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Autor Tópico: Associação de Paralisia Cerebral abre as portas à comunidade  (Lida 963 vezes)

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Associação de Paralisia Cerebral abre as portas à comunidade
 
 

"Queridos abrimos a Associação", é a iniciativa de portas abertas à comunidade do próximo dia 21 de dezembro na APCSM

"Queridos abrimos a Associação", é uma iniciativa da Associação de Paralisia Cerebral de São Miguel (APCSM), no dia 21 de dezembro, das 10h30 às 12h00, que consiste em abrir as portas à comunidade envolvente, para esta perceber o tipo de trabalho realizado, e os produtos de apoio que existem nesta associação, refere Joana Pimentel, animadora sociocultural da Ludoteca da associação.
A animadora sociocultural da Ludoteca da associação refere que "é basicamente mostrar o nosso trabalho à comunidade, para que as pessoas percebam o papel da associação, e que esta é importante para este tipo de pessoas".
Esta associação congrega duas valências a Ludoteca, e a parte das terapias, nomeadamente de fala, ocupacional, psicologia e fisioterapia, e neste momento acompanha 33 utentes dos mais variados escalões etários.
Quanto à Ludoteca, Joana Pimtentel afirma que "funciona como um ATL, em que as crianças quando saem da escola, vêm depois para cá e desenvolvemos atividades lúdicas e recreativas".
Esta valência trabalha com crianças, essencialmente com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos.
Apesar de tudo, o principal objectivo é o de promover e defender o direito de brincar, assegura a animadora sociocultural.
Quanto às dificuldades que a associação atravessa, estas prendem-se com o facto do espaço fisico ser muito pequeno para o trabalho que esta instituição efetua, e também prende-se com a falta de materiais de apoio, relata Joana Pimental.
A animadora refere que "ao termos 33 pessoas para dar resposta, e os gabinetes sendo muito pequenos, é muitas vezes dificil trabalhar com estas condições".
Contudo, esta também afirma que "as técnicas e as pessoas que trabalham na associação dão o seu melhor, não transparecendo para os pais e para os clientes este entrave, porque tentamos minimizar o problema".
Quanto a projetos futuros, explica que a associação está sempre em campanhas de angariaçºão de fundos para construir o novo centro, com melhores condições, e ainda haverá vários projetos, no mesmo sentido do dia 21 de dezembro.
Para além destes projectos que a associação tem desenvolvido, ressalva-se que "trabalhamos com crianças ditas normais nos ATL's, para assim em conjunto minimizar as diferenças, e criar oportunidades para todos", refere a mesma.
A animadora sociocultural salienta que "nas iniciativas de portas abertas à comunidade, as pessoas não se mostram muito envolvidas", aparecendo só as pessoas mais chegadas aos utentes.
Por isso, Joana Pimentel apela a um maior envolvimento da comunidade, no próximo dia 21 de dezembro, para as pessoas fiquem mais informadas sobre o que a associação pode oferecer.




Fonte:Açoriano Oriental


 

 



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