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Autor Tópico: Para-canoagem portuguesa quer fazer história  (Lida 387 vezes)

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Para-canoagem portuguesa quer fazer história
« em: 18/05/2016, 10:38 »
Para-canoagem portuguesa quer fazer história

Norberto Mourão e Paulo Santos querem seguir o exemplo internacional da equipa nacional de canoagem.
Canoagem


Foto: ESTELA SILVA / LUSA

Canoagem.

Norberto Mourão e Paulo Santos querem fazer história no desporto paralímpico português, levando a canoagem adaptada ao nível que a equipa nacional de velocidade tem conseguido em europeus, mundiais e Jogos Olímpicos.

"Por isso é tão importante o apuramento para os Jogos Paralímpicos Rio2016. Nos Olímpicos, a canoagem foi a única modalidade a conquistar um pódio para Portugal em Londres2012 e todos os anos traz medalhas das principais provas internacionais. Sonho com o dia em que tenhamos o mesmo papel no desporto adaptado", resumiu Norberto Mourão, em declarações à agência Lusa.

A dupla compete de terça a quinta-feira em Duisburgo, Alemanha, em busca de uma das últimas quatro vagas para a Europa em cada um dos escalões: amputado das pernas, em acidente de moto, Norberto, 35 anos, usa somente a força dos braços e tronco (KL2), enquanto Paulo (KL1), 50, com uma doença degenerativa, apenas compete com a energia dos membros superiores.

"Uma das quatro vagas é minha. Nos mundiais fui 12.º, mas tinha um barco novo há apenas duas semanas e estava desequilibrado. Agora estou a arrancar muito mais forte, com cadência e força a aumentar. Estou confiante, embora sem excessos", completou Norberto Mourão.

Paulo Santos foi 15.º nos mundiais de 2015, nos quais fez o seu batismo em provas internacionais: "Na altura estava ansioso, nervoso e as coisas não correram como desejava. Agora estou bem fisicamente e mentalmente também tenho de estar."

O canoísta contou que a sua leucodistrofia metacromática o atirou para uma cama e que foi "salvo pela canoagem", chegando à modalidade através de uma amiga comum, Carla Ferreira, que, com paralisia cerebral, foi pioneira na canoagem adaptada em Portugal.

"Estava numa cama e nem conseguia segurar um copo de água. Bebia por uma palhinha. A Associação Salvador ofereceu-me um elevador que me permitiu sair de casa, conhecer gente nova e descobrir a canoagem, uma modalidade que pode ajudar imensa gente", completou.

A dupla do Sporting trabalha diariamente no Montijo, no rio Tejo, sob a orientação do técnico nacional de para-canoagem Ivo Quendera. 


Fonte: Por SAPO Desporto c/ Lusa sapodesporto@sapo.pt
 

 



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