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Autor Tópico: Paraplégico aos tiros de madrugada numa discoteca  (Lida 1458 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

 
Um homem de 22 anos, paraplégico, foi ontem entregue sob detenção à PSP por um segurança da discoteca ‘Luanda’, em Lisboa, depois de ter feito dois disparos de pistola no interior daquele estabelecimento de diversão nocturna. Um dos projécteis chegou mesmo a atingir, de raspão, o tornozelo direito de outro cliente.

Tudo se passou pelas 05h30, quando no interior da discoteca de Alcântara ainda permaneciam algumas dezenas de pessoas. O indivíduo, de origem africana, que se deslocava numa cadeira de rodas, conseguiu iludir o detector de metais junto à porta principal do estabelecimento de diversão nocturna, entrando, alguns minutos antes, com uma pistola, calibre 6,35 mm, dissimulada na roupa.
Alheios ao facto de um dos clientes estar na posse de uma arma, os seguranças da discoteca foram alertados pelo barulho de dois disparos, vindo das imediações da pista de dança.

Depois de se encaminharem para o local, os seguranças ainda chegaram a tempo de ver o cliente paraplégico com a pistola na mão. Um dos projécteis disparados atingiu, de raspão, um outro indivíduo, de 28 anos, também cliente da discoteca, no tornozelo direito.
O autor dos disparos foi de imediato abordado por um dos seguranças. No entanto, antes de ser manietado, o indivíduo apontou ainda a arma ao funcionário da discoteca, tendo por isso sido atingido, com uma pancada seca, no braço que segurava a pistola.
Entregue, sob detenção, à PSP da Esquadra do Calvário, o indivíduo passou a última noite nos calabouços do Governo Civil, sendo presente, hoje de manhã, a Tribunal.

MADRUGADA DE HORROR COM MORTE DE SETE

No dia 16 de Abril de 2000, a discoteca ‘Luanda’ viveu uma madrugada de horror, com a morte de sete pessoas na sequência do lançamento de dois engenhos tipo ‘spray’com gás pimenta.
O pânico gerado no interior do lotado recinto de diversão nocturna – tratava-se de uma noite de sábado – terá estado na causa da tragédia, uma vez que quando detectaram o gás e as luzes se apagaram, os clientes correram, na esmagadora maioria, para a porta principal da discoteca, porque desconheciam onde ficavam as saídas de emergência.

A queda de algumas pessoas, pisadas por quem queria fugir, e as correntes de encaminhamento do recinto terão contribuído para a morte dos sete clientes, com idades entre os 16 e os 36 anos.
Decorridos quase quatro anos ainda se desconhece quem terá lançado os engenhos e fechado as luzes, provocando tamanha tragédia.

Fonte: Correio da Manhã
 

 



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