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Autor Tópico: Novos casos de infeção por VIH caíram quase 30% em Portugal  (Lida 537 vezes)

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Novos casos de infeção por VIH caíram quase 30% em Portugal
Nuno de Noronha
1 dez 2020 08:00

   

VIH/Sida: Homens que fazem sexo com homens são maioria dos novos casos. Quem está em tratamento não transmite doença

Aumenta número de pessoas com VIH por diagnosticar na Europa
Os casos de infeção pelo VIH desceram quase 30% em 2019 face a 2018, registando-se 778 diagnósticos, segundo o relatório “Infeção VIH e SIDA em Portugal – 2020”, da Direção-Geral da Saúde e Instituto de Saúde Dr. Ricardo Jorge.


De acordo com o relatório “Infeção VIH e SIDA em Portugal – 2020”, produzido pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), de 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2019 foram diagnosticados 778 novos casos de infeção por VIH, menos 331 casos do que no ano de 2018.

Além da redução no número anual de novos diagnósticos de infeção, este ano destaca-se também uma percentagem de diagnósticos tardios inferior a 50%. O relatório indica a percentagem de diagnósticos tardios passou de 54,4% em 2018 para 49,7%, o que demonstra o esforço que tem sido feito para diagnosticar mais e mais precocemente.

A maioria (69,3%) dos novos casos de infeção por VIH registaram-se em homens (2,3 casos por cada caso comunicado em mulheres) e a mediana das idades à data do diagnóstico foi de 38 anos. Em 24,1% dos novos casos, os indivíduos tinham idade igual ou superior a 50 anos.

Embora a transmissão heterossexual se mantenha como a mais frequente, os casos em Homens que têm Sexo com Homens (HSH) constituíram a maioria dos novos diagnósticos em homens (56,7%).

No que diz respeito à área de residência, 50,4% dos indivíduos residiam na Área Metropolitana de Lisboa (13,7 casos/100.000 habitantes) e a região do Algarve apresentou a segunda taxa mais elevada de diagnósticos (13,5 casos/100.000 habitantes).


No período em análise, não foi notificado nenhum caso de transmissão de VIH em crianças. R

elativamente aos óbitos, foram comunicados 197 óbitos em doentes infetados por VIH durante o ano de 2019, sendo que em 46,2% destes casos as pessoas já tinham atingido o estádio SIDA.


Analisando os dados acumulados, até 31 de dezembro de 2019 foram identificados em Portugal 61.433 casos de infeção por VIH, dos quais 22.835 atingiram o estádio de SIDA.

Entre 2009 e 2018 registou-se uma redução de 47% no número de novos casos de infeção por VIH e de 65% em novos casos de SIDA.

Para a obtenção de melhores resultados com impacto no diagnóstico precoce, importa reforçar e manter as respostas comunitárias, estimular o alargamento da realização do teste rápido nas farmácias comunitárias a outras regiões do país, divulgar as diferentes opções para a realização do rastreio, incluindo a disponibilidade do autoteste e promover a literacia da população e dos profissionais de saúde. Iniciativas como a “Cidades na via rápida para acabar com a epidemia de VIH” são fundamentais na prossecução dos objetivos traçados.

Fonte: Sapo

 
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Dia 18, falamos sobre o futuro do VIH
11 mai 2021, 11:39 observador.pt


"O VIH já não é o VIH como o conhecemos" é o tema da talk digital que o Observador, em parceria com a Janssen, vai realizar na próxima terça-feira, dia 18 de maio.




Muito mudou no combate à SIDA nos últimos anos. O vírus da imunodeficiência humana é um vírus que ataca o sistema imunitário e destrói as nossas defesas, enfraquecendo a capacidade do seu hospedeiro de combater infeções e doenças oportunistas, como a SIDA. No entanto, é importante referir que uma pessoa infetada com VIH e que esteja em tratamento, com os fármacos que hoje estão disponíveis, tem uma carga vírica indetectável, não transmitindo a doença. E esta mensagem deve ser entendida e assimilada por todos nós.

É igualmente importante perceber que as terapêuticas que existem hoje ajudam a que os portadores do vírus consigam ter uma esperança média de vida muito superior à que existia há 39 anos. Mudou tudo até agora, desde as terapias à esperança de vida. Hoje, alguém que chegue a um estado avançado da doença pode recuperar, dada a qualidade e diversidade da terapêutica antirretroviral. E o futuro guarda ainda mais esperanças. E, no dia Mundial da Vacina contra a SIDA, queremos começar a olhar esse novo futuro.

Dia 18 de maio, terça-feira, vamos debater sobre estes temas, a partir das 18h30, no site e Facebook do Observador. Ana Filipa Rosa, host da Rádio Observador, será a moderadora desta conversa, que conta com oradores Luis Mendão, presidente do GAT (Grupo de Ativistas em Tratamento); Dr. Kamal Mansinho, diretor do Serviço de Infeciologia e Medicina Tropical do Hospital de Egas Moniz; e Alex D’Alva, músico envolvido no projeto sobre o VIH do Observador em parceria com a Janssen. Pode ver o projeto aqui.

A entrada é gratuita e aberta a todos os que queiram assistir online a esta iniciativa do Observador com a Janssen.

Se está interessado em juntar-se a nós no dia 18 de maio, terá apenas de reservar o dia e hora na sua agenda, e aceder ao site ou Facebook do Observador para não perder a conversa.

Tome nota: dia 18 de maio, às 18h30h, no site ou Facebook do Observador, num computador ou telemóvel perto de si.
Junte-se a nós.

Esta é uma iniciativa do Observador com a Janssen

Fonte: observador.pt   Link: https://observador.pt/2021/05/11/dia-18-falamos-sobre-o-futuro-do-vih/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

 



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