Deficiente-Fórum
..:: Deficiente-Forum - Informação ::.. Responsável: Claram => Ciência & Novas Tecnologias => Tópico iniciado por: zito123 em 02/05/2011, 21:32
-
(http://p1.trrsf.com.br/image/get?o=cf&w=619&h=464&src=http://img.terra.com.br/i/2011/02/02/1772622-7813-atm14.jpg)
Stepan assiste às aulas através do robô R.BOT 100
Foto: Alexander Nemenov/AFP
*
1. Reduzir
2. Normal
3. Aumentar
* Imprimir
Robôs de telepresença começam a ficar populares e podem fazer com que crianças doentes, estejam elas em casa ou hospitalizadas, tenham o mesmo direito à educação que os menores saudáveis. Com a ajuda da tecnologia, os pequenos podem acompanhar as aulas de modo remoto.
Ano passado, a empresa americana Vgo Communications lançou um robô de telepresença que vem ajudando Lyndon Baty a assistir às aulas dentro de sua casa. Lyndon sofre de uma doença nos rins e tem seu sistema imunológico comprometido, exigindo que ele fique em casa.
Na Rússia, algo parecido já acontece há alguns anos, conforme o site CNET. O robô russo, chamado de R.BOT 100, foi desenvolvido pelo laboratório 3Detection, de Moscou, e tem ajudado Stepan Supin, 12 anos. Por causa de uma leucemia, ele não consegue ir à escola, ao menos não fisicamente.
Stepan acompanha as aulas com a ajuda do R.BOT. O menino pode movimentar o robô conforme sua necessidade. Ele pode olhar para os lados por meio de uma webcam e todas as informações são transmitidas via internet.
É claro que isso tudo tem um custo e a tecnologia acaba se restringindo a uma parcela da população. O R.BOT vale US$ 3 mil, cerca de R$ 5 mil, enquanto o robô americano custa perto de US$ 6 mil, ou quase R$ 10 mil.