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Autor Tópico: História Insólita de Portugal: um Rei obcecado por uma freira e viciado em afrodisíacos  (Lida 74 vezes)

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História Insólita de Portugal: um Rei obcecado por uma freira e viciado em afrodisíacos



O Rei D. João V teve os cognomes de “O Magnânimo” e “O Rei-Sol Português”, e alguns historiadores recordam-no também como O Freirático. “O Magnânimo”, dada a generosidade com que abriu mão de enormes fortunas, tanto para engrandecer a coroa como para satisfazer os seus caprichos pessoais. Além de monumentos como o Convento de Mafra e o Aqueduto das Águas Livres, que ainda hoje recordam o seu nome, gastou os proventos do Império na Guerra da Sucessão de Espanha, na batalha do Cabo Matapan contra os turcos, e na obtenção do Patriarcado para Lisboa, que incluiu a célebre embaixada ao papa Clemente XI, em 1716.


“O Rei-Sol Português”, em virtude do luxo de que se revestiu o seu reinado. Diz Veríssimo Serrão em «História de Portugal» que «era senhor de uma vasta cultura, bebida na infância com os padres Francisco da Cruz, João Seco e Luís Gonzaga, todos da Companhia de Jesus. Falava línguas, conhecia os autores clássicos e modernos, tinha boa cultura literária e científica e amava a música. Para a sua educação teria contribuído a própria mãe, que o educou e aos irmãos nas práticas religiosas e no pendor literário.»


Mosteiro de Odivelas

Segundo o historiador Oliveira Martins, “D. João V perdia a cabeça por todas as mulheres, mas a sua verdadeira paixão estava em Odivelas, no ninho da madre Paula”. A verdade é que nesse tempo a vocação era uma das últimas razões para as mulheres irem para freiras e as visitas aos conventos faziam parte da etiqueta social.
O convívio proporcionava intimidade, os relacionamentos amorosos eram conhecidos e, desde que praticados com discrição, aceites. Era frequente um nobre “ter” a “sua” freira, com quem se correspondia, a quem visitava no convento onde se trocavam presentes – muitas vezes poemas por doces conventuais (ainda hoje têm fama a marmelada de Odivelas e o pudim da madre Paula) – e onde as celas se transformavam em alcovas.


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Semi-clandestinos, semi-escandalosos, os amores ilícitos de D. João V produziram, além dos “Meninos de Palhavã”, D. Maria Rita, que não foi reconhecida, e acabou por ir para… freira. Era filha de D. Luísa Clara de Portugal, que passou à história com o cognome da sua casa: a Flor da Murta.
Madre Paula sobreviveu 35 anos ao amante, sempre tratada com a maior consideração. No século XX, o convento de Odivelas foi transformado em colégio feminino, para as filhas de oficiais das Forças Armadas.



D. João V

A obsessão de D. João V pelo sexo levou-o ao uso descontrolado de afrodisíacos, designadamente cantáridas, que lhe minaram a saúde e apressaram a morte. O Rei faleceu em 31 de Julho de 1750 após quase meio século de governo. Jaz no Panteão dos Braganças, ao lado da esposa, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa.


Fonte:vortexm
 

 



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