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Autor Tópico: (Angola) Expo Lwini com meios sofisticado para apoiar pessoas deficientes  (Lida 2725 vezes)

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Online migel

 
Angola sem meios sofisticado para apoiar pessoas deficientes


Luanda - A coordenadora do Programa Nacional de Reabilitação do Ministério da Saúde, Noelia Teixeira admitiu hoje, em Luanda, que o país carece de meios e equipamentos sofisticados para apoiar na melhoria do bem-estar das pessoas com deficiência .

 

 
Noelia Teixeira que interveio na cerimónia de lançamento da 1ª edição do Salão Internacional de Saúde, Bem-Estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola, disse que será aproveitada esta oportunidade para que o país possa aderir as mais avançadas tecnologias.

 

 
“Actualmente existe uma série de tecnologias que permitem ao deficiente ser o mais independente possível, seja ele paraplégico ou não”, disse.

 

 
Defendeu a necessidade de Angola, no quadro das suas condições, acompanhar a evolução das novas tecnologias para que possa assim alcançar os objectivos traçados em prol da pessoa deficiente, para quem, os meios utilizados hoje ajudam esta pessoa, mas não na sua plenitude.

 

 
Já á margem do evento, disse que o seu Ministério da Saúde no quadro da sua politica nacional de reabilitação estabeleceu seis objectivos e 24 estratégias para a melhoria da qualidade de vida dos deficientes.

 

 
"Com algumas dificuldades, desde meios qualificados e recursos humanos, o sector faz o seu melhor para ajudar esta camada da sociedade", segundo Noelia Teixeira.

 

 
 No quadro das estratégias, foram instalados 11 centros ortopédicos em diferentes regiões do país, dos quais três em Luanda, onde são produzidos próteses e orteses, para acudir aqueles que os necessitam, além de outros serviços, como fisioterapia.

 

 
Nesta feira internacional também denominada como “Expo Lwini 2012”, a decorrer de 29 de Junho a 01 de Julho, os organizadores vão procurar trazer à Angola soluções para as pessoas com deficiências ou com necessidades especiais.



Angop
« Última modificação: 02/07/2012, 23:23 por migel »
 

Online migel

 
Expo Lwini pode permitir transferência de tecnologias para pessoas deficientes


Vice-presidente da Fundação Lwini, Joana Lina
 
Luanda - A vice-presidente da Fundação Lwini, Joana Lina, considerou hoje, em Luanda, que a 1ª Edição da Expo Lwini 2012 pode permitir futuramente a transferência de tecnologias para ajudar as pessoas com deficiência em Angola.

 

 
“Este evento vai permitir a junção de sinergias para podermos trazer o que Angola neste momento precisa para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência”, disse, na cerimónia de lançamento da 1ª Edição do Salão Internacional de Saúde, Bem-Estar e Ajudas Técnicas para Pessoas Deficientes, a decorrer de 29 de Junho a 1 de Julho.

 

 
Referiu que com este propósito e no quadro do objecto social da Fundão Lwini, continuarão fiéis ao seu firme propósito de prestar a advocacia das vítimas civis de minas terrestre, apoio à mulher rural e crianças desfavorecidas.

 

 
“Queremos passar a mensagem que qualquer pessoa de um momento ao outro pode encontrar-se numa situação de deficiência com maior ou menor gravidade, por isso a feira vai dar a conhecer os inúmeros avanços destinados à reabilitação, apoio e integração da pessoa com deficiência”, sublinhou.

 

 
Entre vários meios, espera-se a exposição de soluções como cadeiras de rodas mais sofisticadas, instrumentos de guia para cegos, computadores para cegos, equipamentos adaptados para viaturas, meios que já são uma realidade em vários países do mundo, entre os quais a Espanha, com quem o Fundo Lwini estabeleceu acordo no quadro do projecto “Fundação 11”, de acordo com Joana Lina.

 

 
A vice-presidente disse que a data da realização deste evento (29 de Junho a 1 de Julho) foi estabelecido de forma propositada, isto em alusão ao dia 30 de Junho, dia em que se celebra o aniversário da Fundação.

 

 
Assim, será aproveitado o momento para passar várias mensagens de reflexão em torno dos trabalhos que estão a ser feito e os que devem ser implementados em prol desta franja da sociedade e não só.

 

 
Tal como nas outras realizações, nesta feira estarão reservados de igual modo espaços de conferências, com temas não só relacionados à integração da pessoa com deficiência na sociedade, bem como a partilha dos importantes programas e avanços que o país vem alcançando no âmbito da Saúde e bem-estar das populações.

 

 
Sob lema “Com Saúde e Bem-Estar todos Diferentes todos Iguais”, nesta Expo Lwini espera albergar um total de 120 expositores, entre angolanos e estrangeiros.

 

 
Com entradas grátis, o mesmo será realizado num espaço de 10 mil quadrados divididos em dois pavilhões a definir na Feira Internacional de Luanda.

 

 
Desta feita, os organizadores do evento vão procurar soluções para todas as pessoas com deficiência ou com necessidades especiais, as quais actualmente representam uma franja da população angolana.

 

 
Assistiram a cerimónia de lançamento desta feira internacional o presidente do conselho de administração da Feira Internacional de Luanda, Matos Cardoso, da coordenadora do Programa Nacional de Reabilitação do Ministério da Saúde, Noelia Teixeira e convidados.




Angop
 

Online migel

Centros de reabilitação física reduzem produção no país
« Responder #2 em: 04/05/2012, 13:27 »
 
Centros de reabilitação física reduzem produção no país

Luanda - A produção de próteses, orteses e pares de muletas reduziu de forma considerável nos últimos três anos, nos principais centros de reabilitação física espalhados em várias regiões de Angola, por insuficiência de matéria-prima.

 


De acordo com a coordenadora nacional do programa de reabilitação do Ministério da Saúde, Noélia Teixeira, esforços estão a ser feitos para reverter o actual quadro.

 


Em declarações à imprensa, à margem da cerimónia de lançamento do “Salão Internacional de Saúde e Bem-e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola”, denominada “Expo Lwini2012, disse que não têm recebido quantidades  desejadas de material para serem distribuição aos centros ortopédicos para estes poderem  trabalhar sem sobressaltos.

 


Sem avançar dados dos anteriores e actuais níveis de produção registados antes desta situação, esclareceu  que os centros, num total de 11, três dos quais instalados em Luanda, não foram encerrados mesmo com as dificuldades hoje vividas.

 


“Estamos a ajudar naquilo que o Ministério pode fazer, visto que ainda existem centros ortopédicos sem orçamentos próprios”, disse.

 


Como exemplo, e de acordo com publicações já efectuadas, o director do Centro de  Reabilitação Física Dr. Agostinho Neto na província do Huambo (Bairro da  Bomba Alta), José Tchioca, disse em Novembro de 2011 que a sua instituição precisava de mil milhões de kwanzas para poder revitalizar a linha de produção de próteses paralisada há mais de um ano, por falta de matéria-prima.

 


Este centro, que contou com o apoio da Cruz Vermelha Internacional (CICV), chegou a produzir em media diária, entre 70 a 90 proteses, 120 a 150 pares de muletas, quantidades que satisfaziam na altura as necessidades e solicitações vindas de vários pontos do país, entre os quais as províncias do Bié, Benguela, Huíla, Kuando Kubango, Moxico e o próprio Huambo.

 


Enquanto se procuram vias para ultrapassar a actual situação, o Ministério da Saúde, no quadro da sua política nacional de reabilitação de pessoas com deficiência, continua a formar quadros em fisioterapia e ortopedia, no âmbito da prestação de serviço de qualidade.

 


Com seis objectivos e 24 estratégias, o programa nacional de reabilitação do sector da saúde ajuda na implementação de acções para a melhoria da qualidade de vida dos deficientes e pessoas com necessidades especiais em Angola.

 

 Angop



 

Online migel

 
Luanda acolhe 1ª edição da feira para portadores de deficiência



Luanda  - O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Lwini e a Feira Internacional de Luanda (FIL), realiza entre 29 deste mês a 1 de Julho do corrente ano, na FILDA, a 1ª Edição do Salão Internacional de Saúde, Bem- Estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola.

 

O evento decorrerá sob o lema: “Com Saúde e Bem-Estar, Todos Diferentes, Todos Iguais.

 

Esta primeira edição da feira sobre saúde tem como missão promover as potencialidades a nível da saúde, sendo uma área que merece muitos cuidados, para determinar a melhoria da qualidade de vida da população, para a conquista do seu bem-estar.

 

O evento tem ainda como missão promover as potencialidades do mercado, posicionando-se como parceiro do Ministério da Saúde e a Fundação Lwini na perspectiva de um desenvolvimento económico sustentável da Saúde em Angola.

 

De acordo com um documento da FIL, chegado hoje, quarta-feira à Angop, o certame servirá a recolha de contribuição para a redução dos índices de mortalidade no seio das populações, garantir a melhoria das condições de vida e a criação de rede de saúde pública e apoio as pessoas com deficiência, em particular as vítimas civis de minas terrestres.

 

A organização espera receber profissionais ligados a saúde, respectivamente médicos, enfermeiros, técnicos de saúde e de reabilitação, psicólogos, terapeutas e assistentes sociais, pessoas ligadas a educação, directores, professores e estudantes, dirigentes de associações, organizações e comités, militares e ex-militares, gestores de organismos públicos e privados, empresários, pessoas portadores com deficiência e público em geral.

 

Nesta feira, o evento vai reunir, numa superfície de 10 mil metros quadrados, 120 expositores.


Fonte: angop
 

Online migel

 
Primeira edição da Expo Lwini encerrou com balanço positivo
 

A feira "Expo Lwini" fez demonstrações técnicas das soluções para as pessoas com deficiência ou com necessidades especiais

A primeira edição do Salão Internacional de Saúde, Bem-estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola encerrou ontem, em Luanda, com balanço positivo.
A feira, que é designada como “Expo Lwini”, fez demonstrações das soluções para as pessoas com deficiência ou com necessidades especiais, já que representam uma franja da população que necessita de atenção especial.
A feira foi organizada pelo Ministério da Saúde e o Fundo Lwini. Na cerimónia de encerramento esteve a vice-presidente da Fundação Lwini, Joana Lina, que na ocasião agradeceu a todos os que participaram ou deram de uma forma directa ou indirecta o seu contributo para a realização da feira.
“Estamos muito felizes porque conseguimos dar cumprimento ao que eram os nossos objectivos, no que diz respeito à ajuda e prestação de serviços às pessoas com deficiência. Honramo-nos muito com o grande contributo das instituições, em especial do Ministério da Saúde e da Feira Internacional de Luanda, que desde o primeiro momento estiveram dispostos a colaborar connosco para a realização da feira”, disse Joana Lina.
A feira mostrou formas de prevenção de vários tipos de deficiência com as quais o Fundo Lwini tem convivido no seu dia-a-dia. Um dos principais objectivos é apoiar pessoas vítimas das minas terrestres.
“É preciso que as pessoas conheçam as soluções ou ajudas técnicas, equipamentos e serviços destinados à reabilitação, apoio e integração da pessoa com deficiência que melhoram substancialmente a sua qualidade de vida”, sublinhou a vice-presidente da Fundação Lwini. A feira realizou também palestras sobre temas relacionados com a integração da pessoa com deficiência na sociedade e deu a conhecer a importância de programas e avanços que o país vem alcançando no âmbito da saúde e bem-estar, pressupostos fundamentais para melhoria da qualidade de vida das pessoas.
A primeira edição do Salão Internacional de Saúde, Bem-estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola, que decorreu nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FIL), desde sexta-feira passada até ontem, ocupou uma área total de dez mil metros quadrados, em dois pavilhões, com mais de 120 expositores nacionais e internacionais. 


Fonte: Angop

 

 



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