Liftech

Rehapoint
Autopedico

Invacare
TotalMobility

Anuncie Aqui

Autor Tópico: nvestigadores da Universidade de Coimbra localizam a distribuição celular da pro  (Lida 694 vezes)

0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.

Online migel

 
Investigadores da Universidade de Coimbra localizam a distribuição celular da proteína envolvida na Doença de Alzheimer7



no dia 22 de Abril de 2014

 Mais uma nova e importante peça para o complexo puzzle da Doença de Alzheimer. Uma equipa de investigadores do centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra (UC) mostrou, pela primeira vez, a localização subcelular (zona da célula) da proteína precursora da beta-amilóide (APP.) que origina a proteína tóxica envolvida no surgimento da doença de Alzheimer.

 Os investigadores do grupo "Neuromodulation" mapearam esta proteína para identificar a sua distribuição em diferentes regiões das sinapses (ligações entre os terminais nervosos responsáveis pela trasmissão de informação de um neurónio para outro) e nos diferentes tipos de neurónios, tendo descoberto que a APP está enriquecida na região pré-sináptica activa (zona da sinapse onde são libertados os neurónios transmissores) e nos neurónios glutamatérgicos - responsáveis pela libertação de glutamato que garante a "ligação" do sistema nervoso, isto é, garante que os neurónios comuniquem entre si.

 Segundo Paula Agostinho, autora responsável do artigo científico que será publicado no Journal of Alzheimer's Disease, no próximo m~es de Maio, "com esta descoberta, finalmente percebe-se porque é que na fase inicial da patologia ocorre a perda da conexão entre neurónios (sinapses) e a degeneração dos neurónios glutamatérgicos é a mais acentuada".

 Os resultados deste estudo, realizado em modelos animais (ratos) ao longo dos últimos três anos, "além de ajudarem a tornar o diagnóstico da doença de Alzheimer mais claro, permitem desenvolver fármacos mais eficazes na fase inicial da doença, evitando a clivagem da APP (proteína percursora) para impedir a formação da proteína tóxica (betaamilóide) e direccionar as terapias para o sistema glutamatérgico", sustenta a investigadora do CNC.

 Em conclusão, ao descobrir as zonas onde a APP se encontra enriquecida, a equipa respondeu às questões: "Porque é que na doença de Alzheimer existem zonas do cérebro que são particularmente vulneráveis, nomeadamente o hipocampo e o córtex entorinal?" e "Porque é que uns neurónios são mais afectados do que outros?".

 
PCD
 

 



Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
     
Voltar ao topo