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Autor Tópico: Mais formação sobre epilepsia aos professores  (Lida 778 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

 
Mais de 50% dos professores não sabe o que fazer perante um ataque de epilepsia, de acordo com um estudo da Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia (EPI – APFAPE) e da Liga Portuguesa Contra a Epilepsia (LPCE).

Nem todos os professores sabem o que fazer perante um ataque de epilepsia. Um dos erros mais mencionados é o uso de objectos para evitar o enrolar da língua.

Mais de 50% dos professores não sabe o que fazer perante um ataque de epilepsia, de acordo com um estudo da Associação Portuguesa de Familiares, Amigos e Pessoas com Epilepsia (EPI – APFAPE) e da Liga Portuguesa Contra a Epilepsia (LPCE).

Para além dos cerca de 77% dos professores que têm dificuldade em gerir uma situação de epilepsia, 93, 4% dos inquiridos ainda acredita no mito de colocar um objecto na boca para evitar o enrolar da língua. Apesar deste perigo, 90% dos inquiridos sabia que se deve remover objectos que possam ferir a pessoa, 79% lembrava-se que se deve deitar a pessoa em posição lateral de segurança e 83,9% tinha consciência de que se deve controlar o tempo de duração da crise, segundo informações do estudo que foi divulgado à Lusa.

Relativamente ao impacto da epilepsia nas actividades educativas, desportivas e lazer, cerca de um terço dos participantes acredita, de forma errada, que a criança não se deve exercitar muito e que se deve desculpabilizar o seu comportamento. Apenas pouco mais de metade dos inquiridos disse já ter tido acesso a informação sobre epilepsia, contra 45,2% que assumiu não ter.

Perante estes resultados, a  EPI-AAPFAPE e a  LPCE decidiriam dinamizar mais acções de divulgação e formação em escolas. O estudo agora divulgado foi desenvolvido durante o ano lectivo 2009-10 e faz parte do Programa Escola Amiga EPI. Trata-se de um projecto nacional para dotar as escolas (Ensino Regular, Ensino Especial e Instituições-ATL ) de condições adequadas para integrar os alunos com epilepsia.

Em Portugal, a doença está diagnosticada em cerca de 70 mil pessoas e estima-se que surjam anualmente cerca de 4 mil novos casos, nomeadamente em crianças e adolescentes.

Fonte: Sapo Saúde
 

 



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