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Autor Tópico: A tragédia do regresso do sarampo ou a face mais visível do movimento anti-vacinas  (Lida 139 vezes)

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Online migel

A tragédia do regresso do sarampo ou a face mais visível do movimento anti-vacinas

Sociedade

12.03.2018 às 18h52

 
Jose Carlos Carvalho
Por cada voz que se levanta contra as vacinas, dá-se mais um passo atrás na erradicação de algumas doenças infecciosas, como o sarampo. Só no ano passado o número de casos aumentou 400% na Europa

Luísa Oliveira

Jornalista

Um recente relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica de "tragédia" o advento do sarampo - doença infecciosa contagiosa que estava praticamente erradicada, graças à vacinação inserida no plano da maioria dos países desenvolvidos.

O ano de 2017 ficará marcado por este regresso, espaldado por números assustadores. Em 53 países da Europa, há a registar 35 mortes e cerca de 21 mil infetados, o que representa um aumento de 400 por cento em relação ao ano anterior (2016 teve apenas 5 273 casos). Em Portugal, lamentam-se 27 doentes e a morte de uma adolescente de 17 anos, em abril. Mais de 90% destes casos aparecem em pessoas que não estão vacinadas.

O país mais afetado é a Roménia, com 5 562 casos, logo seguido pela Itália, com registo de 5 006 doentes, e pela Ucrânia (4 767). Estes números correspondem a uma diminuição da cobertura das vacinas nos mesmos territórios.

"Trata-se de uma tragédia que simplesmente não podemos aceitar", lamentou a diretora das Nações Unidas para a Europa, Zsuzsanna Jakab.

Até outubro do ano passado, Portugal apresentava uma taxa de vacinação que rondava os 96%, o que significava haver imunidade de grupo, ou seja, a maioria da população estava protegida contra esta doença que pode evoluir de forma grave, causando até a morte. Essa proteção advinha também do facto de as pessoas com mais de 40 anos já terem tido sarampo no passado. Mas o último Inquérito Serológico Nacional (do Instituto Ricardo Jorge) estimou que a percentagem de pessoas imunes à doença tenha caído para menos de 95% (94,2% para sermos exatos), a taxa mínima necessária para prevenir uma epidemia.
TRUMP TAMBÉM É ANTI-VACINAS

O movimento anti-vacinas, nunca é demais repetir, baseou-se num estudo fraudulento, publicado em 1998, por Andrew Wakefield. O artigo chegou a ser publicado na prestigiada revista científica The Lancet, para mais tarde ser retirado por falta de rigor. Mas o mal já estava feito e tudo o que este médico inglês defendeu naquelas páginas passou a ser dogma para as pessoas que optaram por segui-lo. A principal argumentação desta corrente relaciona a toma de vacinas com o aparecimento de autismo.

De nada serviu provar-se que Andrew recebera dinheiro de organizações anti-vacinas ou que o estudo teve por base apenas 12 crianças, pagas para entrarem na suposta investigação.

No entanto, há vozes sonantes que continuam a insuflar o movimento. Casos dos atores Jim Carrey (que teve uma relação de cinco anos com Jenny McCarthy, outra grande ativista anti-vacinas) e Robert De Niro (que tem um filho com autismo).

Há quatro anos, Donald Trump escreveu no Twitter que, se chegasse a presidente dos EUA (e chegou), tomaria providências em relação à vacinação em massa. E já anda a mexer-se nesse sentido. Chamou Robert F. Kennedy Jr. para o assessorar numa comissão para rever a segurança das vacinas e a sua hipotética relação com o autismo. Haja esperança: até agora ainda nada se concretizou. As crianças de todo o mundo agradecem que assim seja.


Fonte: Visão
 

Online migel

Sarampo: Casos positivos sobem para 69 e há 24 pessoas já curadas
Jornal Económico com Lusa
12:31

Dos 69 casos confirmados, 24 pessoas estarão curadas e 45 mantêm-se com a doença, mas não há ninguém internado.


O número de casos confirmados de sarampo no atual surto em Portugal subiu para 69, mais um caso do que na sexta-feira, havendo 24 pessoas que já estão curadas, segundo um balanço oficial.

Um comunicado publicado no site da Direção-geral da Saúde este sábado de manhã dá conta de 69 casos confirmados e 36 em investigação, havendo ainda 130 casos que foram considerados negativos.


Dos 69 casos confirmados, 24 pessoas estarão curadas e 45 mantêm-se com a doença, mas não há ninguém internado.

Do total de infetados, a grande maioria é profissional de saúde, num surto em grande parte dos casos teve ligação laboral ao hospital de Santo António, no Porto.

A Direção-geral da Saúde recorda que o vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra. Os doentes são considerados contagiosos desde quatro dias antes e até quatro dias depois do aparecimento da erupção cutânea.

Os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois de a pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal.

Existe vacina contra o sarampo no Programa Nacional de Vacinação, que deve ser administrada aos 12 meses e cinco anos.

Os profissionais de saúde devem ter as duas doses da vacina independentemente da sua idade.

Segundo dados avançados esta semana pelo Ministério da Saúde, dois terços dos casos positivos de sarampo do atual surto são de profissionais de saúde com as duas doses necessárias da vacina.


Fonte: http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noticias/sarampo-casos-positivos-sobem-para-69-e-ha-24-pessoas-ja-curadas-285104
 

 



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