A escola do ensino especial para portadores de deficiência no Namibe clama por equipamentos de informática, cadeiras de rodas, próteses, bem como instalações para a prática desportiva e meios de transportes.
O director da escola, Eugénio da Costa Junto, afirmou hoje à Angop que a instituição carece de duas salas, sendo uma para aulas audiovisuais e outra para deficientes auditivos.
O director frisou que os tipos de deficiências predominantes na escola são aprendizagem, visual, auditiva, motora e transtorno de conduta, entre outras.
A governadora provincial do Namibe, Cândida Celeste da Silva, que visitou hoje a escola, ofereceu diversos materiais didácticos para as crianças portadoras de deficiência.
A julgar pelo quadro de dificuldades que a escola enfrenta, Cândida Celeste da Silva reconheceu a falta de técnicos qualificados para o ensino especial a nível da província, mas prometeu mobilizar a classe empresarial no sentido de apoiar o estabelecimento no que for possível, sobretudo em materiais diversos.
A governante garantiu que dentro de dias disponibilizar um terreno para a construção de mais uma sala de aulas para deficiência auditiva.
A escola conta este ano com 467 alunos, distribuídos por oito salas de aulas, com 10 turmas da primeira à nona classe, cujo processo de aprendizagem está assegurado por 45 professores.
Fonte: Angola Press