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Autor Tópico: Estado precisa de "encarar de frente" problema de falta de lares residenciais  (Lida 156 vezes)

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Offline Raposa

Estado precisa de "encarar de frente" problema de falta de lares residenciais


10 DE JANEIRO DE 2019 - 22:37
Instituição de Coimbra espera há três ano por uma linha de crédito do Estado que permita a construção de um lar residencial em Arganil.


Foto: Fernando Fontes / Global Imagens
Miguel Midões

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O Estado precisa de encarar de frente o problema da falta de lares residências para pessoas com deficiência mental. O alerta chega da APPACDM de Coimbra, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental, que este ano comemora 50 anos. Há três anos que esta instituição espera pela abertura de uma linha de crédito para construir um lar residencial em Arganil, que vai permitir acolher mais cidadãos com deficiência mental. A lista de espera já ultrapassa as 100 pessoas.

Helena Albuquerque, presidente da APPACDM de Coimbra diz ainda que as leis que vêm da tutela, por vezes, destroem o trabalho que se faz no terreno e dá o exemplo da contratação de professores.

Ouça na íntegra a entrevista à presidente da APPACDM.
Helena Albuquerque está há 30 anos na instituição, 15 como presidente. Tem experiência e a segurança para dizer sem rodeios quais são os principais entraves dos cidadãos portadores de deficiência mental. Para estes e para as famílias. A mãe e presidente da instituição não aceita que não consiga dar resposta a todos os pedidos que lhe batem à porta, sobretudo ao nível dos lares residenciais. Mas há outros problemas, como por exemplo a contratação de professores.

A "luta inglória" da APPACDM de Coimbra trava-se na capacidades que a instituição já não tem para receber para jovens com deficiência mental em lares residenciais. E por muito que a boa vontade leve a que se ultrapassem os limites e se acolha mais um, a tutela, ao abrigo da lei, será a primeira a passar a multa. Já lhes aconteceu. Foram multados em dois mil euros porque tinham um utente a mais, a quem quiseram dar a mão por ser uma situação "desesperante".

A solução passa por encarar o problema de frente, refere a presidente da APPACDM de Coimbra. "A tutela tem de encarar o problema de frente". Não há lares residenciais, mas há projetos, que aguardam que se cumpram as promessas do Estado.

Com o apoio da autarquia local, em Arganil, a APPACDM tem tudo para começar a construir mais um local para acolher pessoas com deficiência mental. Há 3 anos que espera por uma linha de crédito que há-de ser criada pelo Estado.

Enquanto isso, mais de 100 pessoas com deficiência mental esperam por um lar que os acolha.

Na comemoração dos seus 50 anos de vida, a APPACDM de Coimbra quer criar ondas de mudança. A partir de 12 de janeiro até ao final do ano, a APPACDM de Coimbra terá uma atividade por mês, "para sensibilizar a sociedade para as principais preocupações que têm neste momento".

O primeiro tema a abordar já em janeiro é a utopia. Helena Albuquerque, presidente da APPACDM de Coimbra, diz que "a construção de uma sociedade onde o cidadão com deficiência mental possa ser incluído naturalmente, não precisando de associações para o defender, continua a ser uma utopia".


Fonte: TSF
 

 



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