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Autor Tópico: Cientistas relacionam molécula com cancro e infertilidade  (Lida 431 vezes)

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Cientistas relacionam molécula com cancro e infertilidade



Investigadores vão usar o modelo da infecção para estudar o cancro da bexiga e a infertilidade.

Um grupo de investigadores, entre os quais portugueses, participou num estudo que relacionou a presença de um tipo de moléculas, os catecois, em doentes de esquistossomose, com a possibilidade de virem a ter cancro de bexiga e infertilidade.

Mónica Botelho, cientista do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, no Porto, disse à agência Lusa que a conclusão deste trabalho se refere "à presença e tipo de moléculas que são electrofílicas, ou seja, têm a capacidade de se ligarem a bases de DNA e provocarem lesões" que, se não forem reparadas, podem levar a mutações associadas a cancro ou à infertilidade.

"Queríamos tentar encontrar um bom marcador de prognóstico, porque o diagnóstico podemos fazê-lo facilmente", disse a investigadora, acrescentando que o próximo passo é perceber se, ao encontrar estas moléculas que provêm do parasita, é possível usá-lo, "não tanto como diagnóstico, mas como prognóstico", através de uma análise à urina dos doentes.

Assim, os especialistas podem tentar perceber se os indivíduos com mais ou menos quantidade destas moléculas do metabolismo dos estrógenos "estarão em risco acrescido de ter, por um lado, cancro de bexiga e, por outro, infertilidade", avançou Mónica Botelho.

A investigadora salientou que nem sempre os indivíduos infectados têm
este marcador, mas ele só aparece em pessoas infectadas com pelo parasita schistosoma, na base da esquistossomose.

A esquistossomose- ou schistosomose - é mais frequente em África e na América do Sul e o parasita que mais aparece nos países africanos é o "schistosoma hematobium", associado a cancro de bexiga e agora também a infertilidade.

O estudo teve a participação de investigadores em Angola e nos Estados Unidos, da Universidade de George Washington, além de Mário Sousa, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), e de Alberto Barros, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, especialistas de infertilidade, e foi divulgado na publicação especializada “Plos One”.


Fonte: RR
 

 



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