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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Bem - Estar, Saude e Qualidade de Vida => Tópico iniciado por: Sininho em 06/09/2012, 10:57

Título: Rede de cuidados paliativos entrará em funcionamento em 2013
Enviado por: Sininho em 06/09/2012, 10:57
Rede de cuidados paliativos entrará em funcionamento em 2013

Serviço irá apoiar 60 mil doentes incluindo familiares dos pacientes com doenças graves


(http://thumbs.sapo.pt/?W=260&H=195&pic=http://imgs.sapo.pt/saude2010/uploads/images/saude-em-familia/senior/tena/incontinencia%20medico%20idosa%20450x338%20ok.jpg)

Uma rede de prestação de cuidados a pessoas com doenças graves ou incuráveis, integrada no Serviço Nacional de Saúde, vai estar a funcionar a partir de 2013, segundo a lei de bases ontem publicada em Diário da República.

O diploma, que entrará em vigor com o próximo Orçamento do Estado, cria uma Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP) sob a alçada do Ministério da Saúde, e regula o acesso dos cidadãos a este tipo de acompanhamento.

Os cuidados paliativos são tratamentos centrados na prevenção e alívio do sofrimento físico, psicológico, social e espiritual e na melhoria do bem-estar dos doentes em estado terminal, com doenças graves ou incuráveis, em fase avançada e progressiva.

Esta iniciativa legislativa partiu do CDS-PP, partido da coligação governamental, tendo sido aprovada por unanimidade na Assembleia da República.

Esta nova rede vem desburocratizar o processo de admissão dos doentes a precisar de tratamento, que até agora necessitava de avaliação intermédia.

Com a nova lei, a admissão dos doentes a precisar de tratamento passa a ser determinada pelos serviços médicos onde são assistidos.

A rede irá apoiar cerca de 60 mil doentes diretamente e mais 180 mil pessoas indiretamente, quando contabilizados os familiares dos pacientes com doenças graves e incuráveis.

A estrutura vai ser criada nos hospitais e nos centros de saúde com condições para isso, e vai-se autonomizar da atual rede de cuidados continuados, criada em 2006, onde tem funcionado.

Incluirá também apoio domiciliário aos doentes que não precisem de internamento.



6 de setembro de 2012

@Lusa