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Autor Tópico: Seleção Nacional de Futsal de Síndrome de Down precisa de 35 mil euros para disputar Mundial  (Lida 3595 vezes)

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Seleção Nacional de Futsal de Síndrome de Down precisa de 35 mil euros para disputar Mundial
Seleção portuguesa é campeã europeia e vice-campeã mundial, mas a presença no Campeonato do Mundo do Brasil, em maio, está em risco


© ANDDI

David Pereira
26 Março 2019 — 15:30

Pai solteiro adotou menina com Síndrome de Down rejeitada 20 vezes
35 mil euros é o que separa a Seleção Nacional de Futsal para portadores de síndrome de Down da presença no Campeonato do Mundo que se vai realizar no Brasil em maio.

Embora a seleção portuguesa seja vice-campeã mundial e campeã europeia em título, não é certa a participação no Mundial que se avizinha, por falta de verbas.

A Associação Nacional de Desporto para a Deficiência Intelectual (ANDDI), entidade que tutela a seleção, promoveu na passada quinta-feira uma campanha para angariação de fundos, no âmbito do Dia Internacional da Síndrome de Down. "A discussão dos contratos-programa com as federações ainda está atrasado, deverá ser só em maio, e em maio já teremos de partir para o Mundial. Daí nós lançarmos esta campanha, porque a Seleção Nacional de Futsal de Síndrome de Down foi campeã da Europa e teve um impacto mediático muito grande. Ainda na semana passada a própria FIFA fez uma reportagem sobre um dos nossos miúdos, que foi o melhor marcador do Europeu", explicou o presidente da ANDDI, José Pereira.

"No fundo, estamos na sociedade civil a procurar apoios privadas enquanto esperamos pelos apoios oficiais, que nunca serão suficientes", acrescentou o dirigente, que já abordou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que anteriormente tem apoiado através de cedência de equipamentos. Com poucos dias decorridos de campanha, José Pereira adianta que "o valor ainda está muito longe", uma vez que "ainda só houve pequenos donativos".

Todos os apoios a favor da ANDDI são dedutíveis para efeitos de IRS e/ou IRC, ao abrigo da Lei 53-A/2006 de 29/12 e art. 62 n.º 6 e) e n.º 10 do EBF (Mecenato Desportivo). Os donativos podem ser feitos através dos seguintes dados:

Nome: ASSOCIACAO NACIONAL DESPORTO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL PORTUGAL (ANDDI PORTUGAL)
Conta: 0888088552030
IBAN: PT50 0035 0888 00088552030 39
BIC SWIFT: CGDIPTPL


A seleção nacional de futsal para portadores de síndrome de Down sagrou-se campeã europeia em novembro, ao bater por 4-0 a campeã do mundo Itália, na cidade italiana de Terni, naquela que foi a primeira edição do torneio. César Morais, do FC Porto, sagrou-se melhor marcador do campeonato, com seis golos.

Em solo transalpino, Portugal fez-se representar por dez jogadores de idades muito variadas, entre os 23 e 44 anos, comandados pelo selecionador Pedro Silva e capitaneada por Nélson Silva, da Cercigui (Guimarães), que foi considerado o melhor jogador do Mundial 2017, o primeiro de sempre e organizado em Viseu, onde a equipa das quinas foi derrotada pela Itália.

Sem garantias para os Global Games
Sem garantias de quando se vai realizar a assinatura dos contratos-programa, a ANDDI terá de meter mãos à obra para recolher fundos para a participação das várias modalidades nas competições internacionais agendadas. "A assinatura dos contratos-programa é muito imprevisível. Já chegou a ser em julho e agosto, mas há promessa de este ano os contratos-programa serem assinados mais cedo. No ano passado, foi em dezembro, depois de projeto Desporto para Todos já ter sido realizado", recordou José Pereira, sem querer polemizar.

"Mais grave do que a situação do futsal é este ano termos os Global Games, uma espécie de Jogos Olímpicos para a deficiência intelectual, que vão ser em Brisbane, na Austrália, em que nos propomos ir com várias modalidades e um orçamento de 200 mil euros, mas até ao momento não termos garantias", lamentou o dirigente, que procura atenuar a falta de recursos com a organização de torneios em solo nacional. "Tentamos organizar eventos no país porque ficam mais económicos. No final deste ano vamos organizar torneios de basquetebol e judo em Guimarães", confessou.


Fonte: DN
 
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Seleção nacional de futsal de síndrome de down já tem dinheiro para ir ao Mundial

Os 35 mil euros necessários foram doados por uma agência de viagens, segundo a edição online do JN. A competição arranca em maio.

DN
27 Março 2019 — 19:19

DESPORTO ADAPTADO
Seleção Nacional de Futsal de Síndrome de Down precisa de 35 mil euros para disputar Mundial

FUTSAL
Portugal sagra-se campeão europeu de futsal para atletas com síndrome de Down
A seleção nacional de futsal de portadores de Síndrome de Down vai poder participar no Campeonato do Mundo da modalidade, que se vai realizar no Brasil. A presença esteve em risco, por falta de verbas, tal como admitiu esta semana ao DN presidente da Associação Nacional de Desporto para a Deficiência Intelectual (ANDDI). Mas entretanto uma agência de viagens, a EC Travel, resolveu doar o dinheiro necessário (35 mil euros) para a seleção poder estar presente na prova.

"A EC Travel efetuou uma doação à seleção nacional de futsal de Síndrome de Down que participará na próxima competição internacional a ter lugar no Brasil, no próximo mês de maio", confirmou ao JN a agência, acrescentando que será doada a totalidade do valor necessário.

"Naquilo que será o maior esforço financeiro alguma vez feito pela EC, vamos levar estes miúdos ao Brasil sendo o parceiro oficial desta nossa seleção campeã europeia que tanto nos orgulha. Todos têm o direito de sonhar. E todos nós somos filhos de Deus. Infelizmente, neste país quem mais precisa é quem menos apoio tem", lamentou ao JN o diretor da EC Travel, Eliseu Correia.

A seleção nacional de futsal para portadores de síndrome de Down sagrou-se campeã europeia em novembro, ao bater por 4-0 a campeã do mundo Itália, na cidade italiana de Terni, naquela que foi a primeira edição do torneio. César Morais, do FC Porto, sagrou-se melhor marcador do campeonato, com seis golos.

Em solo transalpino, Portugal fez-se representar por dez jogadores de idades muito variadas, entre os 23 e 44 anos, comandados pelo selecionador Pedro Silva e capitaneada por Nélson Silva, da Cercigui (Guimarães), que foi considerado o melhor jogador do Mundial 2017, o primeiro de sempre e organizado em Viseu, onde a equipa das quinas foi derrotada pela Itália.



Fonte: DN
 

 



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