mobilitec

ergometrica

Ortopedia Moderna

Lismedica

Anuncie Aqui
Stannah Mobilidade S.A

Autopedico

Invacare

Pros Avos

Ortopediareal
Anuncie Aqui

Tecnomobile

TotalMobility

Multihortos

Drive Mobility

Autor Tópico: Ainda há muito caminho a percorrer em termos de inclusão  (Lida 309 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Offline rui sopas

Ainda há muito caminho a percorrer em termos de inclusão
20 jul, 2018 - 17:08

Associação de Paralisia Cerebral Almada Seixal luta pela igualdade de oportunidades das crianças, jovens e adultos que apoia, mas admite que continua a haver muitas barreiras e preconceitos.


Papa Francisco beija homem com paralisia cerebral na praça de São Pedro. Foto: DR

A grande missão da Associação de Paralisia Cerebral Almada Seixal (APCAS) é “dar ferramentas e oportunidades para que estes jovens possam também eles escolher os seus rumos, tenham experiências de vida suficientes para fazerem as suas escolhas, para serem mais autónomos, mais independentes”, afirma à Renascença o presidente e um dos fundadores desta IPSS.

José Patrício admite que é fundamental estes jovens com paralisia cerebral poderem “escolher o que querem da sua vida, que não sejam sempre condicionados pelos pais, pelas instituições ou até pelas escolas. Eles têm direito às suas escolhas, mas para isso têm que experimentar, têm que viver e viver não é dentro de quatro paredes, têm que sair”.

É isso que a Associação lhes proporciona. E foi isso que fizeram nesta sexta-feira com uma visita ao Grupo Renascença e a participação numa das rádios do grupo.

Esta é, de resto, “uma forma de inclusão social” admite este responsável que acrescenta “no trabalho que desenvolvemos com estes jovens, procuramos sempre que eles participem activamente em tudo o que é a vida da comunidade. E a rádio é um mundo mágico que todos eles ouvem ou no carro quando vão com os seus pais ou na própria carrinha da instituição. E, portanto, quisemos que eles estivessem junto das vozes que habitualmente ouvem. Foi uma forma de participarem, uma forma de se divertirem”.
Por ano, a APCAS atende e apoia cerca de 60 mil crianças e jovens em diferentes projectos de inclusão, seja na área desportiva, na área da educação, na área da cidadania”. No total são 12 projectos. José Patrício deu o exemplo do projecto de expressão corporal. Trata-se de “um grupo de dança, por exemplo, que envolve os jovens, amigos, irmãos, pais, todos eles dançam”.

As famílias destes jovens não são esquecidas. “Acompanhamos de perto 90 famílias”, porque há casos em que “são muito abandonadas quando surge uma situação de deficiência (…) sentem-se sós, isolam-se”. Por isso, dão o mais variado apoio: desde “apoio psicológico, apoio de encaminhamento social, o descanso da família”.


Pela primeira vez um atleta da APCAS no Campeonato do Mundo de Boccia


No próximo mês, entre 9 e 19 de Agosto, em Liverpool, vai participar um atleta da Associação de Paralisia Cerebral de Almada Seixal no Campeonato do Mundo de Boccia.

André Ramos, de 22 anos, vai representar Portugal e “estamos todos com muita esperança que ele faça um excelente trabalho”. Aliás, Portugal continua a ter “excelentes resultados nesta modalidade paralímpica. Temos de facto um medalheiro fantástico nesta modalidade”, confessa José Patrício.

Este jovem faz parte da Escola de Boccia da instituição que tem cerca de 40 atletas. Nove deles já participaram em competições nacionais. O André tem sido agora dos nossos atletas o que está num patamar mais elevado. Ainda agora “participou no Open Mundial pela primeira vez e ficou muito bem classificado num quinto lugar”.

Ele ocupa o seu tempo livre a trabalhar nesta IPSS, dando o seu contributo. “É um jovem muito proactivo, muito interessado na área das tecnologias. E concilia o trabalho da APCAS na parte da comunicação com a sua vertente desportiva. É um jovem cheio de futuro”.

Como surgiu a APCAS


No princípio era apenas um núcleo da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa.

Em 2011 deram o passo para se tornarem autónomos e foi aí que surgiu a APCAS. Foi fundada por José Patrício e por um grupo de pais.

Tem feito “um caminho de crescimento sempre muito sustentável, sem darmos passos maiores que a perna e apontando muito essencialmente na inovação. Procuramos fugir um pouco àquelas respostas mais tradicionais na área da deficiência. Procuramos muito a inovação e o trabalho com a comunidade, com muitos parceiros. Temos parcerias com Universidades, com clubes desportivos, com o Estado e com muitos parceiros internacionais. Também temos alguns projectos financiados pela União Europeia”.

Quanto aos apoios recebidos, procuram que sejam diversificados o máximo possível. “Procuramos que as nossas fontes de financiamento não venham todas do mesmo lado. Temos apoio da Segurança Social, projectos financiados pelo Instituto Português do Desporto e Juventude, de programas de financiamento privados. (…) E temos muitas empresas que nos apoiam”.

Empregam 12 funcionários. E depois têm “uma rede de voluntários muito grande, quer voluntariado jovem, quer voluntariado sénior”. Estas últimas são pessoas que têm muito para dar, que já se aposentaram, mas que podem contribuir imenso. Querem ser úteis e são mesmo úteis”. No total são 80 voluntários regulares, sempre disponíveis para o que for preciso.

Para conhecer melhor a APCAS pode ir ao Facebook, ao Instagram ou ao site da associação.


Fonte: RR
 
Os seguintes membros Gostam desta publicação: AREZ

Online migel

Re: Ainda há muito caminho a percorrer em termos de inclusão
« Responder #1 em: 14/09/2018, 09:27 »
The feeling of me now is very glad to be with everyone here.


Igualmente  :good:
 

 



Anuncie Connosco Anuncie Connosco Stannah Mobilidade S.A Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
       
Voltar ao topo