Debate ético
Mas remover partes vivas do corpo humano, mesmo que danificadas, levanta sérias questões éticas.
Bennet Foddy, especialista em ética médica da Universidade de Oxford, diz que é sempre difícil certificar-se de que o paciente sabe o que está fazendo e que não se arrependerá.
Para ele, na medida que a tecnologia evolui, podemos ter mãos biônicas melhores do que as mãos naturais, e pessoas com mãos saudáveis querendo fazer substituições.
Mas Oskar Aszmann diz que não tem problemas com a ideia de cortar a mão natural de Milo, já que a reconstrução biológica dos movimentos seria um processo longo e, possivelmente, ele ainda teria uma mão disfuncional no fim.