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Autor Tópico: Sida  (Lida 3970 vezes)

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Offline 100nick

Re: Sida
« Responder #45 em: 04/05/2017, 16:27 »
Cientistas conseguem eliminar vírus da Sida pela primeira vez em animais

Um grupo de cientistas conseguiu eliminar o vírus do HIV, pela primeira vez, em animais, recorrendo a uma técnica de edição de genes.



A descoberta foi feita na Lewis Katz School of Medicine, da Universidade de Temple e de Pittsburgh, nos Estados Unidos da América.

O diretor da investigação, Wenhui Hu, adiantou ao jornal britânico Daily Mail que a próxima fase é repetir todo o processo realizado e testado em ratos, em primatas, afirmando ainda que “o objetivo é realizar ensaios clínicos em humanos”.

"Segundo o que sabemos, este estudo é o primeiro a demonstrar a excisão eficaz do DNA proviral do HIV- 1 a partir do genoma do hospedeiro em modelos animais pré-clínicos (usando este método) " explicou uma fonte da equipa de investigação ao Sience Direct.

Atualmente a medicina e os fármacos que existem apenas conseguem travar que o vírus do HIV se reproduza no organismo, controlando a doença, mas não conseguem eliminá-lo na totalidade, como foi testado nos ratos.

Fonte: https://sol.sapo.pt/artigo/561180/cientistas-conseguem-eliminar-virus-da-sida-pela-primeira-vez-em-animais
 

Online pantanal

Re: Sida
« Responder #46 em: 06/10/2017, 16:09 »
Sida em Angola "é preocupante"


Laço vermelho, símbolo da luta contra a Sida
Foto: SANJEEV GUPTA /EPA


Sida em Angola "é preocupante"

O diretor da ONU/SIDA em Angola, Michel Kouakou, considerou "preocupante" o índice de prevalência da doença entre a população do país, de 2,4%, apelando por isso à sociedade para se juntar "aos esforços do Governo".

O diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o combate ao VIH/Sida (ONU/SIDA) falava à imprensa à margem do "workshop" nacional promovido pelas Organizações da Sociedade Civil para o Reforço ao Sistema de Saúde Comunitário de Angola, tendo assumido a preocupação com a propagação da doença no país.

Epidemia de Sida em Angola afeta meio milhão de pessoas, sendo que apenas 215 mil estão a ser acompanhadas
"É sim preocupante porque a superfície de Angola é vasta, vasto é também o movimento das pessoas, então, sobretudo quando a gente quer vencer esta doença até 2030, temos que juntar esforços para que isso possa acontecer nesse horizonte", disse Michel Kouakou.

O objetivo passa por atingir, entre outras, a meta de 90% de pessoas diagnosticadas com sida sob tratamento antirretroviral até 2030.

"Temos a possibilidade de tratar as pessoas, de mantê-las vivas e mantê-las na sociedade. Fazemos sempre um apelo sobre a prevenção, os meios existem, o Governo esta fazer muito esforço, o custo de tratamento é muito elevado", apontou Michel Kouakou.

O "workshop" nacional das Organizações da Sociedade Civil para o Reforço ao Sistema de Saúde Comunitário de Angola, que encerra hoje, em Luanda, é uma organização da Rede Angolana das Organizações de Serviços de Sida (Anaso).


Aquela organização estimou anteriormente que a epidemia de Sida em Angola afeta já cerca de meio milhão de pessoas, sendo que apenas 215 mil estão a ser acompanhadas, das quais 78 mil beneficiam de terapia com antirretrovirais.

De acordo com Michel Kouakou, as ações da ONU/SIDA em Angola continuarão voltadas para o apoio ao Governo nas ações de combate à doença.

"Em junho deste ano, o Governo angolano decidiu implementar o 'Programa Testar e Tratar', para todos que sofrem da doença. Então estamos a implementar este programa a nível nacional apoiando nesta fase o Governo", concluiu.


Fonte: JN
 

Online migel

Re: Sida
« Responder #47 em: 31/12/2017, 17:03 »
REPORTAGEM: EUA mantêm-se como maior parceiro de combate à sida em Moçambique em 2018

 
Maputo, 31 (Lusa) - Angelina Guanaes Goa, 60 anos, nunca foi médica, mas na sua terra está na linha da frente do combate a uma das principais epidemias de Moçambique, uma doença em que "nem todas as pessoas acreditam".

Na vila da Namaacha, sul do país, a sida ainda é bruxaria, praga rogada por pessoas com más intenções, assunto tabu que Angelina esclarece, para levar conterrâneos ao teste diagnóstico.

"Sou uma das pessoas que faz tratamento, desde 2007. Estou aqui a tomar os meus comprimidos e a seguir o que o médico diz", refere, tornando num exemplo a forma como encara a sua condição de seropositiva.

O trabalho de Angelina é apoiado pelo maior doador de Moçambique para combate à sida, os Estados Unidos da América: para o ano fiscal que cobre 2018 está previsto um investimento de 400 milhões de dólares no âmbito do Programa do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da Sida (PEPFAR).

O dinheiro vai para um leque alargado organizações não-governamentais (ONG), como a Fundação Ariel Glaser, na Namaacha, envolvidas com as comunidades e cuidados clínicos, assim como também para a aquisição de medicamentos antirretrovirais, instalação e funcionamento de laboratórios de alta tecnologia e muito mais.

Um leque de ações que se enquadra na estratégia '90-90-90' definida pelas Nações Unidas: até 2020 ter 90% da população com HIV diagnosticada, 90% destas em tratamento e 90% deste grupo a alcançar a supressão viral - ou seja, virtualmente incapazes de propagar a doença.

Francisco Mbofana, secretário-executivo do Conselho Nacional de Combate ao HIV/sida, refere que "há progressos", mas também reconhece que Moçambique ainda está longe de alcançar qualquer um dos '90'.

Aquele responsável estima que 50% a 56% da população com HIV conheça hoje o seu diagnóstico, que o tratamento antirretroviral chegue a 60% das pessoas infetadas e, embora haja poucos dados, que menos de 40% destes tenha alcançado a supressão viral.

O apoio do PEPFAR é o maior a nível unilateral que o país recebe para atacar o HIV, sublinha, logo com um papel decisivo, depois de a doença ter vitimado 62 mil pessoas em 2016 - a sida é a principal causa de morte entre os adultos em idade economicamente ativa em Moçambique.

Há cerca de 1,9 milhões de pessoas a viver com HIV no país, ou seja, um em cada oito adultos.

"Temos uma janela de tempo limitada", alerta Alfredo Vergara, diretor residente do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, sigla inglesa) dos EUA em Moçambique.

"Com o crescimento da população, que é tão acelerado em Moçambique, se não conseguirmos conter a epidemia até 2022 ela pode aumentar de forma tão agressiva que será impossível de financiar para o país e para o Governo dos EUA", realça.

A taxa de fertilidade está acima de seis crianças por mulher, é das mais altas de África, e a incidência da sida ainda não está a descer, apesar de o número de novas infeções ter caído de 120 mil em 2010 para 83 mil.

Através do PEPFAR, o objetivo é que em 2018 sejam registadas 375.000 pessoas com o HIV nos serviços de cuidados e tratamento - ou seja, ter 1,2 milhões de moçambicanos infetados em tratamento.

Os apoios têm se traduzido em mais meios para alcançar esta meta: ativistas como Angelina, da Associação Tiane, na Namaacha, recebem informação periódica sobre quem devem ir procurar a casa, a partir de bases de dados de doentes que passaram a ser criadas nas unidades sanitárias.

No centro de saúde de Ndlavela, na cidade da Matola, às portas de Maputo, o seguimento dos pacientes em tratamento até já é feito com uma aplicação chamada Infomóvel, uma plataforma que mostra aos conselheiros que andam no terreno com um tablet, o que há a fazer com cada doente.

Sejam como for, "o trabalho não é fácil" refere Dulce Palma, médica de clínica geral na Ndlavela, porque a pobreza faz com que surjam obstáculos inesperados, como pacientes que deixam de tomar medicação por não terem dinheiro para a comida.

"Muitas vezes, quando uma pessoa começa a tomar os comprimidos, eles estimulam o apetite" e "muitos pacientes abandonam [o tratamento] porque não têm comida", o que obriga o médico a procurar apoios sociais e outras ajudas.

Devido aos conflitos armados e à pobreza, "em comparação com outros países da região, a resposta de Moçambique ao HIV/sida foi adiada pelo menos em 10 anos", refere Alfredo Vergara.

"O país tem progredido muito, tem desenvolvido a capacidade laboratorial e de diagnóstico, mas ainda há muito por fazer", pelo que outra fatia do apoio norte-americano vai para a instalação de laboratórios, uns nas unidades sanitárias para testagem rápida de HIV, outros, com tecnologia de ponta.

Um laboratório de biologia molecular para medir a carga viral foi instalado no Hospital da Machava, Maputo, um dos poucos do género no país, com pessoal treinado de maneira a medir o terceiro '90' da estratégia de combate à sida.

Existem pelo menos 11 laboratórios de referência que fazem testes de carga viral apoiados pelo PEPFAR no país, nas províncias de Nampula, Quelimane, Sofala, Gaza, Maputo Cidade e Maputo Província - processam amostras de todo o país e têm atualmente uma capacidade instalada de 672 mil testes por ano.

"O compromisso dos EUA é global", realça Dean Pittman, embaixador dos EUA em Moçambique, que minimiza a influência da presença de empresas privadas em Moçambique na hora de decidir distribuir apoios para combate à sida.

No país lusófono à beira do Índico, o financiamento para debelar o HIV remonta a 2004 e ascende a cerca de três mil milhões de dólares, sublinha.

"O objetivo é ter uma geração livre de HIV sida", refere Pittman.

"Nós queremos parceiros fortes e saudáveis. Queremos ver um Moçambique saudável e com sucesso", acrescenta.

"Eu bem sei que o Orçamento de Estado de Moçambique é muito apertado, mas para [o apoio do PEPFAR] ser um sucesso, o nosso parceiro tem que fazer a sua parte", refere o diplomata, que faz um pedido.

"Queremos que o Governo faça, sem dúvida, da área da saúde, uma prioridade do Orçamento de Estado. Está a fazer, mas tem que continuar", sublinhou

 
DN
 

Online rui sopas

Re: Sida
« Responder #48 em: 09/01/2018, 21:10 »
Novo tratamento para Sida com uma única cápsula por semana


Foto: Arquivo/Global Imagens


Investigadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e do "Brigham and Women's Hospital", duas instituições norte-americanas, desenvolveram um novo tratamento para a Sida que prevê a ingestão de uma única cápsula por semana.

O novo fármaco, segundo os investigadores, pode resolver um dos grandes problemas relacionados com o tratamento do HIV que é a não adesão à medicação ou falta de rigor nas tomas dos "cocktails" de fármacos.

O avanço, afirmam no estudo publicado esta terça-feira na revista "Nature Communications", pode tornar muito mais fácil aos pacientes aderirem a um plano rigoroso de dosagem, necessário para combater o vírus. A droga, explicam, é libertada no estômago gradualmente ao longo de uma semana e pode também ser usada por pessoas em risco de exposição ao vírus, para ajudar a evitar a infeção.

"Uma das principais barreiras no tratamento e prevenção do HIV é a adesão (ao tratamento). A capacidade de fazer doses menos frequentes melhora a adesão e tem um impacto significativo ao nível do doente", disse Giovanni Traverso, do Brigham and Women's Hospital, principal autor do estudo com Robert Langer, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.


O projeto tem o apoio de uma empresa, que está a desenvolver a tecnologia e que está a preparar um ensaio clínico. Robert Langer disse que o sistema pode ajudar pacientes com Sida mas também com outras doenças.

Em que se baseia a inovação?

A cápsula consiste numa estrutura em forma de estrela com seis braços que podem ser carregados com os medicamentos e que se abrem no estômago, fazendo com que ali permaneça vários dias.

Os investigadores criaram uma estrutura constituída por um polímero forte no centro, com cada um dos seis braços com polímeros de carga diferente, que libertam os medicamentos em diferentes taxas.

"De certa forma é como colocar uma caixa de medicamentos numa cápsula, com compartimentos para cada dia da semana numa única cápsula", disse Giovanni Traverso.

Testes em porcos mostraram que as cápsulas conseguiram alojar-se no estômago com sucesso e libertar três diferentes tipos de drogas contra o HIV durante uma semana, desintegrando-se depois em componentes mais pequenos, que passam pelo aparelho digestivo, segundo os investigadores.

As equipas estão a trabalhar na adaptação da tecnologia a outras doenças e em cápsulas que possam permanecer no corpo por períodos de tempo muito mais longos.

Embora a taxa de mortalidade por HIV tenha baixado significativamente desde que foram introduzidos os antirretrovirais, na década de 90 do século passado, em 2015 houve 2,1 milhões de novas infeções e 1,2 milhões de mortes relacionadas com a doença.


Fonte: JN
 

Offline 100nick

Re: Sida
« Responder #49 em: 20/01/2018, 23:17 »
Infeções e dúvidas sobre relações marcam preocupações de jovens sobre sexo


 
O preservativo é o método contracetivo mais usado no início da atividade sexual, segundo estudo

As infeções sexualmente transmissíveis e as dúvidas sobre a seriedade das relações estão entre as principais preocupações dos jovens em relação ao sexo, de acordo com um estudo hoje divulgado.

O estudo, coordenado por Margarida Gaspar de Matos, da Faculdade de Motricidade Humana, consistiu em entrevistas a 1.166 jovens com idades entre os 18 e os 24 anos.

Dos jovens inquiridos, 89,6 por cento já tiveram relações, com 16 anos como idade média de início, segundo as respostas obtidas, em que se referem as infeções sexualmente transmissíveis, as gravidezes indesejadas e a "insegurança em relação à 'lealdade' nas relações afetivas" estão entre as principais preocupações relatadas.

O preservativo é o método contracetivo mais usado no início da atividade sexual - 78,8% na primeira relação - mas vai baixando - apenas 48,95% declaram tê-lo usado na relação mais recente -, o que assinala "a diferença entre uma escolha informada e uma desmotivação".

"Quando a relação se prolonga no tempo, deixam de utilizar o preservativo e passam a utilizar a pílula contracetiva", mas no início das relações e em situações pontuais, é o método mais prevalente, refere o estudo.

A decisão de ter relações sexuais é tomada "em geral num quadro de partilha afetiva" mas "há ainda situações de coação a exigir ação educativa e sociojurídica urgente", uma vez que "a violência e a coação associadas à sexualidade são ainda uma realidade".

Entre as razões apontadas pelos jovens para a violência no namoro estão "baixa autoestima e medo de solidão que algumas raparigas (especialmente) têm", enquanto nos casos em que são os rapazes os agredidos, "é menos falada por vergonha".

A maioria dos inquiridos afirmou ter "conhecimentos básicos" em relação a infeções como a Sida, com 61,8% expostos a programas de educação para a prevenção do VIH/Sida, mas a esmagadora maioria (92,2%) a admitir que não se lembra da última mensagem preventiva que ouviu.

Os investigadores recomendam à tutela, nomeadamente os ministérios da Educação e da Saúde, que promovam o uso do preservativo, combatendo o "estigma associado" com acesso facilitado e barato a este meio contracetivo, "vacinas, testes de despiste e outro aconselhamento em saúde sexual e reprodutiva".

Recomendam ainda que se foque "o lado emocional da sexualidade" e se aponte o abuso nas relações como "um risco para a saúde física e mental".

No estudo, promovido pela multinacional biofarmacêutica Gilese, participaram outras instituições de ensino superior, como a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e o ISPA - Instituto Universitário.

 
Fonte: DN
 

 



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