sido também ele a promover acerrimamente o conceito econômico “laissez-faire”, que defende (no fundo, é o liberalismo econômico) que o Estado apenas deve intervir na proteção da vida, liberdade e prosperidade, devendo o mercado funcionar livremente e sem a interferência deste.

A palavra “fotografia”, por exemplo, foi inventada pelo astrônomo inglês John Herschel em 1839. Mas não foi Herschel o inventor da fotografia. Isso não. A primeira conhecida remonta a 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Foi produzida numa placa de estanho, coberta com um derivado de petróleo, ou betume, fotossensível. Mas o conceito de fotografar, esse, não pode ser atribuído a um inventor só, resultando de avanços e recuos ao longo da história. A técnica da câmara escura, por exemplo, o primórdio da fotografia, remonta ao século XIX. Mas há relatos do uso da “câmara escura” desde a Antiguidade, quando o filósofo grego Aristóteles a utilizava para observações astronômicas. Mas voltando a John Herschel: durante anos, a palavra “fotografia” batia-se com outras duas, “impressões de sol” e “fotógenos”, para descrever algo que hoje fazemos com um simples telemóvel.

Visualizar, a humanidade sempre visualizou. A invenção da palavra “visualizar”, contudo, só ocorreu em 1817, ano em que o poeta romântico Samuel Taylor Coleridge a utilizou pela primeira vez na sua confissão filosófica “Biographia Literaria”. Mas Coleridge até “visualizava” mais, adicto que era de ópio e outras drogas, sendo a sua poesia tantas vezes “assombrada” por visões proféticas, como em “Kubla Khan”. Coleridge é também responsável por introduzir palavras que descrevem aspectos menos agradáveis da experiência humana, como “psicossomático” e “pessimismo”.

Mas nem só de homens inventores de palavras se fez a história. A escritora britânica Jane Austen, em 1800, utilizou pela primeira vez a palavra “excluído”. E a romancista, também britânica, George Eliot a palavra “angústia”, em 1849.


Fonte:gabineteportuguesdeleituraemsalvador
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Curiosidades & História / A origem da BLACK FRIDAY
« Última mensagem por casconha em 14/09/2021, 20:12 »
A origem da BLACK FRIDAY



"Black Friday" (sexta-feira negra) pretende destacar o dia em que se inaugura a temporada das compras natalícias, antecedida de significativas promoções e apelações comerciais.
Com origem nos Estados Unidos e a ajuda preciosa do marketing, a promoção estendeu-se por quase todo o mundo.
O termo “Black Friday” é de origem norte americana e, consiste, em dar um destaque considerável à redução significativa dos preços de alguns produtos, sobretudo durante a última sexta-feira do mês de Novembro, coincidindo com a inauguração das compras de Natal.


Mas qual é a origem desta tradição?

O primeiro uso do termo "Black Friday" deu-se, não para se referir às compras de Natal, mas para classificar uma crise econômica: na sexta-feira 24 de Setembro de 1869, quando, dois dealers (profissionais que operam em bolsa de valores), Jay Gould e Jim Fisk, negociavam na bolsa de Nova York (em Wall Street).
Após intensas sessões de negociação com títulos, para tentarem alcançar lucros, fracassaram redondamente e, consequentemente, o mercado entrou em bancarrota. Devido a isto, nomeou-se aquele dia de “Black Friday”.
Outra das histórias que acompanham o nome “Black Friday” está intimamente ligado ao papel do pequeno comércio. Segundo a tradição, depois de um ano de grandes perdas – ou seja, de números vermelhos nas contas – por fim, depois do dia de Ação de Graças, chegava a época natalícia, data a partir do qual começavam os saldos e, com eles, em vez de números vermelhos, conseguiam-se “números negros”, ou seja positivos.
Outros afirmam que a sua origem remonta a 19 de Novembro de 1975, dia em que o New York Times cunhou pela primeira vez com o adjetivo “negro” a referência aos problemas de trânsito e ao caos que tinha ocorrido na cidade de Nova York, nesse ano, devido aos descontos do dia seguinte ao dia de Ação de Graças.


Black Fraude

No entanto, alguns comerciantes tendem, deliberadamente, a aumentar o preço dos produtos pouco antes da "Black Friday", para que assim, possam anunciá-lo por um preço mais baixo durante aquela data, com objetivo de incutir no consumidor a confiança de que está a fazer uma boa compra.

Fica atento!

Fonte:gabineteportuguesdeleituraemsalvador


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Noticias / Re: Manifestação reforma antecipada
« Última mensagem por migel em 14/09/2021, 17:49 »
E quando a reforma não chega a tempo?


Por
Diana Santos
14/09/2021


A garantia dos direitos das pessoas com deficiência está plasmada na Convenção das Nações Unidas que Portugal ratificou em 23 de setembro de 2009. Perdoem-me os leitores, a repetição ao longo dos artigos desta referência, contudo, o Governo português aparenta ter memória seletiva para compromissos assumidos desta natureza e parece-me útil e pertinente avivar responsabilidades.


O princípio constitucional da igualdade é um dos direitos fundamentais da Constituição da República Portuguesa. O direito a gozar uma reforma em igualdade com os demais cidadãos e cidadãs é uma das principais reivindicações da comunidade das pessoas com deficiência.

Por se considerar ser da mais elementar justiça e por se aproximar dos regimes vigentes em outros ordenamentos jurídicos europeus, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda defende um regime de discriminação positiva para pessoas com deficiência no que se refere à idade legal de acesso à reforma sem penalizações.

Nesse sentido, o BE propôs para o Orçamento de Estado de 2020, o direito à reforma das pessoas que, aos 55 anos de idade, tenham 20 anos de registo de remunerações relevantes para o cálculo da sua pensão, 15 dos quais correspondam a uma incapacidade igual ou superior a 60%.


No entanto, uma vez aprovado fruto de uma negociação constante para o OE de 2020, em dezembro do mesmo ano o Parlamento adiou a votação na generalidade, dos projetos de lei existentes sobre esta matéria – não apenas do BE mas também de outros Grupos Parlamentares – depois do PS ter levantado reservas sobre os diplomas, nomeadamente sobre os custos que estes poderiam representar.

Estamos na iminência do início das negociações para o 0E de 2022 e, da parte do Governo, findos 2 anos, apenas a promessa de um estudo que estima custos e impactos financeiros para o nosso país da assunção desta medida. Ou melhor, da parte do Governo, apenas um silencio ensurdecedor de desrespeito para com todos os trabalhadores e trabalhadoras com deficiência que contribuem e já contribuíram para a economia deste nosso Portugal, sem qualquer medida que os proteja das desigualdades que sofrem ao longo de uma vida de trabalho.

Uma inação que deveria envergonhar quem responde por uma Secretaria de Estado cuja responsabilidade é zelar pela dignidade dos Portugueses e das Portuguesas com deficiência e de reforçar a proibição da discriminação destes cidadãos e cidadãs através de leis, políticas e programas que atendam especificamente às suas características e promovam a sua participação na sociedade.


Não se trata apenas de prevenir o agravamento das condições de saúde destas pessoas – cujos estudos indicam que o seu processo normal de envelhecimento é frequentemente complicado devido a uma vida inteira de limitações físicas ou cognitivas, pior estado geral de saúde, medicamentos, cirurgias, etc. – mas, com semelhante relevância, garantir condições para a vivência de um tempo de reforma com dignidade em que seja reposta justiça por todos os obstáculos (físicos e atitudinais) que estes trabalhadores e trabalhadoras enfrentam diariamente e que fazem com que as outras áreas da sua vida fiquem severamente prejudicadas.

Para que a reforma chegue ainda a tempo de muitos daqueles que reivindicam este direito, a comunidade das pessoas com deficiência irá manifestar-se no próximo dia 16, em frente à Assembleia da República, numa ação de protesto que inste os partidos políticos a avançarem com uma proposta que concretize as condições de antecipação da idade de reforma, para que fique plasmada no Orçamento de Estado de 2022.

Que toda a comunidade civil se junte ou solidarize com esta causa é o desafio que hoje vos deixo. Direitos humanos não se quantificam e a igualdade tem de ser para todas as pessoas!



Roubado Diana Santos
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