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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Bem - Estar, Saude e Qualidade de Vida => Tópico iniciado por: Claram em 24/11/2014, 12:19

Título: Quase três casos por dia de VIH/SIDA diagnosticados no ano passado em Portugal
Enviado por: Claram em 24/11/2014, 12:19
Quase três casos por dia de VIH/SIDA diagnosticados no ano passado em Portugal
 
  24/11/2014 - 08:27 
 (http://www.rcmpharma.com/sites/default/files/news/large-thumbs/SIDA_L.jpg) 
 
 
 Quase três casos por dia de infecção por VIH/SIDA foram diagnosticados no ano passado em Portugal, num total de 1.093 situações, o que equivale a uma taxa de 10,5 novas infecções por 100.00 habitantes, segundo um relatório oficial, avança a agência Lusa, citada pelo Diário Digital.
 
 O relatório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA) relativo à situação da doença a 31 de Dezembro de 2013 refere que 20,7% das situações diagnosticadas nesse ano já se encontravam no estádio SIDA, quando a infecção evolui para doença.
 
 O número de novos diagnósticos em homens foi 2,4 vezes superior ao das mulheres, com a idade mediana à detecção da infecção a ser de 40 anos.
 
 O modo de transmissão mais frequente do VIH foi o contacto heterossexual, referido em 61% dos casos, com a transmissão por relações sexuais entre homens a surgir em 43% dos novos casos. Os homossexuais tendem a ser mais jovens que os heterossexuais à data do diagnóstico, com metade a terem menos de 32 anos.
 
 A transmissão por consumo de droga representou sete por cento dos diagnósticos, segundo o documento revelado na passada sexta-feira pelo INSA.
 
 Quanto aos óbitos, foram notificados 226 mortes ocorridas no ano passado em pessoas com a infecção por VIH, 145 das quais no estádio SIDA.
 
 Entre 1985 e 2013 foram diagnosticados ao todo 47.390 casos de infecção por VIH/SIDA.
 
 No que se refere à infecção nas crianças, desde o diagnóstico do primeiro caso pediátrico, em 1984, foram notificados 479 casos, com igual distribuição entre sexos e com o modo de transmissão mais frequente a ser o contágio mãe-filho.
 
 Ainda assim, desde a introdução do rastreio na gravidez o número de casos diagnosticados “diminuiu continuamente”.
 
 
 Fonte: Lusa/Diário Digital