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Autor Tópico: Cancro: Taxas de sobrevivência são superiores no IPO Lisboa  (Lida 392 vezes)

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Cancro: Taxas de sobrevivência são superiores no IPO Lisboa


As taxas de sobrevivência dos doentes com cancro do recto, cólon e mama tratados no Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa são superiores em 5 a 10% em comparação com os outros hospitais da região sul.

Os dados foram apresentados esta quinta-feira em conferência de imprensa pelo director clínico do IPO, Nuno Miranda, que defende que é essencial que os hospitais façam auditorias dos seus resultados.

No caso do cancro do cólon, que é o que tem maior mortalidade associada, ao fim de cinco anos de tratamento no IPO de Lisboa, há mais 5% de doentes vivos do que em relação aos restantes doentes tratados na restante região sul.

“Em 100 doentes tratados no IPO com cancro do cólon, ao fim de cinco anos, 50 estão vivos, enquanto na restante região sul estão vivos 45”, especificou Nuno Miranda.

Também no caso do cancro da mama, a taxa de sobrevivência a cinco anos é de mais 5% no IPO do que nas restantes instituições da zona sul.

No tumor do recto, há um ganho de 10% na taxa de sobrevivência nos doentes tratados no IPO ao fim de cinco anos.

O IPO trata anualmente cerca de 700 pessoas com cancro da mama, 120 com neoplasia no cólon e 120 no recto.

Numa comparação com outros países, como o Reino Unido, as taxas de sobrevivência do IPO são superiores, o mesmo não acontecendo com as outras instituições da zona sul.

Para o director clínico, estes dados merecem um estudo detalhado para tirar conclusões sobre estas diferenças, que podem residir na competência técnica das equipas ou no facto de o instituto estar vocacionado especificamente para o tratamento do cancro.

Para a equipa médica do IPO de Lisboa, os registos de cancro e as auditorias às instituições que lidam com doentes oncológicos é essencial para que se planeiem os doentes e até para a liberdade de escolha dos cidadãos.

Nuno Miranda admite que a taxa de sobrevivência poderia ainda ser maior caso os doentes chegassem ao instituto numa fase menos tardia da doença.

O diagnóstico tardio e a falta de uma política de rastreio, no caso do cancro do cólon, podem ser algumas das justificações.

Diário Digital com Lusa




 

 



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