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Primeiras pranchas eco sustentáveis adaptadas a necessidades especiais
ShoppingSpirit News 3 de Setembro, 2020 Lazer

As BUONDI Surf Sessions estão de regresso ao areal português. A 6ª edição da iniciativa promovida pela marca de cafés readaptou-se para corresponder aos cuidados a ter em tempo de pandemia e terá este ano apenas duas aulas de surf, a primeira decorreu no passado sábado, 29 de agosto, em Matosinhos, e a segunda aula está prevista para 19 de setembro, em Carcavelos. O evento que integra crianças e adultos com deficiência motora, visual ou cognitiva estreia as primeiras pranchas eco sustentáveis para surf adaptado produzidas pela BUONDI em parceria com a SURFaddict e a Ferox Surfboards. 

A edição 2020 repete o compromisso da marca com o apoio às comunidades onde está presente e reforça ainda mais este ano a sua componente ambiental, sendo estes dois dos pilares fundamentais da Nestlé no cumprimento do seu propósito de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável.

Neste sentido, as BUONDI Surf Sessions  continuam a contar com o apoio da SURFaddict – Associação Portuguesa de Surf Adaptado, numa parceria que já celebra cinco anos e que volta a poder proporcionar momentos únicos a crianças e adultos  com necessidades especiais. Todos os participantes foram convidados para uma experiência que incentiva ao contacto com a natureza, com o desporto e com o mar, através de contactos com IPSS’s (instituições particulares de solidariedade social), bem como outros grupos da sociedade civil.

Inovação ao serviço das primeiras pranchas eco sustentáveis para surf adaptado

A marca de cafés portuguesa e a associação veem na edição deste ano o reforço da importância de integrar socialmente as camadas mais sensíveis da população – principalmente em contexto de distanciamento social. João Graça, Marketing Manager da Nestlé Professional, destaca que “mesmo nos contextos mais adversos é fundamental encarar o futuro pela positiva e não deixar de usufruir momentos de descontração e lazer, fora de casa.”

A iniciativa deste ano dá ainda um contributo muito importante para a inovação com cunho português, com o desenvolvimento das primeiras pranchas para surf adaptado com produção sustentável. Para Nuno Vitorino, da SURFaddict, “A oportunidade lançada pela BUONDI, de desenvolvermos em conjunto pranchas de surf adaptado com uma maior preocupação ambiental, foi um desafio muito entusiasmante porque partilhamos esta forma de encarar a ligação ao mar com amor e respeito”. Nuno Vitorino explica ainda que, em cooperação com a Ferox Surfboards, “foi possível perceber que o surf adaptado precisava de pranchas mais largas e com mais volume, de modo a assegurar uma maior estabilidade.” 

As novas pranchas são compostas por um núcleo de esferovite reciclado, bem como um eixo central de madeira igualmente reciclada. Todas as fibras utilizadas são de matéria orgânica, as tintas são à base de água e os todos os materiais utilizados são amigos do ambiente.  Para Octávio Lourenço, da Ferox Surfboards, a inovação “foi um grande desafio, mas muito gratificante porque permitiu partilhar e desenvolver o conhecimento técnico e colocá-lo ao serviço de uma causa muito especial”.

Desde a primeira edição, as BUONDI Surf Sessions já envolveram mais de 3.000 participantes, e, num ano especialmente invulgar, torna-se ainda mais importante promover iniciativas inclusivas que mostrem que todos podemos tirar o melhor do dia.

Para Pedro Sampaio, Brand Manager da BUONDI, “é muito gratificante poder continuar a contribuir para a inovação no surf adaptado e assim, mostrar que todos podemos tirar o melhor do dia, com experiências intensas independentemente da nossa condição. A ligação da BUONDI ao surf nasceu com a marca e continua a ser um dos eixos do seu propósito, quer com o apoio à democratização e inclusão da modalidade, promovendo o surf para todos, em parceria com a SURFaddict, mas também no apoio a jovens atletas portugueses, sendo o café oficial das seleções nacionais de surf – através do patrocínio à Federação Portuguesa de Surf.”

A marca compromete-se ainda a cumprir liminarmente todas as normas estabelecidas pelas autoridades e exigidas no âmbito específico da realização de aulas de surf. A localização das aulas está igualmente sujeita a mudança em função de eventual excesso de lotação das praias.


Fonte: https://shoppingspirit.pt/wp-content/uploads/2020/09/Primeiras-pranchas-eco-sustentaveis-adaptadas-a-necessidades-especiais.jpg
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Afectividades / A SEXUALIDADE NA DEFICIÊNCIA VISIVELMENTE INVISÍVEL
« Última mensagem por salgado18 em 06/09/2020, 09:39 »
A SEXUALIDADE NA DEFICIÊNCIA VISIVELMENTE INVISÍVEL


Foto de Pedro Costa

O derradeiro tema tabu: a sexualidade.
Vamos complicar um pouco mais: a sexualidade na deficiência.

Complicamos demasiado porque a  falta de informação sobre este mito é, por si só, deficiente. Receamos o que não entendemos ou sabemos, e por isso é necessário fazermos uma busca sobre o tema. É ainda mais importante, desenvolvermos a nossa capacidade para falarmos sobre sexo na deficiência, sem a limitação da vergonha e do preconceito.
A sexualidade é uma necessidade tão básica como comer, andar, respirar e falar. Naturalmente, assiste a todos os seres vivos, mesmo às pessoas com diversidade funcional. Tendencialmente, olhamos para a sexualidade como o ato de penetração. Então penetremos no assunto: há vida sexual para além do coito!

Escrevia, já em 1996, o sociólogo Tom Shakespeare no livro “The Sexual Politics of Disability: Untold Desires”:

“Como as pessoas com deficiência não são capazes de fazer amor de uma forma ‘simples’ ou numa posição convencional, foram impelidas para experimentar e desfrutar de uma vida sexual mais interessante”.

Estas pessoas não deixam de fazer e sentir a sua sexualidade.
Poderei arriscar, se disser que a diversidade funcional trouxe outra perspectiva de viver a sexualidade na sua plenitude. As limitações associadas a cada caso, deram lugar a novas oportunidades e descobertas de sentir o prazer sexual de uma maneira ilimitada. Parece um absurdo mas pode fazer sentido em muitos casos.
É um assunto que diz respeito a todos, embora deva ser abordado de forma individual por ser tão íntimo. Creio que existem falhas significativas no acesso à informação deste tema, que podia ser explorado eficazmente pela classe médica. A generalidade dos médicos concentram o seu trabalho noutras questões, esquecendo de abordar a sexualidade na deficiência, até porque somos todos possíveis "deficientes". A qualquer momento podemos estar limitados a uma cama ou cadeira de rodas.

A mudança de mentalidades têm de passar primeiro por uma mudança cultural e social. Quando somos treinados desde tenra idade a falar e andar, temos obrigatoriamente de aprender a Ser, para aprender a Viver com dignidade e respeito, por nós e pelos outros.
A sexualidade está connosco desde que nascemos até morrermos.
Não existe um Kamasutra específico para pessoas com deficiência. Se houvesse, já acreditavam que a diversidade funcional não é assexuada? Pensem.

Mas o problema maior, não passa apenas pela falta de informação, passa também pelo padrão e estereótipo de beleza que desenvolvemos ao longo da nossa vida. Passa pela não aceitação do indivíduo "deficientizado" pela sociedade, começando no seio familiar. Passa pelo medo de sofrer o preconceito, quando somos uma pessoa dita "normal" a ter uma relação com um "cadeirante".
Deficiência não é sinónimo de doença contagiosa, e mesmo que fosse, posso garantir-vos que foi a melhor "doença" que se me apegou!

A sexualidade na deficiência, é de facto visivelmente invisível e está muito longe ainda da perceção universal.
No entanto, é sabido que o maior medo da humanidade é ficar incapacitado.
Tudo o que é mito e tabu tem de ser afastado do nosso pensamento, o mais rápido possível.
Sexualidade, morte, doenças, deficiência serão sempre temas a evitar porque não sabemos falar sobre os mesmos.

Amar sem limites, é como viver sem fronteiras nas nossas diferenças.
E lembrem-se: a pior deficiência é o preconceito, pois não existe prótese para carácter amputado.


Foto de Pedro Costa


Fonte: https://amorimperfectus.blogspot.com/2019/04/a-sexualidade-na-deficiencia.html?spref=fb&fbclid=IwAR1zKD5x43KcysDIvxRvR7Zr-FSh8qPed921-dQvmflxkEKPx0gD15FhPVQ
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Acção Social / Re: informações sobre curso de formação
« Última mensagem por AREZ em 06/09/2020, 00:59 »
por favor alguém me pode ajudar preciso mesmo de uma resposta urgente

Sr. Gabriel ,

Ligue 300 502 502 ou 210 545 400

Horário do Atendimento personalizado: dias úteis das 9h00 às 18h00.

Horário do Atendimento automático: 24 horas por dia, 7 dias por semana.


Atentamente

Arez

 
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Duvidas & Ajudas / Re: Conseguir invalidez
« Última mensagem por AREZ em 06/09/2020, 00:53 »
Precisava de falar contigo. Podes fornecer-me o teu mail se faz favor?

Espero que se encontre bem , deverá colocar a sua questão no fórum.

Informo ainda que a minha caixa de mensagens aqui já se encontra disponível a todos os membros.

Cumprimentos
95
Duvidas & Ajudas / Re: Compra de casa e complemento PSI
« Última mensagem por AREZ em 06/09/2020, 00:50 »



Tem de contactar a acção social da câmara municipal da sua área de residência.

Quanto à questão do complemento deverá contactar com a segurança social.

Cumprimentos

Arez
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Comunicados da Administração / Re: Ausência Férias
« Última mensagem por AREZ em 06/09/2020, 00:43 »

Agradeço a todos , descansei um bocadinho sim , espero que tenham passado bem.

Beijinhos e abraços

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Noticias / Re: Prestação Social para Inclusão - Complemento
« Última mensagem por AREZ em 06/09/2020, 00:29 »
Boa tarde.Vinha deixar a seguinte questão;(Se alguém me souber responder agradeço);A minha mulher neste momento recebe a Pensão social para a inclusão.Será que quando ela tiver a idade para pedir a pensão de velhice,pode optar por essa em detrimento da PSI?A carreira contributiva dela não é muito longa,são 16 anos em Portugal e 3 anos em Espanha.Talvez receba mais alguma coisa com a pensão de velhice,digo eu.Obrigado desde já a quem me possa elucidar sobre este assunto.
Abraço


Ora viva ,

jimmypt67

A sua esposa é beneficiária da prestação social para a inclusão.

Tem direito à pensão de velhice sim , com 16 anos de descontos o valor andará muito perto do da prestação contudo esse cálculo será efectuado na altura pelo CNP.

A idade actual de acesso está nos 66 anos e 5 meses em 2020 e 66 anos e 6 meses em 2021.


Tudo a correr pelo melhor e até uma próxima

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Goalball / Goalball vai a Tóquio como favorito e para coroar ascensão
« Última mensagem por migel em 05/09/2020, 10:27 »
Goalball vai a Tóquio como favorito e para coroar ascensão


Potências mundias, seleções masculina e feminina estão classificadas e irão fortes para fazer história em Tóquio, conquistando a inédita medalha de ouro para o Brasil

 Fernanda Zalcman3 de setembro de 2020

Goalball - Goalball Tóquio-2020 - Jogos ParalímpicosA união da seleção brasileira de goalball (Instagram/leomonmorenoficial)
Há 10 anos, o Brasil tinha pouca tradição no goalball. Mas hoje, ainda que sem muita visibilidade, é uma das maiores potências da modalidade no mundo. E daqui exatos 365 dias, as seleções masculina e feminina estreiam nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020 como favoritas e em busca da inédita medalha de ouro para coroar a ascensão e o sucesso do esporte.


E para marcar a contagem regressiva para a estreia do goalball em Tóquio-2020, o Olimpíada Todo Dia preparou um guia com tudo o que você precisa saber. Confira abaixo!

De todas as modalidades do programa paralímpico, o goalball é a única que não é adaptada. É um esporte feito especificamente para cegos, que foi criado em 1946 especialmente para a reabilitação de veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. No Brasil a modalidade chegou apenas em 1985, mas foi em 2004 que ela deu o primeiro salto no país, com a inédita classificação de uma seleção, a feminina, para a Paralimpíada de Atenas-2004.

De lá para cá, a ascensão foi meteórica, especialmente depois da conquista da medalha de ouro da seleção masculina no Pan de Guadalajara-2011. E desde então, o domínio brasileiro é absoluto em Pan, com seis medalhas, sendo cinco douradas.

Em 2012, o masculino novamente faturou uma inédita medalha paralímpica, a prata em Londres, e dois anos depois, foi campeão mundial pela primeira vez. Na Rio-2016, o time não confirmou o favoritismo e acabou ficando com o bronze.


Seleção masculina foi bronze nos Jogos Paralímpicos do Rio (Gabriel Heusi/Brasil2016.gov.br)
Mas em 2018, a equipe faturou o bicampeonato mundial, enquanto a feminina conquistou a inédita medalha de bronze. No ano passado, ambas foram campeãs em Lima-2019 e hoje, a seleção masculina é a líder do ranking mundial e a feminina é a terceira melhor do mundo.

Expectativa
Com essa rápida ascensão e com todos os resultados positivos obtidos nos últimos anos, a seleção masculina chega como grande favorita à medalha de ouro, enquanto a feminina, com um time renovado, certamente irá forte para brigar pelo lugar mais alto do pódio.

“A minha expectativa é coletiva. Espero chegar bem preparado para Tóquio. Estamos vindo de títulos mundiais, medalhas paralímpicas e precisamos nos manter. Já temos uma medalha de prata em Londres-2012 e bronze na Rio-2016. Para completar o nosso quadro de medalha falta o ouro”, destacou Leomon Moreno, destaque da seleção brasileira e melhor jogador de mundo de goalball em live com o Olimpíada Todo Dia.

“Apostamos na renovação e vem dando resultado. As meninas confiaram no trabalho e as coisas estão acontecendo. Ouço muito que uma medalha paralímpica é construída em dois ciclos e concordo. Vamos trabalhar por Tóquio”, completou o técnico da seleção feminina, Daílton Nascimento, em live com a CBDV (Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais).


Seleção feminina foi campeã do Pan de Lima-2019 (Rodolfo Vilela/ rededoesporte.gov.br)
Os adversários
A Lituânia, no masculino, e a Turquia, no feminino, foram os medalhistas de ouro da Rio-2016 e estão entre as melhores do esporte hoje, ao lado do Brasil. No entanto, outros países vêm diminuindo a diferença e, com uma nova geração vindo forte, a disputa promete ser acirrada no goalball em Tóquio-2020.

Além disso, até hoje, nenhum país ganhou mais de duas medalhas de ouro nas 11 edições dos Jogos Paralímpicos até hoje. Foram elas: as equipes masculinas da Finlândia e Dinamarca, e as femininas do Canadá e dos Estados Unidos, que subiram duas vezes ao topo do pódio.

Isso reflete, portanto, a força do esporte em todo o mundo. E se depender dos jogadores, o Brasil vai dar o primeiro passo para entrar nesta estatística e fazer história para o goalball em Tóquio-2020.


Fonte: http://www.olimpiadatododia.com.br/paralimpicos/262948-goalball-vai-a-toquio-2020-como-favorito-e-para-coroar-ascensao/
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Noticias / Re: Prestação Social para Inclusão - Complemento
« Última mensagem por jimmypt67 em 04/09/2020, 16:03 »
Boa tarde.Vinha deixar a seguinte questão;(Se alguém me souber responder agradeço);A minha mulher neste momento recebe a Pensão social para a inclusão.Será que quando ela tiver a idade para pedir a pensão de velhice,pode optar por essa em detrimento da PSI?A carreira contributiva dela não é muito longa,são 16 anos em Portugal e 3 anos em Espanha.Talvez receba mais alguma coisa com a pensão de velhice,digo eu.Obrigado desde já a quem me possa elucidar sobre este assunto.
Abraço
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DELEGAÇÃO DA MADEIRA DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DEFICIENTES AJUDOU OITO PESSOAS EM TRÊS MESES

Artigo | 03/09/2020 15:31
A Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Região Autónoma da Madeira em parceria com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites promovem a Campanha “Dê Uma Tampa à Indiferença” que consiste na recolha de tampas de plástico para posterior envio para Portugal Continental para uma recicladora.

Com os valores angariados compramos ajudas técnicas e material ortopédico para doar a pessoas socialmente carenciadas. Desde o início do presente ano foram enviados dois contentores de tampas, contendo 14140 kg de tampinhas.

Através do montante angariado com estes contentores foi possível apoiar cerca de 8 pessoas nos últimos 3 meses através da comparticipação de equipamentos novos, em conjunto com a Segurança Social da Madeira, nomeadamente: comparticipação de prótese, pneus para cadeiras de rodas, baterias para cadeira de rodas eléctricas, comparticipação de rampas elevatórias para uma viatura, compra de cadeiras de rodas manuais. Tendo sido apoiadas cerca de 10 pessoas através do empréstimo de cadeiras de rodas manuais usadas.

A Campanha “Dê Uma Tampa à Indiferença” é um dos projectos da Associação, que em parceria com várias entidades, nomeadamente autarquias, farmácias, escolas, serviços de saúde, bem como particulares, tem chegado a toda a ilha, movendo desde crianças a idosos na recolha de tampinhas.

"Continuamos a apelar a toda a população para que possa contribuir com a doação de tampas de plástico, de modo a que possamos continuar a apoiar as pessoas com deficiência a obter melhor qualidade de vida através dos materiais ortopédicos e ajudas técnicas", refere o comunicado enviado ao JM.

Fonte: JM
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