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Autor Tópico: Futebol em cadeira de rodas elétrica  (Lida 898 vezes)

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Offline Fisgas

Futebol em cadeira de rodas elétrica
« em: 05/07/2015, 17:04 »
 
Futebol em cadeira de rodas elétrica Única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica promove modalidade.




Oito jogadores da Associação Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) constituem a única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica, que já representou o país em dois campeonatos do mundo, mas que lamenta estar sozinha em Portugal. "Já tivemos mais, mas devido à situação do país - e como tem de ser jogado com cadeiras de rodas elétricas, que é material caro - as outras equipas acabaram por desistir", disse à agência Lusa o treinador Luís Almeida. Uma cadeira de rodas adaptada à prática do futebol custa seis mil euros, mas uma específica atinge os 11 mil euros, salienta o técnico da instituição, que garante a continuidade da equipa e a sua "evolução". A equipa da APCC efetuou este sábado, ao início da tarde, uma demonstração no Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, em Coimbra, durante a etapa final do Campeonato Nacional de Boccia. "Nós não desistimos, continuamos com o projeto e estamos aqui para tentar divulgar a modalidade junto de potenciais jogadores e ver se ganhamos mais gente para jogar connosco", sublinhou Luís Almeida. A formação nasceu em 2003 e já disputou dois campeonatos do mundo: em 2007, em Tóquio (Japão), e em 2011, em Paris (França). "Sempre que falamos com eles sentimos que estão motivados e gostam. É um jogo com muita velocidade, muito movimento, com golos, adrenalina, em que depois acabam também por desenvolver a capacidade de condução das cadeiras, dá-lhes mais destreza a orientação espacial", destaca o treinador. O capitão da equipa, Diogo Reis, de 25 anos, lamenta que sejam a única equipa em Portugal, mas mostrou-se esperançado que ainda este ano possam surgir "uma ou duas" novas formações, "que dê para jogar contra outros atletas". "Espero depois, no futuro, que venhamos a ter uma competição ou uma liga para disputarmos todos os anos entre nós. As associações têm um peso enorme para o aparecimento de novas equipas e acho que a Federação Portuguesa de Desporto Adaptado também", frisou o jovem jogador, que se iniciou na modalidade há seis anos. Sportinguista de coração, Diogo Reis assume-se fã de Luís Figo e Cristiano Ronaldo, mas em campo gosta de imitar William Carvalho, "que joga no meio" como gosta, "a organizar jogo". Cada equipa de futebol em cadeira de rodas elétrica é constituídas por quatro jogadores, que podem ser mistos, e os jogos disputam-se num espaço com as dimensões de um campo de basquetebol, tendo a duração de 30 minutos, dividido em duas partes, com regras muito semelhantes às do futebol e futsal.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/sociedade/detalhe/futebol_em_cadeira_de_rodas_eletrica.htmlol em caFutebol em cadeira de rodas elétrica Única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica promove modalidade. Oito jogadores da Associação Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) constituem a única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica, que já representou o país em dois campeonatos do mundo, mas que lamenta estar sozinha em Portugal. "Já tivemos mais, mas devido à situação do país - e como tem de ser jogado com cadeiras de rodas elétricas, que é material caro - as outras equipas acabaram por desistir", disse à agência Lusa o treinador Luís Almeida. Uma cadeira de rodas adaptada à prática do futebol custa seis mil euros, mas uma específica atinge os 11 mil euros, salienta o técnico da instituição, que garante a continuidade da equipa e a sua "evolução". A equipa da APCC efetuou este sábado, ao início da tarde, uma demonstração no Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, em Coimbra, durante a etapa final do Campeonato Nacional de Boccia. "Nós não desistimos, continuamos com o projeto e estamos aqui para tentar divulgar a modalidade junto de potenciais jogadores e ver se ganhamos mais gente para jogar connosco", sublinhou Luís Almeida. A formação nasceu em 2003 e já disputou dois campeonatos do mundo: em 2007, em Tóquio (Japão), e em 2011, em Paris (França). "Sempre que falamos com eles sentimos que estão motivados e gostam. É um jogo com muita velocidade, muito movimento, com golos, adrenalina, em que depois acabam também por desenvolver a capacidade de condução das cadeiras, dá-lhes mais destreza a orientação espacial", destaca o treinador. O capitão da equipa, Diogo Reis, de 25 anos, lamenta que sejam a única equipa em Portugal, mas mostrou-se esperançado que ainda este ano possam surgir "uma ou duas" novas formações, "que dê para jogar contra outros atletas". "Espero depois, no futuro, que venhamos a ter uma competição ou uma liga para disputarmos todos os anos entre nós. As associações têm um peso enorme para o aparecimento de novas equipas e acho que a Federação Portuguesa de Desporto Adaptado também", frisou o jovem jogador, que se iniciou na modalidade há seis anos. Sportinguista de coração, Diogo Reis assume-se fã de Luís Figo e Cristiano Ronaldo, mas em campo gosta de imitar William Carvalho, "que joga no meio" como gosta, "a organizar jogo". Cada equipa de futebol em cadeira de rodas elétrica é constituídas por quatro jogadores, que podem ser mistos, e os jogos disputam-se num espaço com as dimensões de um campo de basquetebol, tendo a duração de 30 minutos, dividido em duas partes, com regras muito semelhantes às do futebol e futsal.


CM
 

 



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