BCR NO FEMININO, UMA OPORTUNIDADE AINDA DESCONHECIDA
Entrevista com Sara Coutinho e Joana Delgado, atletas da APD Braga.
ATLETAS | COMPETIÇÕES
2 FEV 2022
No universo das competições de clubes, continuam a escassear as ligas exclusivamente femininas, daí o caráter misto dos campeonatos. Portugal não foge à regra e contempla a possibilidade de atletas femininas competirem, lado a lado, com os seus pares masculinos, o que levanta a questão lógica e pertinente da igualdade de oportunidades em campo. Tal é assegurado graças à plasticidade do sistema de classificação vigente na prática do Basquetebol em cadeira de rodas, segundo o qual se pontua um jogador, entre 1.0 e 4.5, de acordo com a sua funcionalidade (em consequência da lesão), devendo o total do cinco em campo perfazer um máximo de 14.0, ao nível de seleções, e 14.5, na esfera de clubes.
No caso da regulamentação portuguesa, a integração de um elemento feminino no cinco prevê um acréscimo de 1.5 pontos, pela primeira jogadora, e 1.0, pela segunda, não se estipulando qualquer benefício adicional a partir da terceira atleta. Isto é, com duas atletas no terreno de jogo, a equipa poderá ascender a 17.0 pontos.
No país, o número de atletas femininas tem sido residual e inconsistente, mas a APD Braga pretende inverter a tendência e incorpora, para já, nas suas fileiras, Joana Delgado e Sara Coutinho. A acompanhou e ouviu as jogadoras do emblema minhoto num treino, que vincaram a hospitalidade da equipa e encorajaram outras potenciais atletas a manifestarem abertura para experimentar uma das modalidades mais agregadoras do desporto Paralímpico.
Fonte e video:
https://www.fpb.pt/noticia/bcr-no-feminino-uma-oportunidade-ainda-desconhecida/?fbclid=IwAR1Zj2pLQdp6i8HmA-7YQ4Nsc0arJk-Ak0WWd9K0zzVgdUQxxzJIjc3rCvQ