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Autor Tópico: LENINE CUNHA QUER ATINGIR AS 200 MEDALHAS EM DOIS ANOS NO DESPORTO ADAPTADO  (Lida 654 vezes)

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LENINE CUNHA QUER ATINGIR AS 200 MEDALHAS EM DOIS ANOS NO DESPORTO ADAPTADO

Não poupa na ambição


Lenine Cunha quer atingir as 200 medalhas em dois anos no desporto adaptado
Foto: Sport Clube Lenine Cunha

O atleta português Lenine Cunha, sexto classificado no salto em comprimento F20 (deficiência intelectual) nos Jogos Olímpicos Rio 2016, afirmou esta quinta-feira que pretende atingir a marca das 200 medalhas nos próximos dois anos.

Lenine Cunha, que falava à margem da apresentação do livro 'Trazer o ouro ao peito', de Inês Henriques, traçou os objetivos pessoais a curto prazo, frisando que quer aproveitar os próximos campeonatos europeus e mundiais para conquistar as 17 medalhas em falta no palmarés pessoal.

"Tenho o campeonato da Europa em Praga e o Campeonato do Mundo, em Londres (ambos em 2017). Foi em Londres que conquistei a minha medalha olímpica (bronze). Quero ir também aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, e depois vou até onde o corpo me deixar", afirmou o atleta de 33 anos.

Para Lenine Cunha, esta obra 'Trazer o ouro ao peito' reveste-se de um caráter especial porque evidência não só o trabalho desenvolvido pelos atletas de alto rendimento no desporto adaptado, como cria uma maior aproximação com o leitor/público.

"Neste livro há muitas histórias de superação no atletismo adaptado em Portugal. Não são histórias separadas, há um entrosamento entre as histórias de vida dos 11 atletas. Para mim também foi um regresso ao passado. Aborda a questão da meningite que tive aos quatro anos", disse, acrescentando que a doença não o limitou e, pelo contrário, o 'transformou' no atleta mais medalhado do mundo.

Leila Marques, nadadora que participou nos Jogos Paralímpicos de Atlanta (1996), Sydney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008), tendo conquistado 10 medalhas em campeonatos do Mundo e da Europa, o livro espelha bem o esforço de todos os atletas nele representado.

"A primeira imagem do desporto adaptado na 'alta competição' choca. Choca muito. A imagem do público é sempre da medicina de reabilitação. Mas não. Estamos mesmo a falar de alta competição, com o mesmo esforço, o mesmo sacrifício, a mesma superação diária", sustentou a nadadora, entretanto retirada, que enquanto competia nadava 75 quilómetros por semana.

Além de Lenine Cunha e Leila Marques, marcaram também presença Susana Barroso, nadadora de Costas e Livre (S3) e Boccia (BC4).

O livro aborda ainda as histórias de vida dos atletas Paulo Coelho (Atletismo, T11), Carlos Ferreira (Atletismo, T11), Fernando Ferreira (Boccia BC2), Luís Gonçalves (Atletismo T13), José Carlos Macedo (Boccia BC3), António Marques (Boccia BC1), Carlos Lopes (Atletismo T11) e Bruno Valentim (Boccia BC4), explicando as origens do desporto adaptado e as respetivas categorias.


Fonte: Record
 

 



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