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Autor Tópico: Criado protótipo inteligente para personalização de tratamentos oncológicos  (Lida 415 vezes)

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Criado protótipo inteligente para personalização de tratamentos oncológicos



Um projeto de I+D+i, desenvolvido pela Indra em parceria com a Althia e a Lorgen, criou um protótipo inteligente que permite a gestão integrada do paciente oncológico capaz de orientar a terapia multimodal (cirurgia, radioterapia e quimioterapia) de forma personalizada e eficaz, a TradionP.

«O sistema é alimentado por uma base de dados retrospetiva – aberta à introdução de novos dados – e criada especificamente para estre projeto sendo de acesso restrito a profissionais do sistema de saúde, através código. A base de dados inclui informação de cerca de 1.000 pacientes com cancro de mama, pulmão ou colon-retal (metade tratados com terapias biológicas e a outra metade com quimioterapia) incorporando parâmetros clínicos e morfológicos, historial familiar, imagens radiológicas, bio-marcadores e sequências genéticas. Incorpora ainda aplicativos que permitem apresentar, transmitir e extrair informações (fenótipos tumorais individualizados e modelagem) do banco de dados, juntamente com algoritmos para a conceção de tratamentos individualizados através da integração de dados de natureza diferente. A base de dados inclui atualmente cerca de 700.000 marcadores de análise, onde se incluem mais de 15.000 dados clínicos e de imagem, 400.000 metilações (genes "bons" inativos) e mais de 200.000 genotipagens», lê-se num comunicado, que revela ainda que a principal novidade do TradionP é a sua capacidade de agregar diferentes tipos de informação sobre pacientes individuais e reconhecer padrões comuns, fornecendo assim uma resposta mais precisa e eficaz na previsão de evolução do tumor.

«Ou seja, o médico pode examinar um novo paciente de uma forma mais estruturada uma vez que tem a possibilidade de combinar informação que ele próprio vai recolhendo com uma informação mais global e abrangente sobre o que se realizou com pacientes semelhantes. Assim, por exemplo, se um paciente com cancro de mama ou colo-retal se aproximar de algum dos padrões que se estudaram no projeto, o médico tem oportunidade de analisar um número mais reduzido de variáveis da doença escolhendo de seguida a terapia mais adequada ou prevendo a evolução da doença. Em resumo, o sistema permite concluir se uma terapia é mais ou menos efetiva relacionando os dados moleculares do paciente e do tumor.»

Fonte: DD
 

 



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