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Autor Tópico: Distúrbios Mentais  (Lida 2901 vezes)

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Offline Tullio

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Distúrbios Mentais
« em: 29/05/2010, 16:22 »
 
O autismo


Definição



          O autismo é uma doença que impede as crianças de se relacionarem com o próximo, estabelecer relacionamentos e responder apropriadamente ao ambiente – segundo as normas que regulam essas respostas, ou seja, uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, comporta-se de um modo compulsivo e ritualista e geralmente não desenvolve uma inteligência normal. Hoje, a palavra “ Autismo” aplica-se como sendo uma desordem comportamental causada por mudanças súbitas em certas áreas do cérebro.

          O “autismo atípico”, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim, como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e frequentemente apresenta maneiras diferentes e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessiva - compulsivo ou hiperactividade. O autismo atípico surge mais frequentemente em indivíduos com deficiência mental profunda e em indivíduos com um grave transtorno específico do desenvolvimento, da recepção e da linguagem.



Incidência

       

          O autismo é raro, atingindo aproximadamente 2 a 4 crianças em cada 10 000. Os rapazes são quase três vezes mais afectados do que as raparigas e tudo leva a crer que esta doença se encontra mas espalhada entre as camadas sociais elevadas. Por definição, o autismo revela-se até aos 30 meses de vida, tornando-se geralmente evidente no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade.

 

Causas

   

          Não se conhecem as causas concretas do autismo, mas os factos conhecidos apontam para uma base orgânica. Um quarto das crianças autistas apresenta sinais de distúrbios neurológicos; na adolescência, um terço destes pacientes apresenta ataques epilépticos, o que faz pensar que haja qualquer lesão subtil do cérebro. Actualmente questiona-se a antiga teoria que responsabilizava a falta de carinho por parte dos pais. Estudos de gémeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gémeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia.

 

Sinais

 

          É frequente uma criança autista ser normal durante os primeiros meses de vida, vindo depois a perder gradualmente o interesse pelos pais ou outro tipo de estímulos. Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida. O primeiro sinal pode ser a resistência a ser acarinhada, gritar para o chão quando se lhe pega ao colo, mesmo estando magoada ou cansada. A criança mantém-se indiferente aos pais e às outras pessoas e não chega a tecer laços de amizade. Evita olhar os outros nos olhos, não abraça e prefere brincar sozinha, mostrando-se indiferente aos sentimentos dos outros e às convenções sociais. A criança reage mal-humoradamente a qualquer alteração introduzida na sua rotina ou nas suas actividades.

          O atraso na fala é uma característica muito frequente. A criança autista não consegue aprender a imitar a fala ou os gestos, reagindo erradamente aos sons, daí a necessidade de quando se fala com estas crianças ser vulgar elas repetirem as palavras que são ditas. Mesmo quando adquire a capacidade de comunicação, o seu vocabulário é imaturo e pouco imaginativo e a sua fala lembra a de um autómato.

          Podem notar-se ainda outras anomalias do comportamento, como andar em bicos de pés, brincar com os dedos durante horas a fio,  balançar-se,  magoar-se a si própria,  desatar a gritar de repente e a hiperactividade. Acontece por vezes as crianças autistas revelarem uma dada aptidão bem determinada, como por exemplo, uma excelente memória ou talento musical.


Sintomas

 
          Dificuldade em juntar-se com outras pessoas; Resistência a mudar de rotina; Risos e sorrisos inapropriados; Não temee os perigos; Pouco contacto visual; Pequenas respostas aos métodos normais de ensino; Brincadeiras muitas vezes interrompidas; Aparentemente insensibilidade à dor; Repetição de palavras ou frases; Preferência por estar só; Conduta reservada; Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente; Faz girar os objectos; Hiper ou hipo actividade física; Aparenta angústia sem razão aparente; Não responde às ordens verbais; Actua como se fosse surdo; Apego inapropriado a objectos; Dificuldade em expressar suas necessidades; Usa gestos ou sinais em vez de usar palavras.


Tratamento

 

          Não existe um tratamento eficaz. As escolas especiais (de reeducação), o apoio e aconselhamento aos pais e familiares e por vezes também sessões de terapia podem ser úteis. A medicação apenas é indicada para problemas específicos, como a epilepsia ou a hiperactividade. A terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola.


Prognóstico 

 

          Somente um sexto das crianças autistas consegue levar uma vida mais ou menos independente, a maior parte delas necessita de cuidados especiais e por vezes de internamento numa instituição adequada. Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade.
A necessidade e a mãe da invenção

 

 



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