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Autor Tópico: "Vamos esperar serenamente", diz Marcelo sobre debate da eutanásia  (Lida 104 vezes)

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Online SLB2010

"Vamos esperar serenamente", diz Marcelo sobre debate da eutanásia

Presidente da República reiterou que só se pronunciará no fim dos trabalhos parlamentares.

13.05.18

Marcelo Rebelo de Sousa

Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reiterou este sábado, em Fátima, que só se pronunciará sobre a eutanásia no fim dos trabalhos parlamentares, dizendo para se esperar "serenamente". Ao ser confrontado com as declarações de sábado do vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), bispo António Marto, que pediu um "debate "sereno, sério, esclarecido e esclarecedor, aprofundado e humanizador" sobre a eutanásia, Marcelo Rebelo de Sousa adiantou que promoveu "uma série de iniciativas do Conselho Nacional de Ética que levaram a debates por todo o país". "Agora, neste momento, é o tempo de o parlamento se pronunciar, o parlamento irá pronunciar-se no dia 29 na generalidade e, depois, haverá, naturalmente, o processo próprio e eu esperarei. Quando me chegar às mãos qualquer diploma para eventual promulgação -- veremos se chega ou não - eu aí pronunciar-me-ei", declarou o chefe de Estado, após ter participado no sábado na procissão das velas e missa da peregrinação internacional de maio ao Santuário de Fátima.

Fonte: CM
 
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Online SLB2010

Eutanásia: Igreja Católica pede debate "sereno, sério, esclarecido e humanizador"

Por Lusa|12.05.18

O vice-presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) pediu hoje um debate "sereno, sério, esclarecido e esclarecedor, aprofundado e humanizador" sobre a eutanásia, garantindo que a Igreja Católica não faz guerras sobre esta matéria, mas não podia ficar silenciada. "Eu faço um apelo a toda a sociedade e às instituições responsáveis para um debate sereno, sério esclarecido e esclarecedor, aprofundado e humanizador", afirmou António Marto, na conferência de imprensa que antecede o início da peregrinação de 12 e 13 de maio ao Santuário de Fátima. O também bispo de Leiria-Fátima referiu que "não se elimina o sofrimento eliminando a pessoa", mas antes "é preciso cuidar da pessoa para lhe aliviar o sofrimento, com todos os meios possíveis e a qualidade de vida das pessoas e das famílias".

Fonte: CM
 

Online Pantufas

O que já disse o Papa sobre a eutanásia?

15 mai, 2018 - 07:00 • Cristina Nascimento

Francisco tem opinado sobre casos mais mediáticos e envia mensagens a iniciativas de apoio à vida.

 
Têm sido várias as ocasiões recentes em que o Papa se tem pronunciado sobre a eutanásia, nomeadamente quando surgem casos que ganham expressão mediática a nível global. O mais recente é o caso do bebé Alfie Evans, o menino britânico de 23 meses que acabou por morrer cinco dias após ter sido desligado das máquinas que o mantinham vivo.

Alfie Evans sofria de uma doença rara que não foi diagnosticada e para qual os médicos garantiram não existir cura. O caso tornou-se polémico porque os médicos defendiam o desligar das máquinas, mas os pais não concordaram e entraram numa batalha legal para transferir Alfie para uma unidade hospitalar em Itália que pretendia continuar a assistir o menino.

Francisco mencionou este caso várias vezes, uma delas em meados de abril, quando Alfie ainda estava ligado às máquinas. “Chamo, mais uma vez, a atenção para os casos de Vincent Lambert e do pequeno Alfie Evans. Gostaria de repetir e confirmar, com força, que o único dono da vida, do início ao fim natural é Deus”, disse, no final da audiência pública semanal que decorreu na Praça de São Pedro.

Antes, em novembro de 2017, o Papa já tinha abordado quer a questão da eutanásia, como da distanásia (o prolongamento obstinado da vida através de terapias exageradas). Numa mensagem escrita dirigida ao arcebispo Vincenzo Paglia, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, a propósito do Encontro Regional Europeu da Associação Médica Mundial, o Papa recorda que a Igreja Católica considera lícito interromper ou recusar tratamentos médicos em certas circunstâncias e que estas decisões reconhecem “os limites da nossa mortalidade, quando se torna evidente que é fútil opor-se a ela”. No entanto, ressalva que, “do ponto de vista ético, é completamente diferente da eutanásia, que é sempre errada, na medida em que a intenção da eutanásia é causar a morte”.


Já no início de 2018, Francisco voltou a falar sobre o tema, desta vez num discurso dirigido à Congregação para a Doutrina da Fé. O Papa criticou a mentalidade que leva à aceitação da eutanásia, dizendo que numa sociedade onde o valor da vida não se mede pela sua dignidade inerente, tudo é possível. Francisco lamentou que o “processo de secularização” esteja a “absolutizar o conceito de autodeterminação e autonomia” levando vários países a defender a eutanásia “como afirmação ideológica da vontade de poder do homem sobre a sua vida”.

Mais recentemente, no passado dia 6 de maio, após a recitação da oração do “Regina Coeli”, na Praça de S. Pedro, no Vaticano, o bispo de Roma diz que é preciso “cuidar dos idosos, como um tesouro precioso e com amor, mesmo quando criam problemas económicos e dificuldades”. “É por isso que aos doentes, mesmo na fase terminal, devemos dar toda a assistência possível. É por isso que os nascituros são sempre acolhidos; enfim, é por isso que a vida é sempre tutelada e amada, desde a conceção ao seu fim natural. Isso é amor”, sublinha Francisco.

Apoio a iniciativas portuguesas em defesa da vida

Em Portugal, a discussão em torno do tema regressou à ordem do dia, a propósito das iniciativas legislativas de esquerda que pretendem debater e votar propostas no sentido de legalizar a eutanásia.

Em outubro de 2017, realizou-se uma caminhada pela vida em Aveiro, Lisboa e Porto, eventos aos quais o Papa se associou, enviando uma carta. No documento, o Papa manifesta o desejo de que “apareçam sempre mais homens e mulheres de boa vontade que abracem corajosamente a verdade e valor que cada ser humano tem para Deus, sustentando tal verdade com factos e razões científicas e morais num dramático apelo à razão, para se voltar ao respeito de cada vida humana”, da conceção à morte natural, “na batalha contra o aborto, eutanásia e demais atentados à vida humana”.

Depois, dias mais tarde, realizou-se nova caminhada em defesa da vida, desta vez com destino ao Parlamento. A abrir o desfile, um dos organizadores leu a carta enviada pelo Papa Francisco, na qual este saudava os participantes, enviando a sua bênção apostólica e considerando que se deve "voltar ao respeito da vida". Francisco, na mesma carta, escreveu que esta marcha deve ser vista como uma manifestação "contra a cultura do descarte, orientada por uma lógica económica".


Fonte: RR
 

Online SLB2010

Eutanásia: Médicos católicos alertam para pressão sobre doentes pobres e frágeis
15 mai 2018 16:40

Eutanásia Médicos doentes

Médicos Católicos congratulam-se com veto de Marcelo ao diploma de mudança de género
A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) reiterou hoje a oposição à legalização da eutanásia, considerando que “criaria uma enorme pressão sobre os doentes mais frágeis”.
 Eutanásia: Médicos católicos alertam para pressão sobre doentes pobres e frágeis
Em comunicado divulgado após uma reunião com o bastonário da Ordem dos Médicos (OM), a AMCP diz ter transmitido a Miguel Guimarães “preocupação” por esta lei colocar “doentes com doenças graves e incuráveis numa situação de enorme coação para pedirem a eutanásia”.

“Seguramente, muitos doentes, de modo particular os mais pobres e frágeis, sentir-se-iam socialmente pressionados a requerer a eutanásia, porque se sentem a mais ou um fardo para a família e para a sociedade. Há um enorme risco de se criar um efeito de desmoralização nestes doentes, levando-os a desistir de viver”, lê-se no comunicado.

A associação afirma recear também que, com a legalização da eutanásia, se “desincentive o investimento nos serviços de saúde para a assistência aos doentes graves e terminais” e se “assista ao fenómeno de rampa deslizante”.

“A experiência dos Estados que legalizaram a eutanásia revela que não é possível restringir essa legalização a situações raras e excecionais; o seu campo de aplicação passa gradualmente da doença terminal à doença crónica e à deficiência, da doença física incurável à doença psíquica dificilmente curável, da eutanásia consentida pela própria vítima à eutanásia consentida por familiares de recém-nascidos, crianças e adultos com deficiência ou com alterações profundas do estado de consciência”, referiu o presidente da associação e médico psiquiatra, Pedro Afonso.

A AMCP reiterou que a “prática médica é inconciliável com a prática da eutanásia” e, no comunicado, afirma ainda esperar que “a legalização da eutanásia seja rejeitada no próximo dia 29 de maio na Assembleia da República”.


Sapo24
 

Online maxenzo2

Isto é um assunto delicado, toda a gente tem livre arbítrio sobre o que fazer da sua vida, mas dai quer deixar de a ter.

O próprio Stephen Hawking disse num documentário qualquer coisa sobre a vida e como não interessa como a vivemos, porque é a única que se tem, e temos o privilégio de ver as maravilhas do universo só por este bocadinho.

Mas isto sou eu a falar não a dar opinião porque a minha opinião é não, mas se viesse um voto ainda que eu seja contra eu votava "Sim", porque a minha vontade não tem de se sobrepor a dos outros, e todos têm direito a liberdade de escolha.
 
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