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Autor Tópico: Prevenção e Segurança no Trabalho: mudar mentalidades mais do que fiscalizar  (Lida 768 vezes)

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Prevenção e Segurança no Trabalho: mudar mentalidades mais do que fiscalizar



Os acidentes de trabalho e as doenças profissionais continuam “a ser um pesado fardo económico e social para as sociedades”. Perante este cenário, mais do que fiscalizar “é preciso mudar as mentalidades, porque a prevenção depende de cada um”, apelou o médico de saúde pública, Mário Freitas, que falava, ontem, no seminário ‘Locais de Trabalho Seguros e Saudáveis - a indústria da madeira e do mobiliário”, promovido, no âmbito da comemoração do Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho.

Em muitas empresas, assegurou o médico de saúde pública, “ter saúde ocupacional é ter umas fichas de aptidão para mostrar à Inspecção de Trabalho”. Mário Freitas alertou para o facto de não ser possível “haver um polícia ou fiscal em cada esquina”, lembrando que “há países que não têm tanta fiscalização como em Portugal e as coisas funcionam”.

Esta situação acontece, de acordo com aquele responsável, por se continuar a optar por uma “vertente facilitista”. E explicou: “para reduzir custos às empresas não se fazem os exames de diagnóstico complementares necessários. É preciso adaptar o trabalho ao homem e cada homem à sua profissão”.


Saúde é sinónimo de bem-estar físico, mental e social

O médico e docente da Universidade do Minho referiu, ainda, que “a saúde e promoção da saúde no trabalho são fundamentais porque é no trabalho que as pessoas passam a maior parte do tempo”.
A saúde é o completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Mas hoje, acrescentou o especialista, pensamos demasiado no físico e esquecemo-nos da parte mental e social. “Portugal é um dos países da Europa que consome mais antidepressivos e ansiolíticos. Gastamos muito dinheiro nesse tipo de medicamentos”, alertou. Perante isto, “é importante trabalhar em rede e fazer parcerias, porque ninguém faz nada sozinho”.


Manuseio de substâncias perigosas

Todos os anos morrem na União Europeia 142 mil pessoas em consequência de doenças profissionais e outras 8.900 em virtude de acidentes de trabalho. “Um terço destes óbitos é atribuível a factores de risco, designadamente o manuseio de substâncias perigosas no local de trabalho”, informou, entretanto, Emanuel Gomes, subdirector da Unidade Local de Braga da ACT.

A importância deste factor de risco levou a que fosse efectuada uma campanha Europeia sobre ‘Avaliação de Riscos na Utilização de Substâncias Perigosas’. Em Portugal a campanha desenvolve-se nos sectores da indústria da transformação da madeira e do mobiliário. “Na área de intervenção da Unidade Local de Braga da ACT, foram seleccionadas 30 empresas deste sector de actividade, as quais foram visitadas pelos inspectores de trabalho em Novembro e Dezembro de 2010”, salientou, ainda, aquele responsável.

Correio do Minho
 

Offline Eduardo Jorge

 
Punam os infractores exemplarmente que quero ver se a fiscalização ajuda ou não.
Nalguns casos, concordo que temos que ter nós uma mentalidade diferente. Mas como podem agir aqueles funcionários que trabalham em obras sem condições nenhumas e muitas vezes sem contrato assinado? Ir para casa?

Já agora, preocupem-se em dar assistência e reabilitação condigna aos acidentados e suas familias.
 

 



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