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Autor Tópico: União Europeia/Investgação Sobre Deficiência  (Lida 2987 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

 
Hoje, o acesso à tecnologia e aos serviços com ela relacionados é desigualmente repartido. As pessoas com deficiências e os idosos correm mais riscos de serem esquecidos, sobretudo enquanto a população da Europa continua a envelhecer.

Em 2020, cerca de 30% da população da Europa terá mais de 60 anos. Segundo uma estimativa cautelosa, prevê-se também que o número de pessoas com deficiência passe da estimativa cautelosa de 11% para cerca de 18% em 2020, incrementando assim o potencial de discriminação à medida que a era digital avança.

Atenuar a fractura digital
Com o alargar desta chamada “fractura digital” – isto é, o fosso entre aqueles que podem e os não podem aceder e utilizar a tecnologia electrónica – é necessário ter em conta um certo número de desafios.

As novas tecnologias têm muitas vezes um preço demasiado alto para certos grupos que carecem de meios de acesso económicos ou práticos. As pessoas com deficiências físicas, sensoriais ou cognitivas podem ter dificuldade em entender e utilizar muitas soluções de alta tecnologia, nomeadamente de software e hardware, o que aumenta o problema da insuficiência de oportunidades de educação e de formação e dilata o fosso entre os que dispõem e os que não dispõem de qualificações em matéria de tecnologia da informação e de acesso à Internet.

A Comissão Europeia e outras organizações estão a envidar esforços para veicular a mensagem que ter uma deficiência ou ser idoso não deve constituir um obstáculo a uma vida independente e produtiva na sociedade. Os programas e campanhas de investigação, destinados a promover uma sociedade da informação para todos, inspiram- se em várias tendências na sociedade, nomeadamente: mobilidade demográfica, questões de direitos humanos, participação em vez de discriminação, tecnologias futuras e convergência, questões de sustentabilidade e tomadas de decisão multidimensionais.

Embora as pessoas com deficiência e os idosos sejam há muito tempo uma prioridade tanto a nível comunitário como nacional, ainda há muito por fazer para melhorar a sua qualidade global de vida. Com uma tecnologia cada vez mais aperfeiçoada, o objectivo consiste em garantir a sua aplicação por igual a todos os membros da sociedade.

Neste site da União Europeia poderá seguir com mais atenção esta temática:
http://ec.europa.eu/research/leaflets/disabilities/page_75_pt.html
 

Offline d.martins

Re:União Europeia/Investgação Sobre Deficiência
« Responder #1 em: 20/04/2010, 21:43 »
 
O problema está, actualmente, em que já está velho ou com problemas, porque esses não receberam nem conseguem adaptar-se à formação necessária para suprimir esse problema, de resto daqui para a frente deverá haver uma aposta na formação e na identificação de casos de necessidade especial.

E a formação não deverá ser apenas as coisas do costume, o saber escrever um texto no Word e mexer no Windows, deverá ser uma formação de modo a que uma pessoa seja capaz de autonomamente escolher o software e hardware que seja mais adequado às suas necessidades e essencialmente que não fique restringido ao monopólio da Microsoft, também deverá incidir no uso da Internet e na resolução de problemas comuns, coisas como saber o que é um anti-vírus e um browser deverão ser essenciais, tal como segurança genérica.
 

Offline Eduardo Jorge

Re:União Europeia/Investgação Sobre Deficiência
« Responder #2 em: 25/04/2010, 16:11 »
 
Concordo contigo no 2º ponto.

No outro ponto discordo, pois não é porque os mais velhos, e que não tiveram nunca contacto com estas realidades, que não se deva continuar a dar-lhes essa ultrapassada informação. Word, mensseger, contas de mail's etc.

E olha que eu já dei esse tipo de formação. E garanto-te que para eles é quanto baste.

Fica bem.

 

 



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