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Autor Tópico: Avaliação final do “Roteiro das Acessibilidades”  (Lida 597 vezes)

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Avaliação final do “Roteiro das Acessibilidades”



Apesar de reconhecer uma “melhoria significativa” no centro da cidade, o director técnico da Associação Flor do Tâmega para Apoio a Deficientes, Carlos Santos, notou que muito está por fazer nos bairros periféricos. Também o professor da UTAD, Vítor Monteiro, reconheceu que, fruto das intervenções da Câmara que aderiu à Rede Nacional de Cidades e Vilas com Mobilidade para Todos, “o núcleo urbano do centro histórico está com condições de acessibilidades, mas tem de ser alargado”, pois “as vias públicas fora do centro histórico encontram-se muito deficitárias”, com lacunas na passagem de estradas, buracos, mau estado e obstáculos a meio dos passeios…



À Voz de Chaves, o vereador municipal Carlos Penas reconheceu que, depois do município ter sido distinguido em 2008 com a “Bandeira de Prata da Mobilidade” pela Associação Portuguesa de Planeadores do Território devido à eliminação das barreiras urbanísticas no centro histórico da cidade, o objectivo é agora alargar estas intervenções, sendo que larguras e rebaixamentos de passeios “têm vindo a ser corrigidos dentro das nossas possibilidades” nos últimos três anos. “Quando a cidade cresceu, as intervenções foram feitas à luz da lei existente que não impunha este tipo de adaptações”, explicou o arquitecto, referindo que este trabalho “imenso” de correcção está em marcha e vai continuar, podendo ser constatado por exemplo nos bairros de Casas dos Montes e CinoChaves.

 

Obstáculos no acesso a monumentos e equipamentos culturais

 

Devido às dificuldades técnicas e exigências de preservação nos edifícios com interesse patrimonial, “a grande dificuldade que existe no nosso país para as pessoas com deficiência é o acesso a monumentos, museus e equipamentos culturais e religiosos”, notou o docente da UTAD, Vítor Monteiro, durante o “Roteiro das Acessibilidades”. Em Chaves, a “generalidade cumpre exigências de mobilidade”, garante o vereador municipal Carlos Penas.

 

Também João Batista, presidente da Câmara, assegura que apenas o Museu da Região Flaviense e a Torre de Menagem, no Castelo de Chaves, apresentam acessos “menos facilitados” para pessoas com mobilidade condicionada, já que equipamentos culturais mais recentes, como o Museu de Arte Sacra, Biblioteca, Arquivo Municipal e Centro Cultural, estão devidamente adaptados, assim como a Igreja Matriz e a Santa Casa da Misericórdia de Chaves com acessos colocados pela autarquia. Nos mais antigos, adiantou o autarca, “vamos superar essas deficiências numa nova intervenção”, que poderá ser incluída no Plano de Regeneração Urbana, que termina no final do próximo ano. Carlos Penas confirma também que este processo “está em avaliação”, mas alerta que a sua execução depende do aval de entidades externas, como o IGESPAR, devido à classificação patrimonial.

 

Ponte Pedonal e Ladeira da Brecha “chumbados” no teste

 

Duas intervenções municipais recentes chumbaram no “teste” dos estudantes da UTAD e jovens da Associação Flor do Tâmega para Apoio a Deficientes: a Ladeira da Brecha, barrada a meio por degraus e que não permite a subida autónoma de um deficiente motor, e a Ponte Pedonal do parque da cidade, com uma forte inclinação que impede que uma pessoa em cadeira de rodas a suba sem ajuda, pois não tem plataformas de descanso. Contudo, o vereador da Câmara de Chaves, Carlos Penas, explicou que, no caso da Ladeira da Brecha, as rampas não estão destinadas a cadeiras de rodas, já que a inclinação da mesmas “é muito superior à que qualquer rampa deve ter por lei”, sendo as existentes destinadas a facilitar a mobilidade dos idosos. Já no caso da rampa de acesso à Ponte Pedonal, o arquitecto assegura que cumpre a lei em vigor.

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