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Autor Tópico: Angola falha mundial de atletismo adaptado em Seul Luanda - A selecção nacional  (Lida 445 vezes)

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Angola falha mundial de atletismo adaptado em Seul

Luanda - A selecção nacional de atletismo para deficientes estará ausente do campeonato do mundo para atletas visuais (T11), a disputar-se em Maio próximo, em Seul, Coreia do Sul, por falta de verbas, anunciou hoje à Angop, em Luanda, o secretário-geral do Comité Paralímpico Angolano (CPA), António da Luz.


Antonio da Luz anuncia ausência no mundial de Seul

Foto: Antonio Escrivao

Falando após a chegada ao país da representação angolana que conquistou 9 medalhas (três de ouro) no meeting internacional de Tunis, explicou que a instituição não teve condições de até dia 10 de Março último pagar a quota de participação junto da organização do torneio, qualificativo aos jogos paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

O também representante da CPLP junto do Comité Paralímpico Africano disse que a ausência de Angola na competição mundial complica, sobremaneira, o programa do CPA tendo em conta os objectivos no evento do Brasil

“Se não cumprirmos com o nosso programa é melhor esquecermos o Rio de Janeiro2016, porque não interessa irmos à competição passear. Estamos apostados em ir ao Rio de Janeiro para mantermos aquilo que nós já habituamos que é subir ao pódio, mas desta forma não vamos conseguir”, lamentou.

 O antigo basquetebolista disse que a presença no campeonato do mundo de Doa (Qatar), em Outubro deste ano, está ameaçado caso até 10 de Abril não for pago 50 porcento da quota de participação, acrescentando que se acontecer o pior, quase tudo preparado tendo em conta o Rio de Janeiro deixará de ter efeito.

António da Luz defende que, começar a preparar a selecção apenas em Janeiro do ano da realização dos Jogos Paralímpicos, em Setembro, é contra-producente, sendo nesta perspectiva que o CPA programou acções a partir do ano em curso no âmbito de um trabalho que se iniciou em 2012 com a catalogação de 35 atletas, maior parte deles jovens, para a obtenção dos mínimos exigidos pelo Comité Paralímpico Internacional.

“Para aquilo que é a nossa actividade nós precisamos de maior apoio. Nos somos candidatos a medalhar em todas as provas em que participamos”, referiu, acrescentando que nas competições programadas estarão presentes os potenciais adversários de Angola nos jogos de 2016, nas provas de velocidades em T11, especialidade onde o país é mais forte. 

Depois de goradas as hipóteses de competir em Seul, o também comentarista desportivo disse que contactos estão sendo feitos para participação em um torneio internacional em França, também em Maio, apesar de não ser qualificativo.

Infirmou, entretanto, que a presença no meeting de São Paulo, em Abril, está garantida, explicando que em função dos acordos existentes entre Angola e Brasil ao nível do desporto adaptado, pode ser feita uma excepção da quota ser paga posteriormente.

Conquistaram medalhas em Tunis (Tunísia) os atletas José Chamoleia, da província do Huambo (classe T11- deficiente visual) com duas medalhas de ouro nos 200 e 400 metros e outra de prata nos 100, enquanto Esperança Gicaso, de Luanda (T11), obteve uma de ouro nos 100 metros, prata nos 200 e bronze nos 400.

O atleta da província de Malanje Fernando Simão (T11), conquistou duas medalhas de prata nos 200 e 400 metros, já Alberto Lussasse, deficiente motor- T46, do Bié, conseguiu o bronze nos 800 metros. 

Estiveram ainda presentes Befilia Buiyo (Bié-T11) e Alcides Festo (Huambo), António Rock (Namibe) e Laureta Cassinda (Huambo), todos da classe T54 - sequelas de poliomielite, lesões medulares e amputações.


In Angop
 

 



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