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Videos & Imagens / Re: O motor do carro está muito quente...o que faço?
« Última mensagem por Nandito em 26/01/2022, 08:59 »

Marido...

Despeja-lhe um balde de agua fria no motor, e pra próxima deixa de brincares com o teus amigos em cima do capon  :haha:
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Remo / Campeão Nacional Remo Indoor 2022 🏆🥇
« Última mensagem por SLB2010 em 25/01/2022, 18:34 »
Campeão Nacional Remo Indoor 2022 🏆🥇


Quero primeiramente dedicar este título de campeão nacional ao (Nelito) Manuel Antunes Nelito porque sem a preciosa ajuda dele, eu não teria conseguido me deslocar a Coimbra, obrigado Manuel, obrigado de todo coração, foste grande e tu e tua família merecem tudo do melhor que a vida vos possa proporcionar 💪👌🙏
Agradecer a toda a família do VRL - Viana Remadores do Lima por mais um ano me proporcionar as condições necessárias para continuar com este trabalho que todos os anos tem dado os seus frutos.
Parabéns aos meus adversários, em especial ao Pedro Marques tu sabes porquê, obrigado de coração, o teu gesto no final da prova não o irei esquecer 🙏🙏
De salientar ainda que o meu tempo na prova de ontem, foi o meu melhor tempo até hoje, tempo esse de 4.30.2 minutos nos 1000 metros.
A quem de uma forma ou de outra me tem apoiado, o meu muito obrigado ☺️


Federação Portuguesa de Remo  #CampeãoNacional #RemoIndoor Para Rowing Foundation  @pararowing


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Videos & Imagens / Re: O motor do carro está muito quente...o que faço?
« Última mensagem por SLB2010 em 25/01/2022, 18:31 »
 :Hee: :Hee: :Hee: :Hee:
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Videos & Imagens / O motor do carro está muito quente...o que faço?
« Última mensagem por casconha em 25/01/2022, 18:01 »
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Momento público apresenta finalistas dos prémios “Desportistas do Ano”

No dia 10 de fevereiro, no habitual Momento Público, a Confederação do Desporto de Portugal vai anunciar os finalistas do Prémio “Desportistas do Ano”, que distingue os atletas que se destacaram nas categorias de atleta feminino, atleta masculino, jovem promessa, treinador e equipa.

Os candidatos a este prémio foram indicados pelas federações desportivas em função do desempenho e resultados obtidos na época anterior e sujeitos, posteriormente, à votação de um júri. Os vencedores vão ser anunciados a 3 de março, na 25ª Gala do Desporto, numa edição que comemora as Bodas de Prata e que terá lugar no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril.

Os candidatos de cada uma das federações podem ser consultados nos seguintes links:

- Atleta Feminino    https://www.cdp.pt/gala/desportista-do-ano/atleta-feminino.html
- Atleta Masculino    https://www.cdp.pt/gala/desportista-do-ano/atleta-masculino.html
- Jovem Promessa   https://www.cdp.pt/gala/desportista-do-ano/jovem-promessa.html
- Treinador   https://www.cdp.pt/gala/desportista-do-ano/treinador.html
- Equipa   https://www.cdp.pt/gala/desportista-do-ano/equipa.html


Fonte: CDP, 19/01/2022
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Notícias de saúde / Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Última mensagem por migel em 25/01/2022, 15:53 »
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Atletismo / Campeonato de pista coberta Braga
« Última mensagem por migel em 25/01/2022, 12:59 »
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Portugal precisa de uma nova visão integrada sobre a Educação

É urgente apostar no reforço da educação e da qualificação dos portugueses jovens e adultos para as competências e para os empregos do futuro, de forma a ativar o elevador social em Portugal.

A Educação não pode ser compartimentada. Deve ser vista como um processo contínuo ao longo da vida, que inclui a educação obrigatória, a educação e formação profissional, a educação superior e a educação dos adultos ao longo da vida.

No dia em que se comemora internacionalmente a Educação e quando estamos a poucos dias das eleições legislativas é fundamental colocar a Educação na agenda pública e política. Precisamos de fazer diferente e de uma nova ambição para Portugal para podermos quebrar esta estagnação económica e social em que nos encontramos há demasiadas décadas!

A situação atual do país obriga a um compromisso entre todos os stakeholders da sociedade (empresas, entidades formadoras, instituições de ensino e decisores políticos).

E muito desse caminho passa por um Ministério da Educação que, para além das preocupações com as infraestruturas e com os recursos, se foque no essencial - no estudante e nas suas competências, isto é, na qualificação dos portugueses para que estes tenham as competências que lhes permitam ter um futuro melhor e em que os recursos (escolas, professores, conteúdos) são o motor para que tal aconteça. É necessário também que o Ensino Superior acelere a sua transformação para se adaptar com mais agilidade às necessidades do futuro e que seja o promotor de formação de curta duração e orientada para as necessidades do mercado (para além do que já faz hoje).

Precisamos também de desmistificar o Ensino Profissional e o Ensino Superior Politécnico, dando-lhes a real importância que merecem e o enorme contributo que têm dado e que poderão ainda aumentar para as qualificações de todas as gerações. A adiada aposta no ensino dual, que tão bons frutos tem dado em países desenvolvidos como a Alemanha, deverá ser implementada.

Portugal tem o maior fosso inter-geracional da União Europeia nos níveis de qualificação da sua população ativa e é apontado pela OCDE como um dos países com pior enquadramento financeiro para a educação e aprendizagem ao longo da vida, e como o país onde é mais urgente apostar na formação dos seus adultos

Para transformar Portugal numa sociedade do conhecimento, a Fundação José Neves definiu como metas aspiracionais para 2040: uma população jovem e adulta mais qualificada, com pelo menos 60% dos jovens com ensino superior e no máximo 15% dos adultos com baixa escolaridade. Uma taxa de emprego de 90% para os jovens que terminam um nível de escolaridade e 25% dos adultos a participar em educação e formação ao longo da vida. Colocar Portugal nos 10 países da União Europeia com mais emprego em setores tecnológicos e intensivos em conhecimento, com o reforço da educação alinhado às necessidades do mercado de trabalho.

Para concretizar esta ambição é fundamental definir uma agenda para a década (e não para a legislatura), apostar nas qualificações dos jovens portugueses e requalificar a população com baixas qualificações para manterem relevância no mercado de trabalho (nomeadamente através da formação de curta duração), promover a aprendizagem ao longo da vida, garantir alinhamento entre educação e formação e as necessidades do mercado de trabalho, acompanhar e antecipar as dinâmicas e necessidades do mercado de trabalho, diversificar o formato e modelos da oferta educativa, rever o papel da formação profissional e da articulação com escolas profissionais e ensino politécnico, permitir e fomentar a inovação na escola em todas as suas vertentes, apostar no ensino dual, valorizar o papel do professor e tornar a profissão apelativa para os jovens.

O mundo e o mercado de trabalho estão a evoluir rapidamente e Portugal não pode continuar a ficar para trás. Temos de agir já.

Carlos Oliveira

Presidente Executivo da Fundação José Neves

Fonte: Público
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Alunos do ensino básico correm maior risco de pobreza no futuro se não houver recuperação de competências

O alerta é feito pela professora e investigadora Susana Peralta, da Nova School of Business & Economics, um dos três autores do relatório “Portugal, Balanço Social 2021: Um retrato do país e de um ano de pandemia”, que é hoje apresentado publicamente em Lisboa.

Em declarações à agência Lusa, Susana Peralta disse que um dos dados que “está perfeitamente plasmado” no relatório tem a ver com a questão da educação, e que apesar de já vir refletido no relatório anterior, adquire um aspeto “verdadeiramente dramático”.

“A educação é determinante para permitir às pessoas escapar à pobreza ou às situações mais drásticas de pobreza e nós estamos a escangalhar essa relação”, apontou, sublinhando que os jovens do ensino básico correm agora maiores riscos de cair numa situação de pobreza no futuro, daqui a 20 ou 30 anos, fruto da não aquisição de competências durante a pandemia.

“Esse é um efeito que se vai ver daqui a mais tempo, mas que vai lá estar porque essas perdas, essas competências que não foram adquiridas, são competências que fariam falta a esses jovens e a essas crianças para terem sucesso anos mais tarde no mercado de trabalho”, disse.

De acordo com a investigadora, este relatório mostra por um lado a relação entre o mercado de trabalho e a pobreza, na qual “vai notar-se já muito rapidamente o acentuar de uma clivagem”, e, por outro lado, o papel da educação “enquanto grande passaporte para sair da pobreza”, que Susana Peralta entende que foi “escangalhado” e cujas consequências serão visíveis daqui a poucas décadas a menos que haja um investimento “bastante consequente na correção dessas perdas de aprendizagem”.

A investigadora adiantou que esta análise tem por base os dados das provas de aferição nos 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade realizadas em 2021 e que foram comparadas com os mesmos dados para os anos de 2018 e 2019.

De acordo com Susana Peralta, “estes jovens foram muito afetados pela pandemia” e a comparação de dados permitiu constatar “perdas substanciais na aquisição de competências”, algo que “vai ser um desafio” e um “problema a prazo”.

Nas palavras da investigadora, o fio entre anos de escolaridade e aquisição de competências foi cortado nestes dois anos de aprendizagem em contexto de pandemia covid-19.

“Estas crianças formalmente foram escolarizadas, mas na prática não foram, estiveram a ser escolarizadas algumas em frente ao écran, outras nem isso e o que os resultados mostram são resultados catastróficos em algumas competências fundamentais, designadamente, por exemplo, em matemática”, destacou.

A investigadora sublinhou como estas competências no ensino básico são fundamentais para os jovens conseguirem não só ter sucesso no ensino universitário, mas também no próprio mercado de trabalho.

Adiantou, que, juntamente com outros professores da Universidade Nova, fez uma proposta ao Ministério da Educação sobre recuperação de aprendizagens, com base em explicações e ajudas em pequenos grupos de alunos, que não foi adotada.

Referiu também que o Plano 21|23 Escola+, de recuperação de aprendizagens, tem uma componente de reforço de recursos humanos que as escolas poderão usar para este tipo de apoio curricular específico, mas que até agora não há informação sobre como é que o plano está a ser concretizado, que escolas aderiram ou quantas contratações foram feitas e se foram feitas nas escolas com maior ou menor perda de aprendizagem.

Relativamente à questão do emprego, Susana Peralta referiu que é possível antecipar já, tendo por base o Inquérito ao Emprego, e olhando para os rendimentos de 2020 e 2021, que daqui a um ou dois anos haverá um agudizar da relação com o mercado de trabalho, uma situação também determinada pelo nível de educação, e que as pessoas mais afetadas serão as com escolaridade ao nível do ensino secundário.

Isto porque, explicou, as pessoas com o nível de ensino primário correspondem a gerações mais velhas que entraram no mercado de trabalho antes de ele ter aquilo a que chamam de dualidade, ou seja, um mercado em que coabitam contratos formais e com elevada proteção social e contratos precários.

Fonte: Sapo por indicação de Livresco
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“Inclusão é pôr as vacas a comer carne”

Eu sou um pobre professor de entendimento fraco. Tão fraco que não consigo entender os “sábios” do ministério da educação quando falam que inclusão é educar todos juntos.

Eu penso que inclusão é educar todos bem, mesmo todos, ainda que sejam burrinhos, alguma coisa hão-de aprender, o que é importante é educar com grande qualidade o que cada um é capaz de aprender. Quando puder ser juntos, melhor, se tiver de ser separados, paciência.

Fui à minha aldeia, lá prós lados de Castelo Branco, e finalmente percebi o que era inclusão, segundo o ministério da educação, que não é o que eu acho, mas eu sou fraco de entendimento. Fui à quinta do Ti Manuel do Canto, onde tem os animais do costume, cabras, borregos, cães, gatos, e até tem uma vaca leiteira, que não há muitas lá para aqueles lados.

E fiquei espantado quando o homem teimava em dar a todos palha seca, misturada com umas ervas também secas que lá chamam feno, gente esquisita, e não é que os cães e os gatos não quiseram comer?!

Eu disse-lhe a rir, mas ele não gostou, que experimentasse dar carne a todos, talvez a vaca se deleitasse a comer um bom bife e as cabras e os borregos talvez ficassem contentes com umas iscas de porco.

O Ti Manuel do Canto é um homem bom e pacífico, mas não gostou da piada e quando se zanga é terrível e deu pontapés nos cães e nos gatos por não quererem comer palha e feno juntos com as cabras e os borregos, nem mesmo com a vaca leiteira. Bichos esquisitos e teimosos.

O Ti Manuel do Canto fez-me lembrar os sábios do ministério. Ele não entende que não pode dar aos herbívoros a mesma comida que dá aos carnívoros, que são gostos diferentes, e que tem de respeitar a natureza e a diferença. A igualdade é importante, tratar todos igualmente bem, mas a diferença também. Tratar como iguais os que são diferentes só pode dar asneira. E eu pra mim entendi que inclusão é alimentar todos bem, dar carne aos cachorrinhos e erva aos cabritos. Dar a todos a mesma coisa não resulta.

É isto que os sábios do ministério não entendem, penso eu, com o meu fraco entendimento. Ensinar os surdos como se ouvissem, ou ensinar os cegos como se vissem e pôr todos a ver o mesmo filme sem legendas, os surdos a reclamar porque não ouvem as falas e os cegos a gritar por que não veem as imagens, a professora a gritar em altos berros para ver se todos entendem, uma confusão, mas pró ministério o importante não é educar bem, é educar juntos.

Não foi isso que disseram os senhores lá em Salamanca nem é o que diz a UNESCO. Todos juntos sempre que possível, mas muitas vezes não é possível. O problema é que os sábios do ministério são como o Ti Manuel do Canto: querem dar carne às vacas.

José Afonso Baptista
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