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Autor Tópico: Como venci o cancro da tiróide  (Lida 10889 vezes)

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Online migel

Como venci o cancro da tiróide
« em: 26/09/2010, 21:28 »
Como venci o cancro da tiróide

Os desabafos e os conselhos de uma mulher que lutou contra a doença
Aos 33 anos, em virtude de uma amigdalite severa, Luísa Venda descobriu que tinha um cancro da tiróide. Sentiu-se perdida e pensou não ter mais seis meses de vida, mas decidiu não se deixar vencer pela doença e lutar.

Há três anos, casada e com uma filha de quatro, Luísa Venda, farmacêutica, viu o seu mundo desmoronar.

«Descobri (que tinha cancro) de uma forma ocasional, na sequência de uma amigdalite muito severa (tinha a sensação que poderia sufocar a qualquer momento), que me levou a uma urgência hospitalar».

«Fizeram-me uma ecografia, através da qual foi detectado um nódulo da tiróide. Depois fiz mais alguns exames complementares e a conclusão é que se tratava de um nódulo maligno», revela Luísa Venda.

Na altura, sentia-se cansada, com falta de força, muito sono e uma rouquidão que teimava em não desaparecer. Mas estava longe de imaginar que aqueles sintomas (sempre desvalorizados por si) pudessem ser algo mais do que a expressão de algum stress.

A má notícia veio pelo correio

A descoberta de que afinal estava doente e que a situação era muito grave, abateu-se sobre Luísa Venda como se de uma bomba se tratasse. E descobriu-o da pior maneira possível: «Soube que tinha cancro da tiróide pelo correio. Parece surrealista, mas não é. Foi mesmo verdade».

«Tinha sido feita uma biopsia e enviaram-me o resultado para casa, o que até uma situação mais ou menos frequente. O primeiro impacto é muito forte. Senti-me completamente perdida. Pensei que ia morrer em seis meses», desabafa.

Na verdade, já tinha ouvido falar da doença, mas tinha pouca informação sobre as suas consequências e desconhecia mesmo que era o cancro com maior prognóstico de cura. Uma situação que, segundo diz, se alterou nos últimos anos:

«Hoje já se ouve falar mais sobre o cancro da tiróide». Tomada de assalto pela tempestade que a notícia provocara, Luísa Venda experimentou sentimentos como o medo, desespero e impotência.

«Quando vi o resultado do exame, em que se lia que tinha sido detectado, carcinoma da tiróide, pensei que ia morrer. Naquele momento, só pensei na minha filha, que na altura tinha três anos, e no que tinha de fazer para a deixar o melhor possível», confessa.

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #1 em: 26/09/2010, 21:29 »
Conhecer o inimigo

Abalada, mas confiante, o primeiro passo foi consultar toda a informação possível sobre o cancro da tiróide e como podia lutar contra ele: «Depois do choque inicial e depois de me informar mais sobre a doença, comecei a encará-la de forma muito mais positiva.

Como se fosse mais uma etapa da vida que tinha que ser ultrapassada», explica.

Começou, assim, por traçar um objectivo: vencer a doença.

«E para isso, ia fazer tudo o que fosse necessário para o conseguir», confessa.


Depois de lhe ter sido removida a tiróide na totalidade, teve de fazer iodoterapia. Para isso é preciso estar-se numa fase de hipotiróidismo e podem ocorrer sintomas que, no seu caso, foram muito complicados de gerir, como cansaço extremo e falta de forças.

«Houve uma altura em que tive mesmo de estar de cama nos últimos 15 dias. Também me aconteceu pegar no carro para fazer uma viagem de uma hora e meia e ter de parar porque não tinha forças e ficar a descansar uma, duas horas na estação de serviço. Não podia sequer pegar na minha filha ao colo», conta.

Hoje, porque não tem tiróide, é obrigada a tomar a hormona produzida pela tiróide de forma química, ou seja, todos os dias tem de tomar um fármaco. Um procedimento que tem de repetir o resto da sua vida.

Na altura, Luísa Venda contou com um apoio muito importante nos bons e maus momentos: a família. Segundo recorda, ninguém optou pela negação da doença, mas também ninguém escondeu a preocupação:

«Assim que soube que tinha cancro da tiróide, senti necessidade de partilhar a notícia com os meus pais. No início, as pessoas ficaram muito assustadas e um pouco incrédulas. Querem ajudar e dar-nos força, mas ao mesmo tempo têm dificuldade em acreditar. Afinal, pensamos que estas coisas só acontecem aos outros», explica.

A cura chegou sete meses depois e, hoje, está muito habituada a que os amigos ou familiares que se relacionam com pessoas que estão a passar pelo mesmo lhe telefonem a pedir informações.


saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #2 em: 26/09/2010, 21:31 »
Uma segunda vida

Três anos depois, Luísa Venda não tem dúvidas de que o seu grande trunfo foi nunca ter virado as costas à doença e acreditar sempre que podia vencê-la. Mesmo que isso implicasse passar por momentos de sofrimento, de dúvida, receio, desânimo...

O importante era acreditar que podia vencer o cancro da tiróide e que para isso  não podia desistir: «Houve alturas em que me senti deprimida. Vivi momentos de solidão, mas o optimismo é fundamental. É  importante a pessoa acreditar que pode vencer a doença».

Hoje, admite que é uma pessoa mais calma e que aprendeu a dar mais valor à vida e às pessoas que realmente são merecedoras da sua atenção: «Depois de ter experimentado a sensação que a morte pode surgir quando menos esperamos, sem dúvida que hoje dou mais valor e usufruo muito mais da vida. Uma situação destas faz-nos repensar todos os aspectos da nossa vida», confessa Luísa Venda que, entretanto, se divorciou e construiu uma nova relação.


Os conselhos de Luísa Venda


Não entrar em pânico. «O facto de ter um nódulo não quer dizer que seja um cancro, mas é preciso estar atento e esperar que o médico analise.»
Nunca desistir. «Nunca perder a esperança de vencer a doença. O optimismo é fundamental. No caso do cancro da tiróide, o prognóstico é muito bom e a percentagem de sucesso muito elevada.»

Procurar informação. «Deve informar-se bastante, de modo a poder lidar da melhor forma com a doença e saber quais os sintomas e os efeitos dos tratamentos, que podem ser mais ou menos intensos em diferentes pessoas. O papel do médico é fundamental.»

Enfrentar a verdade. «É preciso ser realista. Não achar que é muito mau nem muito bom, é preciso ter a noção da realidade.»

Seguir em frente. «A vida continua, não podemos viver sob o estigma do cancro. Ao mesmo tempo, é preciso ter a noção de que nos próximos 20 anos se tem uma probabilidade maior do as outras pessoas de ter um cancro na tiróide.»

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #3 em: 26/09/2010, 21:33 »
Conhecer o cancro da tiróide

O que é a tiróide?

A tiróide é a glândula endócrina fundamental em todo o funcionamento do nosso organismo. Muitos dos processos bioquímicos do corpo são da responsabilidade das hormonas libertadas pela tiróide e que estimulam o metabolismo.

O hipotiroidismo e o hipertiroidismo são as perturbações mais frequentes da tiróide, mas os nódulos e o carcinoma da tiróide são cada vez mais comuns.

O que é o cancro da tiróide?

É um tumor maligno da glândula tiroideia que surge, normalmente, sob a forma de nódulo no pescoço. Atinge maioritariamente as mulheres e o seu diagnóstico é quase sempre fruto de uma palpação espontânea do doente ou do médico num exame típico de rotina.

Quais os seus sintomas?

A rouquidão prolongada e a dificuldade na deglutição ou na respiração podem ser os primeiros sinais de alerta.

Qual a sua causa?

Não há nenhuma razão específica que justifique o aparecimento deste tipo de cancro. Pode surgir em qualquer pessoa e a sua causa é quase sempre desconhecida.
Contudo, estudos feitos nas últimas décadas indicam que a radioterapia da cabeça, pescoço ou tórax podem ser um factor de risco.

Qual a hipótese de cura?

95% dos casos têm sucesso terapêutico, não causando dor nem incapacidade. O diagnóstico atempado é fundamental neste processo.

Para saber mais:
Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismoz
www.spedm.org

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #4 em: 26/09/2010, 21:36 »
Cancro da tiróide


Patologia afecta quatro vezes mais as mulheres do que os homens

A tiróide é uma glândula localizada na base do pescoço, imediatamente abaixo da maçã de Adão. Tem a forma de uma borboleta, extendendo cada asa, ou lobo, sobre cada um dos lados da traqueia.

As funções da tiróide são produzir, armazenar e libertar para a corrente sanguínea as hormonas tiroideias.

As hormonas tiroideias, também designadas T3 e T4, regulam o metabolismo corporal e o funcionamento dos órgãos. Estas hormonas influenciam o batimento cardíaco, nível de colesterol sanguíneo, peso corporal, nível energético, força muscular, memória e muitas outras funções corporais.

Se a tiróide produzir um nível insuficiente de hormonas, o organismo reduz a sua actividade. Esta situação é designada tiróide hipoactiva, ou hipotiroidismo. Em contrapartida, a tiróide pode produzir uma quantidade excessiva de hormonas, acelerando a actividade do organismo. Esta condição denomina-se tiróide hiperactiva, ou hipertiroidismo.

A quantidade de hormonas tiroideias produzidas pela tiróide é regulada por uma outra glândula localizada no cérebro, a hipófise (ou pituitária). Uma outra parte do cérebro, o hipotálamo, contribui para esta regulação. Assim, o hipotálamo envia informação para a hipófise. Esta, por seu turno, controla o funcionamento da tiróide.

A maior parte dos carcinomas da tiróide são constituídos pelas formas de carcinoma diferenciado – papilar e folicular. Os carcinomas diferenciados da tiróide são de evolução lenta, têm uma boa resposta ao tratamento e apresentam uma maior taxa de cura.

O carcinoma papilar tende a ocorrer entre os 30 e os 50 anos de idade. O carcinoma folicular tende a ocorrer em doentes que são relativamente mais velhos (>40 anos de idade) do que os doentes que sofrem de carcinoma papilar

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #5 em: 26/09/2010, 21:38 »
Considera-se que o carcinoma folicular é mais agressivo do que o papilar. Pode invadir os vasos sanguíneos e, a partir desse ponto, originar metástases à distância, sobretudo nos pulmões e nos ossos.

Geralmente, o carcinoma de células de Hürthle, uma forma ainda mais agressiva de carcinoma folicular, ocorre em indivíduos com mais de 60 anos de idade. Apesar de pouco frequente, a taxa de incidência anual do carcinoma diferenciado da tiróide em todo o mundo varia entre 10 casos por cada 100 mil indivíduos.

A incidência de novos casos de carcinoma da tiróide é duas a quatro vezes mais elevada nas mulheres do que nos homens. Na União Europeia, o carcinoma da tiróide afecta cerca de 25 mil indivíduos todos os anos. Em Portugal, os dados do IARC Cancer Databases - GLOBOCAN 2002, reportam 88 casos em homens e 445 em mulheres e, em termos de mortalidade, 21 casos em homens e 54 em mulheres.

Primeiro Consenso para o Tratamento do cancro da tiróide

Foi elaborado em Portugal o Consenso para o Tratamento da Tiróide. O documento foi elaborado por um grupo de especialistas da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo.

Segundo Fernando Rodrigues, endocrinologista do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra, «o protocolo pretende proporcionar linhas de orientação que possam servir de base a uma prestação de cuidados articulada entre todos aqueles que se encontram envolvidos na assistência aos doentes com carcinoma diferenciado da tiróide de origem folicular».

Até agora, nunca tinham sido implementadas em Portugal normas especificamente direccionadas para o tratamento deste cancro. Apesar de não ser um tipo de cancro comum, a maioria dos cancros de tiróide pode ser tratada com sucesso e a taxa geral de sobrevida de cinco anos é de 96 por cento.

Mesmo quando o tratamento é bem sucedido, é importante que os doentes façam exames de rotina para avaliar a presença de recorrência. Isto porque até 35 por cento dos cancros da tiróide podem voltar a surgir, e um terço destes só surgem 10 anos após o tratamento inicial.

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #6 em: 26/09/2010, 21:39 »
Acompanhamento do carcinoma da tiróide

Existem muitas opções diferentes para acompanhar clinicamente o carcinoma da tiróide. Os tratamentos mais comuns incluem a remoção cirúrgica do carcinoma – tiroidectomia - seguida de terapêutica com iodo radioactivo (denominada ablação dos resíduos) para eliminar tanto as células tiroideias normais como as cancerígenas.

Este é um passo importante, dado que ajuda eliminar todas as células tiroideias potencialmente cancerígenas que possam não ter sido removidas durante a cirurgia. Na ablação do tecido residual, os doentes tomam uma bebida ou uma cápsula que contém iodo radioactivo, também denominado radioiodo.

Quaisquer células tiroideias remanescentes absorvem o radioiodo, que as eliminará. Após a conclusão do tratamento inicial, recomenda-se uma terapêutica de supressão hormonal da tiróide (THST).

A THST consiste em administrar uma hormona (levotiroxina, ou T4 sintética) que substitui as hormonas que seriam produzidas pela glândula tiróide e que assegura a regulação do organismo. Desta forma, é assegurada a manutenção de uma vida normal após tiroidectomia.

Além disso, esta THST suprime os níveis de TSH, a hormona de estimulação da tiróide, produzida pela hipófise (ou pituitária), que poderia aumentar a probabilidade de recidiva do carcinoma da tiróide, devido à sua capacidade de estimulação do crescimento de células tiroideias.

Após o tratamento inicial

Após a terapêutica inicial (tiroidectomia), é necessário realizar exames de seguimento (follow-up) para avaliar a presença de recidiva ou metástases.

Estes exames de diagnóstico englobam doseamento de tiroglobulina (Tg) com ou sem associação a cintigrafia corporal e permitem identificar actividade de células tiroideias.

A detecção precoce de uma recidiva é muito importante, porque permite uma intervenção imediata aumentando a probabilidade de ser sucesso do tratamento.

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #7 em: 26/09/2010, 21:41 »
Hipertiroidismo
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Uma doença provocada pelo excesso de hormonas tiroideias em circulação
Esta é uma patologia causada pela hiperactividade da glândula tiróide, que provoca uma produção excessiva de hormonas tiroideias.

Pode ser aguda (quando se produz durante um curto período de tempo) ou crónica (quando o problema se prolonga ao longo do tempo).

Em 70 a 80% dos casos, deve-se a uma doença auto-imune conhecida como doença de Graves, um transtorno do sistema imunitário que ataca a glândula tiróide, causando uma produção excessiva de hormonas.

Afecta, sobretudo, mulheres adultas, apesar de também poder afectar homens. Pode ser desencadeada pelo consumo de tabaco, por radiações no pescoço ou alguns vírus.

Existem outras causas que podem estar na origem do hipertiroidismo: tumores na glândula tiróide ou nos ovários e testículos, inflamação da tiróide por infecção viral, e ingestão excessiva de iodo ou de hormonas tiroideias através de alimentos ou suplementos.

Sintomas

Ansiedade
Perda de peso
Aumento de apetite
Fadiga
Intolerância ao calor
Diarreia
Alterações oculares
Na maioria dos casos este quadro clínico está associado a um aumento visível da parte inferior do pescoço (bócio).


sapo.saude
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #8 em: 26/09/2010, 21:43 »
Tratamento

Combinam-se fármacos com cirurgia (para remover total ou parcialmente a glândula tiróide), ou com a administração de iodo radioactivo (que radia directamente o tecido tiroideu, destruindo-o).

Dieta recomendada

Existem alimentos que ajudam a controlar a hiperactividade da glândula tiróide:




Repolho
Couve-de-bruxelas
Uvas
Rabanete
Noz
Pimento
Beringela
Citrinos
Para saber mais, consulte o site da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo www.spedm.org

saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #9 em: 26/09/2010, 21:44 »
O que escondem as doenças da tiróide?

Doenças da tiróide
Depressão, cansaço, ritmo cardíaco mais lento, aumento de peso são alguns dos sintomas que podem estar associados ao hipotiroidismo, uma das doenças da tiróide mais frequentes, pouco conhecida e valorizada, mas das mais fáceis de tratar. O Dia Mundial da Tiróide, este ano, teve como objectivo alertar a população para os segredos da doença.

Hipotiroidismo

É uma doença em que as hormonas da tiróide existem em quantidade insuficiente em circulação e comprometem o normal funcionamento do organismo.

Os sintomas físicos do hipotiroidismo podem afectar a auto-estima, o trabalho e a vida familiar dos doentes. Quando não tratado, não só diminui a qualidade de vida, como pode ter sérias complicações, entre as quais, o ritmo cardíaco tão baixo que pode levar a coma, subida dos níveis de colesterol que podem resultar em doenças cardíacas e infertilidade e doença de Alzheimer.

Aproximadamente 5% das mulheres desenvolve hipotiroidismo durante a gravidez. Contudo, a doença pode passar despercebida uma vez que os sintomas podem ser semelhantes às alterações que ocorrem no corpo durante esta fase. Ainda assim, “durante a gestação, a vigilância da doença deve ser mais apertada”, indica Jácome de Castro.

Se não tratado, o hipotiroidismo na gravidez pode ser muito perigoso, aumentando o risco de parto prematuro e podendo colocar em risco o desenvolvimento e aprendizagem do bebé.


saude.sapo
 

Online migel

Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #10 em: 26/09/2010, 21:45 »
Hipertiroidismo

Como o próprio nome indica, resulta de uma produção excessiva das hormonas da tiróide. Perda de peso, nervosismo, irritabilidade e ansiedade, ritmo cardíaco acelerado, olhos fixos e proeminentes, tremor nas mãos, cansaço, aumento da frequência de evacuação ou diarreia, dificuldade em dormir, suores, menstruações mais fracas e menos frequentes são alguns dos sinais de alerta desta doença.

As mulheres grávidas e as mães recentes com hipertiroidismo grave podem ser tratadas com medicamentos antitiroideus ou, em alguns casos, cirurgia para remover parcialmente a glândula tiroideia mas não deverá ser utilizada irradiação.

Texto: Cláudia Pinto

saude.sapo
 

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Re:Como venci o cancro da tiróide
« Responder #11 em: 26/09/2010, 21:48 »
Cuide da sua tiróide!


Saiba como
O hipotiroidismo é uma doença em que a glândula tiróide funciona de forma anómala e produz muito pouca quantidade de hormona tiróidea.

Para diminuir o seu risco, siga estas recomendações:

- Faça check-ups periódicos.

É aconselhável fazê-lo uma vez por ano, mas a partir de uma certa idade e durante a gravidez é necessário aumentar o controlo.

O hipotiroidismo costuma aparecer em mulheres a partir dos 40 anos, durante a gravidez e no pós-parto.

- Conheça os sintomas

Os sinais mais evidentes são o cansaço e o esgotamento físico e, às vezes, mental.

Outros sinais são: pele seca, perda de apetite, queda de cabelo, falhas de memória, dores e cãibras musculares, salivação escassa, aumento de peso, vista turva, intolerância ao frio e alterações menstruais.

- Investigue os seus antecedentes hereditários

É conveniente conhecer a presença desta doença na sua família actual, bem como nas gerações anteriores, já que o factor genético é um dos mais comuns no hipotiroidismo.


sapo.saude
 

 



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