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..:: Deficiente-Forum - Informação ::.. Responsável: Claram => Ciência & Novas Tecnologias => Tópico iniciado por: Eduardo Jorge em 26/03/2011, 15:19

Título: Nova esperança para vítimas de lesão na coluna
Enviado por: Eduardo Jorge em 26/03/2011, 15:19
Cientistas da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, obtiveram sucesso em uma experiência em que células nervosas de camundongos foram cultivadas em microtubos. O experimento renova a esperança na regeneração de células nervosas danificadas por conta de doenças ou lesões na coluna vertebral, o que poderia fazer com que pessoas com esses problemas voltassem a andar.
                                                                     (http://veja.abril.com.br/assets/pictures/32999/celula-nervosa--size-598.jpg?1300984192)
Liderados por Madison Yu, os pesquisadores criaram uma estrutura com microtubos de vários tamanhos, pequenos o suficiente para que as células nervosas aderissem a suas paredes. A equipe revestiu, então, os tubos com as células nervosas e depois observou a reação.

Ao invés de permanecer imóveis, as células começaram a desenvolver apêndices, como os que as plantas usam para se agarrar a muros e paredes. Elas seguiram os contornos dos microtubos, demonstrando que os nervos podem crescer em estruturas determinadas.

O próximo passo agora é aprimorar a experiência. Os pesquisadores utilizarão dispositivos de escuta para captar as emissões elétricas entre as células nervosas e, no caso das danificadas, fazer a comunicação a partir de computador.

Os comandos que o cérebro envia para o corpo são transmitidos por meio desses sinais elétricos transmitidos pelas células nervosas. Na maioria dos casos, quando uma célula morre ou é danificada, outra faz a função em seu lugar.

No caso da medula espinal, estrutura que começa no cérebro e termina no fim da coluna vertebral, as lesões costumam impedir totalmente a troca de mensagens. O objetivo do experimento da Universidade Wisconsin é restabelecer essa comunicação, permitindo que pessoas para ou tetraplégicas recuperem os movimentos.

Fonte: Veja.com