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Autor Tópico: Nos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, cadeiras de rodas ficam à porta  (Lida 2330 vezes)

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Nos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, cadeiras de rodas ficam à porta

Mudança do Campo Grande para a Boavista obrigou funcionários com mobilidade reduzida a trabalhar a partir de casa ou a mudar de serviço.

João Pedro Pincha 23 de Novembro de 2019, 10:55


A câmara diz estar a trabalhar para corrigir os problemas FRANCISCO ROMÃO PEREIRA


O Departamento para os Direitos Sociais (DDS) da Câmara de Lisboa está há vários meses a funcionar num edifício onde as pessoas com cadeira de rodas não podem entrar. A porta de acesso não tem rampa, o elevador é velho e precisa de ser substituído e não há plataforma eléctrica nas escadas.


Gonga deixou tudo para correr o mundo em busca de amigos imaginários
A situação não afecta só pessoas que se deslocam em cadeira de rodas, mas também as que têm a sua mobilidade reduzida por outros motivos – como é o caso de alguns trabalhadores do departamento. Uma funcionária está a trabalhar em casa desde o Verão e pelo menos outros dois pediram para mudar de serviço, uma vez que não conseguem aceder ao local de trabalho.


A falta de acessibilidade plena tem igualmente prejudicado os munícipes que recorrem ao departamento, que muitas vezes são cidadãos com deficiências ou dificuldades de locomoção. Pelo DDS passa grande parte dos processos relativos a sem-abrigo, envelhecimento, infância, dependências e deficiência, entre outros.


O serviço mudou-se no início do Verão para o Complexo Municipal da Boavista, na Rua D. Luís I, onde partilha instalações com serviços da Higiene Urbana e com a Direcção Municipal de Cultura (que saiu do Palácio do Machadinho, na Lapa, vendido pela autarquia em 2015).

A mudança não foi pacífica. O DDS funcionou durante muitos anos no edifício do Campo Grande onde a autarquia tem concentrados inúmeros serviços. Em Abril, quando foi anunciada a transferência, um grupo de trabalhadores enviou um extenso comunicado às redacções em que manifestava a sua oposição, argumentando sobretudo que se ia perder capacidade de diálogo com outras estruturas municipais e que a acessibilidade ao Campo Grande era melhor do que à Boavista.

O edifício do Campo Grande, escreviam, “é facilmente acessível por metro, autocarro, comboio, veículo particular, bicicleta ou trotineta a partir de, praticamente, qualquer ponto da cidade, estando dotado de estacionamento interno e externo que permite a qualquer cidadão, independentemente das suas limitações de mobilidade, exercer os seus direitos presencialmente.”

O assunto mereceu mesmo acalorada discussão numa reunião pública da autarquia, onde o vereador das Finanças e Recursos Humanos, João Paulo Saraiva, refutou as críticas dos vereadores do PCP e BE, acusando-os de fazer aproveitamento político de uma mera questão de gestão interna.




Fonte: Publico
 

 



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