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Autor Tópico: E se adaptássemos máscaras para pessoas surdas e com dificuldades auditivas?  (Lida 1448 vezes)

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E se adaptássemos máscaras para pessoas surdas e com dificuldades auditivas?


Jovem norte-americana criou um projecto para o desenvolvimento de máscaras com tecido transparente na zona da boca. “É inquestionável a utilidade e a importância destas máscaras para a população surda e para os seus interlocutores”, defende a Associação de Surdos do Porto.

Sofia Matos Silva 27 de Abril de 2020, 8:39 actualizado a 27 de Abril de 2020, 18:23

Em plena pandemia da covid-19, as dificuldades aumentam, mas ainda mais para a população surda. Apesar de a Organização Mundial de Saúde continuar a reforçar que as máscaras só devem ser usadas por certos grupos específicos e de a Direcção-Geral da Saúde seguir estas indicações, a verdade é que as máscaras se espalharam um pouco por todo o lado. Para todos aqueles que dependem da leitura dos lábios ou de língua gestual, a comunicação é cada vez mais dificultada e muita informação está a passar ao lado.

Com isto em mente, uma estudante universitária de educação para surdos e pessoas com dificuldades auditivas criou o DHH Mask Project (sigla para Deaf and Hard of Hearing). Ashley Lawrence é norte-americana e vive no estado do Kentucky. A 31 de Março lançou uma campanha de crowdfunding no GoFundMe na qual apresenta uma solução possível para evitar que estas pessoas se vejam “isoladas da sua fonte de comunicação”. “Tal como estão a ser feitas máscaras cirúrgicas de tecido, também é preciso fazer máscaras adaptadas para pessoas surdas ou com dificuldades auditivas”, explica. Desenhou um padrão de máscara de tecido que se adequa àqueles “que lêem os lábios ou dependem das expressões faciais usadas na comunicação em língua gestual para entender o significado e a intenção”.


O DHH Mask Project começou a fabricar estas máscaras e a distribuí-las por “quem precisar de uma, quer estejam doentes ou não”, apoiado pelo dinheiro angariado no crowdfunding para “custos dos materiais e envios”. Ashley explica que, mesmo que não seja recomendado o uso generalizado de máscaras no dia-a-dia, se alguma pessoa surda ficar infectada com o novo coronavírus, pelo menos “terá uma máscara para dar ao seu médico, para que possam comunicar mais facilmente”. No entanto, dois dias depois de ter aberto a campanha, Ashley teve de a fechar: os 3387 dólares (3142 euros) arrecadados já atingiam o objectivo inicial e, paralelamente, percebeu que não tinha capacidade para chegar a toda a gente e responder a todos os pedidos.


Continue a lêr: https://www.publico.pt/2020/04/27/p3/noticia/adaptassemos-mascaras-pessoas-surdas-dificuldades-auditivas-1913611
 
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