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Autor Tópico: "MAN OUT" A HUGO LOURENÇO  (Lida 1379 vezes)

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"MAN OUT" A HUGO LOURENÇO
« em: 04/03/2020, 14:34 »
"MAN OUT" A HUGO LOURENÇO

Símbolo do basquetebol em cadeira de rodas português




Ícone do basquetebol em cadeira de rodas português, ou não estivesse intimamente ligado ao único título da Seleção Nacional (campeã europeia da Divisão C em 2007), desbravou caminho para que outros atletas nacionais brilhassem além-fronteiras. Antes, a nível interno, ganhou tudo o que havia para ganhar ao serviço da APD Lisboa. Pelo CP Mideba encantou ao longo de cerca de uma década na principal liga espanhola, uma das maiores montras europeias e mundiais, onde conquistou a distinção de maior ressaltador por várias ocasiões. Junta ao percurso laureado uma forma de jogar única, pautada pelo constante sacrifício, arrogando o trabalho defensivo como seu apanágio, e foco no coletivo a atacar, o que lhe rende imprevisibilidade na capacidade de assistir e soma à apetência para marcar na área pintada.

Hugo Lourenço é o protagonista da rubrica "Man Out".

Data de nascimento: 19/09/1978
Ano de iniciação: 1998
Posição: Poste
Clube: APD Sintra/ Sporting CP
Palmarés: 4x Campeão Nacional; 4x vencedor da Taça Portugal; 3x vencedor da Supertaça; 2x vice-campeão Liga Espanhola; vice-campeão da Copa do Rei (Espanha); vice-campeão da Taça Europeia Willi Brinkman; vencedor da Taça Europeia Challenge Cup; Campeão da Europa C por Portugal
Jogo da tua vida (e porquê): Difícil… mas a final do Europeu C em 2007, por ser o primeiro e único título pela Seleção
 
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como o "vendias"?
Para convencer alguém a ver, diria que iria assistir a um jogo intenso, rápido, de bastante contacto e de espetacularidade inesperada. A melhor forma de convencer alguém a praticar é levar essa pessoa a experimentar. Se tiver o "bichinho" do BCR dentro dela, dificilmente vai ficar curada!
 
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
Sem dúvida o saudoso Luis Blanca. Pelo seu caráter e inteligência em campo, por tudo o que me ensinou e pelo ser humano que foi. Não foi um jogador mediático como muitos, mas tinha uma qualidade e humildade como poucos! Ainda hoje, em cada jogo continua a ter influência e a estar presente. Continuo a achar que no BCR, a inteligência como se joga é muito mais determinante do que a força física.
 
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Demasiados para uma entrevista rápida. Em 13 anos de viagens constantes para e em Espanha, foram muitos, mas neste momento recordo a viagem entre Badajoz e Bilbao em que um colega de equipa, para se ajeitar no banco, decide agarrar a alavanca de emergência, sendo que a porta do autocarro abriu em andamento, empenou, tivemos duas horas parados e, para seguir viagem, tivemos de fazer turnos para segurar a porta o resto da viagem de ida e volta.
 
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
Sem dúvida o momento em que é feita aquela assistência que ninguém espera, mas deixa o colega completamente isolado!
 
Qual é o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
Não vou personalizar… digamos que a qualquer adversário que, no momento, fique mais vulnerável para essa ação. Se o movimento de ataque da equipa for bem construído, a probabilidade de resultar em cesto é grande e independente de a quem o fazemos.  _______________________________________________________________________
O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.
 


Autor: FPB
Fonte: FPB e Rita Taborda/FPDD
 

 



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