mobilitec

ergometrica

Ortopedia Moderna

Anditec

Mais que Cuidar

Loja DEnfermeiro
Ortogil

Autopedico

Invacare

Pros Avos

sembarreiras

Carlos Frazao
Ortopediareal

Tecnomobile

TotalMobility

Ortopediastwins

Ortopedia Stop

Escadafacil

Autor Tópico: Cancro do pulmão  (Lida 622 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Online Anibal

  • Utilizador
  • *
  • Thank You
  • -Given: 0
  • -Receive: 1
  • Mensagens: 39
  • Tem deficiência: Sim
Cancro do pulmão
« em: 06/09/2011, 09:43 »
Cancro do pulmão
A maioria das formas de cancro do pulão tem a sua origem nas suas células dos pulmões; no entanto o cancro pode propagar-se (metástase) ao pulmão a parte de outras partes do organismo. O cancro do pulmão é o mais frequente, em homens quer em mulheres, e o mais importante, pois é a causa mais frequente de morte causada por cancro tanto em homens como em mulheres.

Causas
O hábito de fumar cigarros é a causa principal em 90% dos casos de cancro do pulmão. O cancro do pulmão. O cancro do pulmão aumentou nas mulheres devido ao costume mais difundido de fumar cigarros quantos mais cigarros se fumarem, o maior risco é se contrair o risco de cancro do pulmão.   
Uma proporção de cancro do pulmão 10% a 15% nos Homens e 5 % nas Mulheres) é consequência das substâncias que se encontram ou que se aspiram no local de trabalho. Trabalhar com amianto, radiação, arsénico, crómio, níquel, éter clorometilico, gás mostarda e emissões de coque dos fornos relaciona-se com o cancro do pulmão, uma proporção de cancro do pulmão (entre 10 a 15% nos homens e 5% nas mulheres) a consequência das substâncias que se encontram ou que se aspiram no local de trabalho com amianto, radiação, arsénico, crómio, níquel, éter cloromatilico, mostarda e emissões do coque dos fornos relaciona-se com o cancro do pulmão embora, geneticamente, só nas pessoas que também fumam cigarros. Esta por determinar o papel que a poluição do ar desempana como causador do cancro do pulmão. A exposição ao gás radão em ambiente doméstico pode ser importante num número reduzido de cancro. Às vezes, algumas formas dos pulmões, especialmente adenocarcinoma e o carcinoma de células alveolares, verificam-se em pessoas cujo pulmão tem cicatrizes produzidas por outras doenças pulmonares, com a tuberculose e a fibrose,
Tipo de cancro do pulmão
Mas de 90% dos cancros do pulmão começam começa nos brônquios As grades vias arérias que levam o ar aos pulmões), este cancro em particular denomina-se carcinoma brônquico. Estes tipos destes cancros são o carcinoma epidermóide, o carcinoma de células pequenas (células em forma de grão de aveia), o carcinoma de células grandes e o adenocarcinoma. O carcinoma de células alveolares origina se nos sacos de ar os pulmão (alvéolos). Embora este tipo de cancro possa ser um tumor único, desenvolve-se com frequência em Mais de uma zona do pulmão. Os tumores dos pulmões menos frequentes são o adenoma brônquico (que pode ou não ser canceroso), o hamartoma condromatoso (não canceroso) e o sarcoma (canceroso). O linfoma e o tipo de cancro linfático que pode começar nos pulmões ou propagar-se aos pulmões. Propagam-se aos pulmões muitas formas de cancro que tem origem em qualquer parte do organismo. O cancro estende-se aos pulmões muito frequentemente a partir da mama, do cólon, da próstata, do rim, da tiróide, e do estômago, do colo do útero, dos testículos, dos ossos e da pele.

Sintomas os sintomas de cancro do pulmão dependem do tipo de cancro, da sua localização e só seu modo de propagação. De modo geral o sistema principal é uma tosse persistente. As pessoas com bronquite crónica que desenvolvem cancro do pulmão percebem com frequência que há sua tosse pioram. A expectoração pode estar manchada de sangue se o cancro invadir os vasos sanguíneos subjacentes pode causar pode causar hemorragias graves. O cancro pode provocar sibilos devido ao estreitamento da via aérea em que se desenvolve. A obstrução de um brônquio pode ocasionar o colapso da parte do pulmão alimentado por esse brônquio, criando uma infecção denominada atelectasia. Outra consequência pode ser uma pneumonia com tosse, febre dor torácica e dispneia. Quando o tumor cresce no interior da parede torácica pode produzir uma dor de peito persistente. Os sistemas posteriores consistem na perda de apetite, emagrecimento e debilidade. O cancro do pulmão ocasiona muitas vezes a acumulação de liquido à voltado pulmão (derrame pleural) que crdioproduz dispneia se o cancro se propaga para o interior dos pulmões, pode causar despendia concentração de oxigénio no sangue e insuficiência cardíaca.

















O cancro pode crescer no interior de certos nervos do pescoço, fazendo com que uma pálpebra fique só semiaberta, provocando a contracção da pupila, o afundamento do globo ocular e uma redução da transpiração de um lado da cara. Estes sintomas em conjunto conhecem-se como a sindroma do horner, o cancro na parte alta do pulmão pode crescer no interior dos nervos que controlam o braço, produzindo dor, insensibilidade e perda de força no menos. Pode também lesionar os nervos que vão para a cavidade dos órgãos da função, produzindo rouquidão. O cancro pode crescer directamente no esófago ou parte dele e pressiona-lo, dificultando a deglutição em alguns casos, desenvolve-se um canal anormal (fistula) entre o esófago e os brônquios, provocando ataques agudos de tosse durante a deglutição alimentos e os líquidos porem nos pulmões. O cancro do pulmão pode crescer dentro do coração, provocando uma frequência cardíaca anormal, uma dilatação ou liquido no pericárdio que envolve o coração pode crescer à volta da via cava superior (uma grande veia do interior do tórax). A obstrução desta via faz com que o sangue se reflua para as outras veias da parte superior do corpo as vias da perda do tórax ganham. Volume a cara e o pescoço e a parede torácica superior, incluindo as mamas incham e adquirem uma cor arroxeada a doença também causa dispneia, dor de cabeça visão enevoada vertigens e sonolência. Estes sintomas em geral principalmente quando a pessoa se inclina para diante ou se deita. O cancro do pulmão pode também propagar-se também pela corrente sanguínea para fígado, cérebro as glândulas supra- renais e os ossos. Isto pode ocorrer na primeira fase da doença especialmente de trata de um carcinoma de células pequenos sintomas como insuficiência hepática, confusão, convulsãoes e dores ósseas podem verificar-se antes que seja evidente qualquer anomalia pulmonar. O que dificulta um diagnostico precoce.

Algumas formas de cancro do pulmão têm o seu efeito noutros pontos afastados dos pulmões, como perturbações metabólicas, musculares (sindromas paraneoplásicas). Estes sintomas não têm relação com o tamanho ou a localização do cancro do pulmão e não indicam necessariamente que este se tenha propagado para além do tórax dado que são causadas por substâncias segregadas pelo cancro. Estas perturbações podem ser os primeiros sintomas de cancro ou o primeiro indício de que o cancro reapareceu depois do tratamento. Um exemplo do sindroma paraneoplásico é a sindroma de eston lambert, caracterizada por um debilidade muscular extrema é a outra debilidade muscular e a dor causadas pela inflamação (polimiosite), que além disso podem acompanhar-se por uma inflamação da pele dermatomiosite.
Algumas formas de cancro do pulmão segregam hormonas ou substâncias semelhantes as hormonas, cujo resultado é uma concentração anormal de hormonas. Por exemplo o carcinoma de células pequenas pode segregar a adrenocorticotrooina, causando a sindroma de cushing, ou a hormona antidioretica, causando uma repetição de líquidos e a baixa e a baixa da concentração do sódio no sangue a produção excessiva de hormonas também pode a chamada sindroma carcinóide avermelhamento da pele, respiração sibilante, diarreias e alterações nas válvulas cardíacas. O carcinoma de células escamosas pode segregar uma substância semelhante à hormona responsável por elevar os valores no cálcio do sangue outras sindromas hormonais relacionadas com o cancro do pulmão inclui o aumentos do tamanho das mamas nos homens ginecológica e uma produção excessiva de hormona tiróideia (hipertiroidismo). Também se verificam alterações cutâneas com o escurecimento da pele nas axilas. O cancro do pulmão pode inclusive alterar a formados dedos das mãos e dos pés mudanças nas extremidades dos ossos longos as quis se pode observar nas radiografias.

Diagnostico
O medico investida a possibilidade de cancro do pulmão quando em doentes, especialmente em fumadores, tem acessos de tosse persistente ou que pioram ou quando apresenta algum sintoma de perturbação pulmonar. As vezes uma sombra numa radiografia tórax de algum que não tem sintomas pode ser o primeiro indicio do processo. A maioria dos tumores do pulmão detecta-se numa radiografia do tórax, embora esta possa passar por cima dos pequenos tumores. Dado que uma radiografia mostra somente uma sombra no pulmão, não fornece uma prova segura de cancro. Por isso, é necessário um exame ao microscópio de uma amostra de tecido.  As vezes uma amostra de expectoração) também se pode praticar uma broncoscupia para obter uma amostra de tecido. Se o cancro for demasiado profundo para ser alcançado por um broncoscopio o médico pode obter uma amostra mediante a inserção de uma agulha através da pele equipamento efectua uma tomografia axial computorizada (TAC) como guia; este procedimento denomina-se biopsia com uma agulha. As vezes, a amostra é obtida através de um procedimento cirúrgico denominado toracotomio, o exame pela TAC podem apresentar as pequenas manchas que não aparecem nas radiografias do tórax a TAC pode também provocar um possível crescimento dos gânglios linfáticos. no entanto, recorre-se frequentemente a uma biopsia( extracção de uma amostra para um exame ao microscópio) para deter mina se aumento do volume provém de uma inflamação ou de um cancro. A TAC do abdómen ou da cabeça pode mostrar-se o cancro se propagou ao fígado às glândulas super renais ou ao cérebro uma gamagrafia óssea pode evidenciar que o cancro se propagou aos ossos. Dado que o carcinoma de células pequenas tende a propagar-se, o médica as vezes efectua uma biopsia de medula óssea extracção de uma amostra para o seu exame ao microscópio). A classificação da formas de cancro baseia-se no tamanho do tumor, na sua possível propagação dos gânglios linfáticos próxima e na sua possível propagação a órgãos distantes as diversas categorias denominam-se fases cada fase de um cancro tem o seu tratamento mais apropriado e permite ao medico estabelecer o prognostico.





Tratamento 
Os tumores brônquicos não cancerosos, geralmente, extirpam-se cirurgicamente, dado que pode obstruir os brônquios e tornaram-se cancerosos com o tempo. Muitas é difícil confirmar que um tumor na extremidade dos pulmões cujo canceroso até que esse tumores seja extirpado para o seu exame microscópio. A cirurgia é possível, as vezes, em formas de cancro diferentes do carcinoma de células pequenas que não se tenham propagado para além do pulmão apesar de ser poder extirpar cirurgicamente entre 10% e 35% das formas de cancro, infelizmente os resultados nem sempre são a cura. Entre os doentes submetidos à extirpação de um tumor isolado de crescimento lento, entre 25%e 40% sobrevivem pelo menos cinco anos a contar do diagnóstico estes doentes devem submeter-se submeter a controlos regulares porque o cancro do pulão recidivo há 6% a 12% dos doentes operado. Esta percentagem e muito mais elevado entre os que continuam a fumar depois da intervenção. Antes da cirurgia o medica efectua provas de função pulmonar para determinar se o pulmão que fica tem capacidade suficiente. Se os resultados dos testes não foram satisfatórios, é possível que não possa praticar-se uma intervenção cirúrgica, variando de uma pequena parte de um lobo pulmonar à totalidade do pulmão. As vezes um cancro tem a sua origem noutro lugar do organismo e propaga-se aos pulmões. Este só pode extirpar depois de ter sido extirpado o tumor original. Não é um procedimento que se recomende com frequência uma vez que só 10% conseguem sobrevivem 5 anos ou mais a esta intervenção. Infelizmente, a cirurgia não e útil quando o cancro se propaga para alem do pulmões, quando esta demasiado próximo da traqueia ou quando o indivíduo sofre de outras doenças graves por exemplo uma doença cardíaca ou pulmonar grave). Pode aplicar-se radioterapia aos doentes que não podem ser operados porque sofrem de outras doenças graves. Nestes casos o objectivo de radioterapia não e a cura, o retardar da evolução do cancro. A radioterapia é também útil para controlar dor de ossos a sindroma da veia cava superior e a compressão da medula espinal no entanto, a radioterapia pode inflamar os pulmões peneumonite por radiações). Ocasionando tosse dispneia e febre estes sintomas aliviam-se croticosteróides. Nenhum tratamente de quimioterapia resulta particularmente eficaz a não ser que o cancro do pulmão seja do tipo de células pequenas. Neste ultimo caso. A cirurgia não é considerada uma opção valida dado quase sempre no momento do diagnostico o carcinoma de células pequenas do pulmão já se propagou a outra parte diferente do organismo.  Em contrapartida este cancro trata-se com quimioterapia por vezes combinada com radioterapia a quimioterapia prolonga a vida de forma significativa entre 25%dos doentes. Os indivíduos que sofrem de carcinomas de células pequenas do pulmão são o que responde bem à quimioterapia podem recorrer à radioterapia para tratar o cancro se este se encontrar no cérebro muitos indivíduos que sofrem de cancro do pulmão experimentam uma diminuição substancial de função pulmonar, estejam ou não em tratamento. A terapia com oxigénio e os fármacos que dilatam as vias respiratórias podem aliviar as dificuldades respiratórias. Também em muitos casos de cancro do pulmão avançado o doente sente dor e é tal a dificuldade para respirar que deve administrar se-lhe um medicamento narcótico durante a fase terminal que pode durar semanas ou meses. Felizmente, nos narcóticos administrados em doses adequadas produzem alívio sustentável.           


Share me

Digg  Facebook  SlashDot  Delicious  Technorati  Twitter  Google  Yahoo
Smf

 

     
Voltar ao topo