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Autor Tópico: Agente processa PSP por ficar com deficiência  (Lida 1060 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

 
Um polícia do corpo de intervenção vai levar a PSP a tribunal por ter ficado com lesões físicas graves depois de ter usado a arma eléctrica «taser» no próprio corpo. Numa acção de formação, o polícia ficou com uma incapacidade operacional de 27% e, dizem os médicos, podia ter ficado paraplégico. Agora, exige que a PSP assuma a responsabilidade dos danos.

Foram apenas um segundos. João Santos passou de polícia de elite a doente e quase paraplégico. Numa acção de formação sobre o uso da arma eléctrica, o polícia foi levado a sentir na pele os efeitos da descarga de 50 mil volts.



«Foi opção da PSP que os formadores tivessem eles próprios de sentir qual é o efeito da arma» disse, Magina da Silva, comandante da unidade especial da PSP à TVI em Outubro de 2008.

«A respiração quase parou, tiveram de me ajudar a respirar. Nunca tive dores como aquelas», acrescentou João Santos na mesma data.

As dores ficaram insuportáveis e, umas horas depois, deu entrada na urgência do hospital. Passou a viver sob o efeito de comprimidos. Acabou por ser operado, e, dizem os médicos, por um triz não ficou paraplégico.

João Santos tem uma incapacidade física de 27%. O sonho de pertencer ao corpo de intervenção ficou a meio e agora aponta o dedo à própria PSP, levando o caso a tribunal. «Não querem assumir uma série de danos não patrimoniais ou morais, que é esses que ele quer ver ressarcidos. Por tudo o que passou, a dor, o sofrimento, toda esta situação, pelo facto de deixar de ser um operacional para ser um elemento de secretariado», refere a advogada Fernanda Flor Machado.

A acusação garante que as recomendações da «taser» não foram observadas. Pede um milhão e 400 mil euros de indemnização. Dinheiro que a polícia não quer dar.

A PSP diz que vai aguardar pela avaliação da junta superior de saúde e que respeitará as decisões judiciais mas que paga as despesas com a assistência médica. A «taser» é apregoada como a arma que moi mas não mata. Cabe agora ao tribunal decidir se é mesmo assim.

Fonte: IOL Diário
 

 



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