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Autor Tópico: Paredes dá a mão através do desporto inclusivo. A Elsa, o Vasco e o Bruno são gigantes no campo e na  (Lida 204 vezes)

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Paredes dá a mão através do desporto inclusivo. A Elsa, o Vasco e o Bruno são gigantes no campo e na vida
A história de atletas portadores de deficiência ou incapacidade intelectual que, este fim-de-semana, "entraram em campo" em Paredes

Por Márcia Pimparel Vara -Fev 9,20260
 

Elsa Moreira e Vasco Pereira
A Elsa, o Vasco e o Bruno são de Paredes e, para além de terem nascido no mesmo concelho, têm algo mais em comum: o amor ao desporto. Este fim-de-semana foram três dos mais de 600 atletas portadores de deficiência mental ou incapacidade intelectual que participaram nos Jogos de Inverno ANDDI – Associação Nacional de Desporto para Desenvolvimento Intelectual. Considerado um dos maiores eventos de desporto inclusivo realizado em Portugal, este jogos incluem modalidades como o ténis de mesa, o boccia, andebol e futsal, a natação adaptada entre muitos outros.

O Pavilhão Rota dos Móveis, em Lordelo, foi um dos palcos deste evento que tem na sua essência o projeto do município “Paredes sem paredes”. E ali, em campo, todos são iguais, porque sentem, riem, vibram com os resultados desportivos e, acima de tudo, sentem-se integrados num mundo onde o desporto e o contacto comunitário se evidenciam.

O Verdadeiro Olhar acompanhou algumas das competições e falou com atletas. Elsa Moreira tem 30 anos e na estante da casa acumula vários títulos, como de campeã nacional e vice-campeã regional de ténis de mesa e de boccia, entre outros trofeus. Mas não são as medalhas que fazem Elsa sorrir, mas sim o facto de poder participar nesta atividades que, segundo disse, fazem com que tenha “uma vida mais feliz”. Elsa tem um ar de menina e rapidamente se percebe que é o reflexo da felicidade por poder participar nesta competição. Até porque, reconhece que se não fossem estas atividade a sua vida seria bem diferente. Surda e com paralisia cerebral, confessa a surpresa que foi descobrir que havia desporto adaptado em Paredes, tratou logo de experimentar o ténis de mesa, a natação e o boccia.

E, desde esse dia, “tudo mudou”. Elsa confidencia que tem o sonho de vestir a camisola da seleção nacional, porque para esta atleta não há muros nem paredes. Conta que treina todos os dias e quando algo não corre melhor, insiste e persiste “para melhorar, porque tem que “corrigir o que está mal”, afirmou.

Sobre estes jogos Anddi conta que “são dias de muita pressão e luta”, mas a máxima é “nunca desistir”. E quem fala com a Elsa percebe que ela assume o leme deste barco onde estão dezenas de atletas, porque é dela que saem palavras de conforto e gritos de incentivo. “Quando a equipa está mais em baixo, digo-lhes que não podem desanimar”, porque só lutando conseguimos alcançar vitórias e “levar Paredes ao topo”, sublinhou.

Quem fala com estes atletas percebe que todas estas atividades são muito importantes, até porque o seu desnvolvimento pessoal passa muito por este trabalho, pelos treinos, dando também a possibilidade à comunidade e ao mundo de desmantelarem estereótipos, porque estes miúdos ou adultos são muito mais do que um diagnóstico.



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