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Autor Tópico: Ricardo Vieira, treinador da equipa de basquetebol em cadeira de rodas da APD/Braga, chama a atenção  (Lida 939 vezes)

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Ricardo Vieira, treinador da equipa de basquetebol em cadeira de rodas da APD/Braga, chama a atenção para o facto de esta ser a equipa no campeonato nacional com menos treinos.


Citação
Ricardo Vieira, treinador principal de basquetebol em cadeira de rodas da APD Braga, chama a atenção para a falta de horas de treino da equipa, em comparação com os adversários. O técnico, que desempenha também funções como seleccionador adjunto da principal selecção nacional, que está de partida para a Bósnia, onde vai disputar o campeonato da Europa, e ainda como como seleccionador nacional de sub-22, fez também nessas diversas qualidades,para a comunicação social um ponto da situação, começando por referir as dificuldades decorrentes da saída da pandemia.
“Esta foi a época mais difícil de todas para nós, com inúmeros casos de Covid, problemas de saúde inerentes à prática desportiva (feridas pressão / escaras), alguns problemas de disciplina, e equipas opositoras melhor preparadas, que treinam muito mais e cada vez melhor, o que nos fez arrecadar apenas um titulo nacional – a Taça de Portugal”, referiu, lembrando que outros dois títulos foram para a vitrine do BC Gaia. “Conseguir recuperar jogadores para fases finais não foi fácil e isso constatou-se até ao último momento da nossa época com a ausência do internacional português Filipe Carneiro, na Final Four da Taça de Portugal”, salientou.

 

Para a próxima época desportiva de 2022/2023, acrescenta, “se não mudarmos ao nível de quantidade de treino, podemos vir a sofrer bastante, pois somos a única equipa em Portugal que treina apenas duas vezes por semana”.
Confirmando o que antes, em recente edição do Correio do Minho, o presidente da APD Braga já dissera, também o treinador explica como razão, “é a falta de apoios financeiros por forma a aumentar o número de treinos pagando o aluguer do pavilhão, enquanto não tivermos apoio será muito difícil aumentar”.
Por outro lado prossegue, “creio que alguns atletas já em idade avançada para a prática da modalidade irão ‘encostar’ as rodas e isso permite-nos trabalhar com os mais novos que têm aparecido, até porque trabalhar com 25 atletas não é fácil”.

 

“Prevejo, por isso, uma renovação ponderada mas necessária que irá nos tirar qualidade de jogo nos primeiros tempos mas ao fim de alguns anos iremos atingir as mesmas metas desportivas, é o ciclo de uma equipa”, adianta.
 Já na qualidade de treinador adjunto da selecção nacional sénior, Ricardo Vieira sustenta que o Europeu irá “pôr à prova uma preparação intensa e desgastante ao longo da época desportiva, inúmeros foram os estágios, jogos treino que nos prepararam para o Campeonato da Europa”.

 

Como o Correio do Minho já noticiou, o Europeu de basquetebol em cadeira de rodas disputa-se entre 12 e 22 de Junho, em Sarajevo, na Bósnia. Catorze selecções vão lutar pelos oito primeiros lugares que dão acesso à divisão B, o que para o seleccionador adjunto é “algo que perseguimos há alguns anos e que por uma ou outra situação não temos alcançado, parece-me que neste momento reunimos condições para o conseguir”.
Porém, salienta, “Lituânia e Bélgica serão os nossos adversários de grupo e implica que tenhamos de vencer um deles, sabendo que a Lituânia estava na Divisão A há um ano atrás e a Bélgica é uma selecção em renovação mas de divisão A também, não se adivinha fácil para nós; contamos com cinco atletas da APD Braga num total de 12 para ajudar a vencer uma partida na fase de grupos que nos dará acesso imediato à divisão B.”
Enquanto seleccionador nacional dos sub-22, considera que a preparação desta época desportiva “foi parca e escassa em termos de estágios”, mas felizmente os clubes têm feito um bom trabalho com os mais jovens e os minutos deles no campeonato nacional têm aumentado de jogo para jogo, pois esta época a seleção nacional de sub-22 só se reuniu duas vezes, uma em Dezembro e outra agora em Junho”.

 

“Estamos a preparar a segunda participação nos Jogos Europeus da Juventude, na Finlândia em Pajhulati, em que em 2019 conseguimos um 4.º lugar com uma selecção que tinha um ano de existência, e agora em 2022 já com mais experiencia, temos ambições de conseguir uma medalha apesar de termos que ombrear com Holanda, Itália, Irlanda e Finlândia, sem duvida as três primeiras as mais serias candidatas a medalhas. Portugal vai com o objectivo de dar experiência internacional aos novos atletas, são seis entradas novas num total de 10, e com essa experiencia internacional mudar o mindset dos atletas no sentido de perceberem que para chegarem a um nível paralímpico o trabalho e treino tem de ser uma realidade diária.
  A primeira edição correu muito bem, apesar do 4º lugar, pois do grupo que fez parte, conseguimos colocar 4 atletas a trabalhar com a Seleção Sénior e onde 3 deles irão marcar presença no próximo Europeu Sénior em Sarajevo. Sabemos que é difícil, mas vamos com expectativas elevadas e com muita vontade em sermos o outsider que poderá complicar as contas um dos favoritos e quem sabe ficar para a história do BCR Nacional e internacional com a primeira medalha na categoria.”



Fonte: https://www.correiodominho.pt/noticias/se-nao-mudarmos-quantidade-de-treinos-podemos-vir-a-sofrer/137820
 
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