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Autor Tópico: Ana Correia faz investigação no Lawrence Berkeley Lab  (Lida 420 vezes)

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Ana Correia faz investigação no Lawrence Berkeley Lab, Califórnia
 



investigadora portuguesa inibe proteína associada a maus prognósticos de cancro

No seu trabalho de doutoramento no Lawrence Berkeley Lab, Califórnia, a investigadora portuguesa Ana Louísa Correia, do programa GABBA, da Universidade do Porto, conseguiu inibir uma proteína frequentemente aumentada em processos patológicos, como o cancro, e associada a maus prognósticos do mesmo: as metaloproteinases de matriz (MMPs).
Como explicou em conversa com o "Ciência Hoje", "a indústria farmacêutica tem tentado fazer inibidores para as MMPs, tendo como foco dessa inibição o centro catalítico das proteínas. Essas tentativas não tiveram resultados na clínica, infelizmente", refere. O estudo foi publicado a semana passada na revista "Genes & Development".
As proteínas MMPs "têm um domínio catalítico; acontece é que há um co-factor que se liga a esse domínio e faz com que a proteína seja activada". Até agora, pensava-se que "se se inibisse esse centro de actividade era possível inactivar a proteína", o que nunca foi conseguido.
Ana Luísa Correia Licenciou-se em biologia Aplicada, pela Universidade do Minho, e iniciou a sua actividade científica no campo da patologia da mama no Instituto de Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da mesma instituição.
Em 2008, integrou o programa doutoral GABBA, da Universidade do Porto, e após cumprir as actividades curriculares, mudou-se para Berkeley, na Califórnia, para desensolver o trabalho de doutoramento no laboratório liderado pela professora Mina Bissell, e co-orientado pelo professor Fernando Schmitt da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
Durante o seu doutoramento estudou mecanismos moleculares pelos quais metaloproteinases de matriz (MMPs) conferem propriedades invasivas a células da glândula mamária.
"Os ensaios clínicos que têm sido feitos com este inibidores mostram que os doentes não recuperam nem ficam com melhor prognóstico", refere.
O que Ana Luísa Correia e a sua equipa descobriu é que "há outra forma de fazer inibição dessas proteínas. Em vez de se inibir o domínio catalítico, como se tem tentado fazer, inibimos outra parte da proteína, o chamado domínio gemopexina2.
O próximo passo da investigação será no sentido de "saber mais sobre a inibição deste domínio. Isto será um interesse bastante grande ao nível clínico. O objectivo é definir detalhadamente a interação destas proteínas de forma a poder inibi-las de uma forma bastante específica".


Fonte:Atlântico Expresso


 

 



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