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#ILikeYouLike: Catarina Oliveira define-se como uma “espécie rara sobre rodas” numa sociedade que precisa de mudança
Francisca Andrade


15 mai 2021 14:30

redes sociais instagram acessibilidade #ILikeYouLike
#ILikeYouLike: Rui Modesto, conhecido como Rurikhan, vive do YouTube há 10 anos. Mas faz vídeos desde 2007


A atual “casa” de Catarina Oliveira no mundo online é o Instagram, onde conta com 18,4 mil seguidores, e o SAPO TEK falou com a criadora de conteúdo portuense para saber como usa a rede social para desconstruir preconceitos contra pessoas com deficiência e lutar pela acessibilidade.
#ILikeYouLike: Catarina Oliveira define-se como uma “espécie rara sobre rodas” numa sociedade que precisa de mudança



Por vezes, surgem situações inesperadas que alteram completamente rumo da vida. Em 2015, Catarina Oliveira descobriu, durante uma viagem ao Brasil, que tinha uma mielite transversa, uma inflamação na medula espinal, que a colocou numa cadeira de rodas. No entanto, a condição não a parou.

Através da Internet, começou a partilhar com o mundo as suas experiências de adaptação a esta nova realidade. Embora originalmente não tivesse a ideia de criar um projeto online, o interesse foi aumentando ao longo do tempo, motivado pela crescente ambição de desconstruir preconceitos contra pessoas com deficiência e de lutar pela acessibilidade.

A sua atual “casa” no mundo online é o Instagram, onde conta com 18,4 mil seguidores, e ainda antes tinha feito uma passagem pelo YouTube, no canal C Feliz, com o seu primeiro vídeo a ser publicado em 2017.


Uma “Espécie rara sobre rodas”: foi assim que a conhecemos no Instagram. À primeira vista, um nome curioso, mas ao SAPO TEK, Catarina explica que a escolha não foi por acaso.

A criadora de conteúdo portuense de 32 anos recorda que, quando saia de casa, fosse para ir a uma esplanada, à discoteca, ao cinema ou a um centro comercial, sentia que todos os olhares recaíam sobre si, como se fosse uma espécie rara. A expressão passou a ser usada nas suas publicações e Stories, tanto que até os seus amigos aderiram, levando-a a mudar o nome da conta na rede social.

Na sua página não há “papas na língua” e os memes também fazem parte. Há também momentos mais sérios, onde aborda temáticas muitas vezes vistas pela sociedade como tabus ou sobre as quais não há uma consciencialização, assim como espaço para ouvir novas perspetivas de outras pessoas que têm deficiências através de sessões ao vivo.


O feedback que tem vindo a receber ao longo dos últimos anos é muito positivo, e a criadora de conteúdo sente que está “efetivamente a desconstruir algumas ideias que haviam pré-concebidas, alguns estereótipos e estigmas que existem relacionados com a pessoa com deficiência”.

"A sociedade olha para nós de uma forma muito diferente e isso tem de ser mudado”
Catarina sente que o seu trabalho está a conseguir chegar tanto às pessoas que não têm deficiência, que acabam por se aperceber “que têm determinadas atitudes e pensamentos capacitistas”, como àquelas que a têm.

“TENHO CONVERSAS MUITO PRODUTIVAS COM PESSOAS QUE CRESCERAM COM DEFICIÊNCIA E QUE AGORA COMEÇAM A DESCONSTRUIR COISAS QUE ASSUMIAM COMO DOGMAS NAS VIDAS DELAS E QUE NA VERDADE NÃO SÃO BEM ASSIM”, DIZ CATARINA OLIVEIRA
Neste contexto, Catarina considera que o facto de ter sido uma pessoa que não cresceu com deficiência lhe deu uma outra perspetiva. “Realmente, a sociedade olha para nós de uma forma muito diferente e isso tem de ser mudado”.

“Eu sei que há muitas pessoas com e sem deficiência que não se identificam com a minha forma de me expor ou de falar”. Embora admita que nem todos têm de concordar com o que diz, Catarina Oliveira quer que o seu Instagram seja um espaço de troca construtiva de ideias, onde “é preciso parar para ouvir o outro”.


Continue a lêr aqui: https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/ilikeyoulike-catarina-oliveira-define-se-como-uma-especie-rara-sobre-rodas-numa-sociedade-que-precisa-de-mudanca
 

 



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