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Autor Tópico: Actores portadores de deficiência exploram memória de cada um  (Lida 253 vezes)

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Actores portadores de deficiência exploram memória de cada um
BRAGA



Patrícia Sousa

São 13 os actores portadores de deficiência intelectual e física, todos membros do grupo de teatro Crinabel, que dão vida ao romance de Gonçalo M. Tavares. ‘Uma menina está perdida no seu século à procura do pai’, que sobe hoje ao palco do Theatro Circo, “trabalha e explora a memória de cada um”, explicou o assistente de encenação, Tiago Gonçalves, no final do ensaio realizado ontem.

Em palco, os actores da Crinabel contracenam ainda com dois actores do Teatro Nacional D. Maria II. “A menina, chamada de Hanna, de 14 anos com trissomia 21, vai encontrar vários personagens pelo caminho enquanto está perdida à procura do pai. Cada uma tem o seu universo e achamos muito interessante a procura desse universo e da memória”, continuou o assistente de encenação, admitindo que “a memória é uma questão que intriga a todos”.

Tiago Gonçalves adiantou que a peça estreou ano passado em Lisboa, tendo já passado pelos palcos de Torres Novas, Estarreja, Montemor-o-Novo. Em Braga, aquele responsável, acredita que o público vai gostar. “As pessoas do Norte são curiosas e inteligentes e o T

 heatro Circo é lindíssimo por dentro e por fora”, atirou.

Depois de ter subido ontem ao palco, os actores voltam a encenar a peça hoje, a partir das 21.30 horas.

Com encenação e dramaturgia de Marco Paiva, ‘Uma menina está perdida no seu século à procura do pai’ conta a história de Hanna que parte em busca do pai que a abandonou.
Também em palco, a protagonista é portadora de trissomia 21, e não é única. “A questão da deficiência que está presente no livro acaba por se diluir, quando existe num elenco onde não há só uma pessoa que tenha deficiência intelectual, mas várias. Aquela característica específica da personagem Hanna deixa de existir, pois ela de repente contracena com outra personagem que o autor não escreveu como tendo deficiência, mas que, no elenco, tem. Sem grande esforço a questão da deficiência (na peça) diluiu-se”, explicou, entretatno, Marco Paiva que assume a direcção artística do grupo de teatro Crinabel, admitindo que as características intrínsecas a este conjunto de actores “não foram uma dificuldade, mas antes, uma mais-valia” para a realização desta peça.


Correio do Minho
 

 



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